terça-feira, 6 de setembro de 2016

A PROFECIA DA CONSUMAÇÃO DA HISTÓRIA

O JULGAMENTO E A SALVAÇÃO. – Texto base: Isaias caps. 24 a 27
O JUÍZO FINAL
Durante a “Grande Tribulação”, Deus entrará em Juízo com o povo através de muitos eventos catastróficos, que dizimarão todos os incrédulos e rebeldes. Mas, os Juízos desse tempo afetarão somente quem estiver vivendo fisicamente. Porém, o “Juízo Final”, como o próprio nome indica, será o último, e será aplicado sobre o espírito de todos aqueles que aqui viveram.
O Juízo Final (também chamado de Juízo do Grande Trono Branco) acontecerá após o Milênio. Nesse tempo Satanás será definitivamente derrotado, ao ser lançado no lago de fogo. Não será um julgamento para Deus descobrir a intenção do homem, mas sim, para deixar tudo “às claras” diante dos homens.
O Julgamento Final não é uma hipótese. É algo já determinado por Deus, a fim de que a sua justiça plenamente notória, reconhecida e exercitada em todo o Universo. Este será o último juízo que a Bíblia relata. Será o julgamento dos ímpios, desde Caim até o último homem que viver sobre a terra. Este julgamento será perfeito ninguém conseguirá escapar dos olhos do Todo-Poderoso.
O Juízo Final, a sessão judicial que terá lugar na consumação de todas as coisas temporais que, conduzido pelo Todo-Poderoso, retribuirá a cada criatura moral o que estiver cometido através do corpo durante a sua vida terrena.
DEUS JULGARÁ TODOS OS HOMENS
A Bíblia nos ensina que Deus vai julgar o homem. Repetidas vezes, Jesus avisou sobre o julgamento: “E, contudo vos digo: No dia do juízo haverá menos rigor para Tiro e Sidom, do que para vós outros” (Mateus 11:22). “De toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo” (Mateus 12:36). “Mandará o Filho do homem os seus anjos que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes” (Mateus 13:41, 42). “Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido” (Lucas 12:2). “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo o julgamento” (João 5:22).
BASE PARA O JULGAMENTO
Será um julgamento de obras, e isso significa que todos os que serão julgados ante este Grande Trono Branco serão condenados, pois todos são pecadores.
A obra (singular) do crente será julgada no Tribunal de Cristo (conforme 1ª Cor. 3.13-14), referindo-se a um exame do seu serviço prestado a Cristo, para que o crente receba recompensas. Mas os descrentes darão conta de suas “obras” (plural), referindo-se a seus pensamentos e ações serem julgados pela santa lei de Deus. As “boas obras” de um homem não podem salvá-lo, pois elas não podem comprar o perdão de sem sequer um dos seus pecados. Além disso, até mesmo a retidão do homem ou as suas boas obras são como trapo de imundície, diante um Deus triplamente santo (Is 64.6).
Muitos até parecem ser cristãos, e até fizeram o trabalho de Deus. “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em Teu nome expulsaremos demônios? E em Teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci: apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniquidade” (Mt 7.21-23).
Será um julgamento completo. Significa que Nada, absolutamente nada, ficará em oculto aos olhos daquele a quem iremos prestar contas no dia juízo. Jesus. Em Mateus 12:36 diz o seguinte:
Mas eu vos digo que de toda a palavra frívola que os homens proferirem hão de dar conta no dia do juiz”. Em Eclesiastes 12:14 está escrito: “Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra , inclusive tudo o que está encoberto, quer seja bom,, quer seja mau”.
O DESTINO DA ALMA APÓS A MORTE (Justos e Injustos)
Certamente aqueles que passarem certo tempo refletindo sobre a vida chegarão à conclusão que existe muito mais sobre o homem do que a realidade física e material. A experiência mostra que existe um ser totalmente único e abstrato associado com cada indivíduo e que se expressa por meio da capacidade de pensar e raciocinar. Sendo assim, o "verdadeiro eu" é uma pessoa imaterial — aquela personalidade — que utiliza os impulsos do cérebro.
Essa força misteriosa que chamamos de "vida" é algo que o homem não pode duplicar. Cada ser vivo a tem — cada folha de grama, cada inseto, cada animal — e podemos apenas observar sua duração e notar sua partida inevitável. Mas de onde ela se origina e para onde vai? É evidente que a vida gera a vida, em um ciclo aparentemente infindável e que termina de forma abrupta no que chamamos "morte". Mas é esta curta existência tudo o que existe? A Bíblia nos diz que existe muito mais envolvido do que aquilo que pode ser obtido por meio da observação científica.
No livro do Gênesis, encontramos o seguinte enunciado sobre a origem do homem: "E o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente." [Gênesis 2:7].
A seguir, no livro dos Salmos, o rei Davi falou sobre o papel de Deus em sua própria criação: "Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra." [Salmos 139:14-15].
O destino na eternidade se decide nesta vida.
As bênçãos resultantes da vinda do Senhor Jesus a este mundo são incontáveis. Elas se relacionam com tudo o que existe. Na glória celestial ser-nos-ão reveladas e usufruídas inúmeras outras bênçãos derivadas da vinda de Jesus aqui; uma delas tem a ver com os fiéis que dormem ou vierem a dormir no Senhor, entre a nossa morte e a volta de Jesus. As bênçãos decorrentes da vinda de Jesus têm alcance ilimitado, aqui e na eternidade.
Algumas teorias sobre o destino dos mortos, podem até soar bonito e confortável, porém, não resistem ao crivo das Escrituras Bíblicas. O que a Bíblia diz é: existe céu e inferno, existe julgamento para todo e qualquer homem nascido sobre a face da terra. Deus revelou Seu plano Salvador à humanidade, para que, através Dele, todos igualmente, tivessem acesso às portas da eternidade em um lugar de Luz ou de trevas. Ninguém, jamais poderá modificar o que Deus instituiu. Também, ninguém, jamais, será capaz de descobrir totalmente todos os mistérios que permeiam o mundo tanto dos vivos, quanto dos mortos.
Mas aquilo que é necessário conhecer para se alcançar Salvação está revelado, escrito, pelos séculos dos séculos e haverá de ser cumprido em cada jota ou til da Palavra.
"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo. "Hebreus 9:27.
É evidente, que todo o ser humano não pode negar que a morte é uma realidade inevitável. Tentar não passar pela experiência da morte é fechar os olhos para a realidade. Então se faz necessário encarar este fato com clareza, pois todos os homens ou ser humano está sujeito a tombar. A morte tem feito parte da história da humanidade.
Temos de reconhecer que a pena de morte é um castigo sobre a raça humana. Não é algo natural que se abate sobre nossos corpos. A palavra do Gênesis 2:7 "morrendo morrerá", indica que há mais de uma categoria de morte, ou mais do que uma forma de morte. O castigo da morte pode ser distinguido em três manifestações diferentes:
O QUE É A MORTE. Antes que possamos realmente responder a pergunta “O que é a morte?” Devemos primeiro perguntar: “O que é a vida?” Por definição médica, a vida ocorre quando o cérebro e o coração da pessoa estão em funcionamento. Respirar, caminhar e falar é apenas a manifestação daquilo que chamamos vida. A verdadeira fonte da vida, a energia que permite ao corpo funcionar, foi o sopro de Deus que fez do homem alma vivente. E este espírito está conectado com Deus, o Doador da vida, e é imortal. Espírito e alma são as partes espirituais e imortais no homem. Embora as manifestações de vida possam cessar com a morte, o espírito que volta para Deus e a alma continua a viver, somente numa forma diferente.
Assim que, sendo a vida biológica e espiritual dependente do ‘espírito’ no homem que foi dado por Deus, quando o espírito sai do corpo este deixa de ter vida, ou seja, ele morre. Muitas vezes temos dificuldade para distinguir entre vida biológica e vida espiritual, ou verdadeira vida.
Morte Física
A morte física também é uma separação. Quando o corpo está separado do espírito, ele está morto (Tiago 2:26). Eclesiastes 12:7 nos diz que isto é o que acontece no fim da vida física: “O pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu”.
Adão e Eva, apesar de não caírem mortos no instante em que comeram do fruto proibido, o principio da morte começou a operar em seus corpos. A partir do instante em que deso-bedeceram, seus corpos passaram a um plano inferior, em outras palavras, começaram a morrer. Todos os descendentes de Adão estavam em Adão no que concerne ao pecado. A Bíblia nos ensina que a morte é uma separação entre o corpo, a alma e o espírito.
A Morte Espiritual
Tal qual a morte física, a morte espiritual também opera uma separação. Antes de pecar, Adão gozava plena comunhão com Deus, tendo Nele, a fonte da vida espiritual. Mas mor-tos espiritualmente. Por isso a Bíblia faz um convite a todos para uma vivificação. "E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados". Efésios 2:1.
O caso de Adão e Eva nos ajuda a entender que é possível estar fisicamente vivo, enquan-to morto espiritualmente (veja Efésios 2:1-6, por exemplo). A razão para esta morte espiri-tual esta separação de Deus é sempre a mesma. Separamo-nos de Deus pelo nosso próprio pecado (Isaías 59:1-2).
Mesmo tendo Adão vivido, em seu corpo físico, por 930 anos, ele e sua esposa morreram no dia de seu pecado, no sentido de que eles foram separados de Deus. A morte espiritual é a separação de Deus em vida.
A Morte Eterna ou segunda morte
A morte eterna ou a segunda morte é separação eterna de Deus. É o culminação da condenação eterna. O termo morte eterna, não significa cessação de existência, mas separação eterna de Deus, e tudo o que é Deus.
O corpo será sempre uma parte integrante do homem, exceto durante o período compreendido entre a morte e a ressurreição, chamado período intermediário. Bem, logo entra no corpo, nesta fase, começa o seu estado de decomposição, mas no momento da ressurreição, o homem vai voltar a receber o seu corpo, só que de maneira diferente: ao salvo um corpo glorioso e aos ímpios um corpo vergonhoso. Daniel 12:2 :
E muitos dos que dormem no pó da terra são despertos, alguns para a vida eterna, e outro para vergonha e confusão perpetua”. (veja também 1Corintias 15:40-45).
Que promete Jesus aos que morrem?
A Bíblia diz em Oséias 13:14 “Eu os remirei do poder do Seol, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó Seol, a tua destruição? A compaixão está escondida de meus olhos.”
O poder da ressurreição vem de Cristo. A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:21-22 “Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.”
Por que Deus deu o Seu Filho ao mundo? A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Ambos, os justos e os ímpios serão ressuscitados. A Bíblia diz em João 5:28-29 “Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.”
O DESTINO DOS MAUS (OS IMPIOS) DEPOIS DA MORTE
Quanto tempo têm que esperar os ímpios depois da primeira ressurreição para que eles mesmos sejam ressuscitados? A Bíblia diz em Apocalipse 20:4-5 “E eles [os justos] reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. (Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se completassem.).”
Qual é o destino dos ímpios? A Bíblia diz em Apocalipse 20:9 “Mas desceu fogo do céu, e os devorou.”.
Quem são os ímpios? A Bíblia diz em Apocalipse 21:8 “Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte.”
A Bíblia adverte: "Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus; o qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber: A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção; Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade e obedientes à iniquidade; tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que faz o mal; primeiramente do judeu e tam-bém do grego." (Romanos 2:5-9).
Qual é a segunda morte? A resposta é: "A condenação eterna dos que não foram salvos".
Ap 20:11-15: "E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. ESTA É A SEGUNDA MORTE. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo".
A segunda morte não tem qualquer coisa a ver com um salvo em Cristo, mesmo porque da cena do grande trono branco ninguém sai salvo. Ao contrário do que muitos pensam que esse julgamento fará a separação de salvos e perdidos, o grande trono branco não é mais o momento de julgar as pessoas no sentido de ver quem será salvo ou não. O grande trono branco é um tribunal de condenação. Tudo o que se ouvirá ali será a sentença dos perdidos, os quais até então estavam mortos e ressuscitarão apenas para ouvirem a sentença e serem lançados no lago de fogo com um corpo ressuscitado e sofrerem o que se chama “segunda morte”, que não significa cessação da existência, mas separação eterna de Deus.
Nem o mar nem o mundo invisível poderiam mais esconder seus prisioneiros. “E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras”. (Ap.20.13).
Novamente, João nos diz que a morte e o além chegam ao fim, personificados como inimi-gos. “E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte”. (Ap. 20.14).
DESTINO DOS PERDIDOS
O destino dos perdidos é um lugar no lago do fogo (Ap. 19.20; 20.10,14,15; 21.8) Esse fogo é descrito como fogo eterno (Mat. 25.41; 1818) é Mar. 9.43, 44, 46, 48).
Com respeito à retribuição dos perdidos, e importante observar que o lago de fogo é ‘um lugar’, não um estado, apesar de o conceito envolver um estado.
Como o céu é um ‘lugar’ e não um mero estado mental, da mesma forma os que foram con-denados vão para um lugar. Essa verdade é indicada pelas palavras ‘hades’ (Mat. 11.23; 16.18; Luc. 10.15; 16.23; Ap. 1.18; 20.13,14) e ‘gehenna’ (Mat. 5.22,29,30; 10.20; Tg. 3.6).
OS JUSTOS (OS BONS) DEPOIS DA MORTE
Referindo-se ao nosso corpo como um "tabernáculo", ou habitação temporária, Paulo deixa claro que os cristãos têm "uma casa não feita por mãos" que nos espera no Paraíso. Mas enquanto estamos em nossos corpos mortais, temos conosco o Espírito Santo como uma garantia, ou "penhor" de Deus (2 Coríntios 1:22 e 5:5) que sua promessa de um corpo eterno será cumprida. Em seguida, no versículo 8, Paulo expressa seu desejo de "deixar este corpo, para habitar com o Senhor".
Deve ficar claro, porém, que a "morte" para os cristãos é somente uma mudança instantânea de endereço na qual mudamos de uma realidade para outra infinitamente mais importante e de maior duração. Sob circunstâncias normais (o arrebatamento será uma exceção) o corpo é deixado para trás, como uma casa quando os moradores mudam de endereço. Mas, louvado seja o Senhor, em um dia próximo ele virá para sua igreja e todos aqueles que deixaram suas casas para trás as receberão de volta — mas completamente novas e em versões perfeitas!
Os justos serão ressuscitados na Segunda Vinda de Cristo. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:16-17 “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.”
Que acontecerá depois da ressurreição? A Bíblia diz em Filipenses 3:20-21 “Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas.”
Por quanto tempo viveram os justos ressuscitados? A Bíblia diz em Lucas 20:36 “Porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.”
Paulo foi o maior pastor, teólogo, missionário e plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele enfrentou açoites, prisões, naufrágios e apedrejamento, mas jamais perdeu a doçura nem deixou de glorificar a Deus no sofrimento. Em 2 Timóteo 4.6-18, Paulo fala que seu passado foi marcado por combate, perseverança e fidelidade (2Tm 4.7). Ao enfrentar seu presente, afirma que não é Nero que vai lhe matar, mas ele é quem vai se entregar (2Tm 4.6). Ao vislumbrar seu futuro, está seguro de que a recompensa divina já está preparada para ele.
A redenção da história humana
Através da cruz, Cristo resumiu a histórias da raça humana. Estavam destituído da vida eterna, destituídos da glória de Deus. Mas, através da graça inefável, Jesus pagou o preço da reconciliação, dando a possibilidade do homem reconciliar-se com Deus. A definição encontrada nos dicionários para o termo graça é: “O favor imerecido que Deus concede ao homem”. Embora tal definição seja verdadeira, é incompleta. Graça é um atributo de Deus, um componente do caráter divino, demonstrada por ele por meio da bondade para com o ser humano pecador que não merece o seu favor.

Deus não tem nenhuma obrigação de conceder graça a pecadores, mas ele assim o faz movido por seu amor e bem querer da sua vontade. Ele demonstra graça ao estender seu favor, sua misericórdia e seu amor para suprir a necessidade do ser humano. Visto que o caráter de Deus é composto de graça, movido por amor e bondade ele espontaneamente se dispõe a conceder sua graça aos homens pecadores em todo tempo a cada geração. A graça de Deus pode ser definida como “aquela qualidade intrínseca do ser ou essência de Deus, pela qual ele, em sua disposição e atitudes, é espontaneamente favorável” a outorgar favor imerecido, amor e misericórdia àqueles que somente em Cristo crê. 

O FIM DA HISTÓRIA
Para a maioria das pessoas, as palavras apocalipse e escatologia estão associadas a imagens de destruição e caos: grandes desastres, guerras sangrentas, morte, horror, o planeta envolto em chamas. E quando vemos as manchetes dos jornais nos falando de aumento da violência, das guerras e desastres ambientais, do desamor que faz até irmãos matarem irmãos e filhos matarem pais, não é raro que alguém exclame: é o fim do mundo!
"Fim do mundo" é o objeto de estudo da escatologia, na origem grega da palavra: éschatos significa "as coisas dos últimos tempos".

O inicio da nova história.

Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” (Ap 21.1).

João é transportado extraordinariamente para um cenário inusitado e, ali, tem uma visão ímpar. Nunca os seres humanos foram capazes de sequer sonhar com o que João viu, porque a realidade vista por ele é estonteante, uma visão que Deus deu a poucos que vivem neste mundo!
Nada tem despertado mais a imaginação dos cristãos ao longo da história do que a promessa de novos céus e nova terra. Como será viver lá? Que ocupação teremos?
O Novo Céu e A Nova Terra Ap. 21.1-27
Logo após o milênio veio o último julgamento, o do Grande Trono Branco. Naquela ocasião da presença de Cristo “fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles.” (Ap. 20.11). A menção dessa conflagração junto com o último julgamento mostra a proximidade desses dois eventos.
julgamento e outros sustentam que foi durante a Tribulação (Ap. 16.20).
Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe”. (Ap. 21:1)
A terra e o céu fugiram do trono do Senhor (20:11). Este símbolo mostra o efeito da justiça e da santidade de Deus em relação ao mundo e a ordem mundana de governos ímpios e rebeldes.

O termo grego é kainos’ – novo, novíssimo – o maior fundamento bíblico... V.1 “O primeiro céu e a primeira terra passaram...” – foi contaminado por satanás... V.2 “Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu...”. II Pe 3.12 “Os céus em fogo se dissolverão, e os elementos em fogo, se fundirão”.  Logo, não se trata de reforma ou de higienização, mas de algo inteiramente... No lugar deste céu e desta terra, Deus trará do céu algo novo... No princípio Deus recriou a terra velha – era sem forma e vazia e o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas... Mas não é assim em Apocalipse 21. A construção é de cima para baixo – sua origem é divina (Hb 11.10).

No novo céu e na nova terra teremos profunda comunhão com Deus

Aqui todos serão povos de Deus. Aqui caem as diversas não só do Israel étnico, como das denominações religiosas. Lá não seremos um povo separado, segregado, departamentalizado. Lá não seremos presbiterianos, batistas ou assembleianos. Seremos a igreja, a noiva, a cidade santa, a família de Deus, povos de Deus.///

Pr. Dr. Adaylton Conceição de Almeida (Th.B.;Th.M.;Th.D.;D.Hu.)

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BIBLIOGRAFIA
Adaylton de Almeida Conceição – Escatologia Bíblica
Billy Graham – O Juízo Final
Elias Ribas – O juízo Final

Haroldo Maranhão –O Juízo Fina vem.

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