sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O JULGAMENTO E A SOBERANIA PERTENCEM A DEUS

Prof. Adaylton de Almeida Conceição

      INTRODUÇÃO: O comentarista Antonio Maximino, começa seu comentário sobre o tema escrevendo: “Somos tentados a sermos senhores do nosso destino, como diz um conhecido poema, capitães da própria alma. Nos tempos de "quem sabe faz a hora", é comum às pessoas dispensarem os cuidados de Deus”.
– Nosso coração é arrogante e hipócrita (Tg 4.11-12)
      Nestes versos, Tiago trata de algo que acontece com muita freqüência no meio do povo de Deus: maledicência e julgamento arrogante e hipócrita. O crente que em vez de julgar as ações do seu irmão, a fim de corrigi-lo e também evitar que tais pecados sejam encontrados em si mesmo, calunia e sai esparramando o pecado do seu irmão e julgando o irmão (dizendo que ele não é crente coisa nenhuma, que é um condenado ao inferno, etc.), está pecando contra seu irmão, e, acima de tudo contra Deus, constituindo-se a si mesmo “juiz da lei”, ou seja, acima da Lei de Deus.
      O único Legislador (quem faz as leis) e Juiz (executor das leis) é Deus. Somente Ele se encontra acima de Suas Leis por ser Ele santo e perfeito. O crente que julga seu irmão, sem submeter-se a si mesmo à Lei de Deus é um hipócrita, um arrogante a quem Deus “acertará” mais cedo ou mais tarde (veja o versículo 6).
      Somos mestres em detectarmos o pecado dos outros, e em escondermos o nosso pecado. Com muita facilidade falamos mal dos outros. Usamos nossa língua para destruir vidas em vez de edificá-las. Antes, de julgarmos o pecado alheio (e isso devemos fazer), precisamos primeiramente, julgar-nos a nós mesmos, ou seja, submetermo-nos à poderosa mão de Deus.
Precisamos estar conscientes de que todos nós temos limitações, mas também temos a capacidade para grandes transformações. Geralmente nós nos acostumamos a cobrar das outras pessoas coisas que desejaríamos também realizar e não o conseguimos. 
O contexto específico
      O trecho 4.13-17 integra um bloco temático que inicia em 4.13 e termina em 5.6, no qual o autor denuncia a auto-suficiência dos ricos e a prática de injustiças, que alcançou também os tribunais que deveriam fazer prevalecer o direito dos pobres e assalariados. Este bloco, “redigido no estilo profético de discurso sobre o juízo, dirige-se contra dois casos típicos referentes à atitude e à conduta vituperadas no trecho anterior (cf. 3.15; 4.1-4), ou seja, a temerária confiança em si mesma praticada por comerciantes (4.13-17), unicamente interessados nas coisas terrenas, e a auto-suficiente e egoísta dureza de coração de certos juízes (5.1-6)”.
Num mundo marcado por falsos juízos, Jesus nos adverte: Não julgueis, para que não sejais julgados.      O julgamento que não devemos fazer é aquele em que nos colocamos em lugar de juiz para condenarmos, ou falarmos mal a respeito do nosso irmão ou nosso próximo segundo nossa própria avaliação. Quem ousa julgar aos outros, sofrerá a conseqüência dessa usurpação de poder, pois também virá a ser julgado pela mesma medida - e achado em falta.
"Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai". "Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados; dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também."(conf. Lc 6, 36-38).
Deus nos induz a pratica da misericórdia assim como ele é misericordioso e nos dá condi-ções e possibilidades para que possamos praticar a misericórdia:
Convida-nos a não julgar e deixar o julgamento para Deus. O texto nos diz que quando julgamos um irmão nosso, estamos na verdade julgando a nós mesmos: "porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também", concluindo se não julgarmos nossos irmãos, também não seremos julgados por Deus.
      O texto de Lucas continua e fala da condenação. Se porventura julgamos os nossos irmãos, pelos menos depois disto não os condenemos. Não temos autoridade para isto. Exemplo prático é aquele da mulher adultera. O pecado cometido pela mulher estava claro. Entretanto serviria para alguma coisa sua condenação?
"O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado." (Lc.18, 11-14).
      Estamos presenciando muitas Igrejas lerem versículos fora do contexto do Evangelho, para servir, e, para falar mal uns dos outros, perdendo tempo com conversa de Satanás, (isso é porfia, rebelião), falando mal dos irmãos, até mesmo de ministros pastorais.
Pergunto, o que estão ganhando com isso? Somente escandalizando a Igreja do Senhor Jesus. O que pensam os não convertidos daqueles que se dizem serem filhos de Deus? O diabo fica rindo da sua cara, por que falar mal dos irmãos é rebeldia, é maldição.
      É preciso orar pelos que nos perseguem, caluniam e, continuamente, esforçam-se para nos prejudicarmos tentando nos ferir. (Lucas- 6.29)- Devemos plantar a boa semente no coração dos homens, pedindo a Deus misericórdia por aqueles que nos ofendem. Mesmo nas situações em que os ofensores foram longe demais, não podemos vingar-nos deles com nossas próprias mãos, mas sim, confiar esse direito ao Senhor Jesus.
O ser humano se sente auto-suficiente (Tg 4.13-17)
      Nestes versos encontramos a nossa pequenez de forma muito clara. Enganamo-nos pensando que somos alguma coisa, que temos o controle da nossa vida, quando na verdade sequer temos controle sobre as coisas mais simples como, por exemplo, uma dor de barriga, uma queda de cabelo. Em vez de sermos arrogantes e jactanciosos pensando que somos alguma coisa por nós mesmos, devemos nos submeter a Deus e fazermos a vontade Dele, porque Ele sim, tem o controle de tudo.
      Nos versículos sete a dez encontramos uma série de verbos que são muito duros para o nosso coração arrogante, mas aos quais devemos prestar muita atenção. São eles: “sujeitai-vos”, “chegai-vos”, “purificai”, “limpai”, “afligi-vos”, “lamentai”, “chorai”, “humilhai-vos”. Todos esses verbos apontam para nossa relação com Deus. Quando fizermos tudo isso em relação a Deus, certamente venceremos o diabo (versículo 7), teremos um relacionamento profundo e verdadeiro com Deus. Mas todo esse processo passa por um profundo quebrantamento espiritual (versículo 9).
O Que É a Vossa Vida? (Cap. 4:13-17)
“Eia agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. Mas agora vos jactais das vossas presunções; toda jactância tal como esta é maligna. Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado”.
Há um ditado popular que diz: “O futuro a Deus pertence”. Sempre que esta expressão é empregada, é como se alguém quisesse dizer: Calma! Mantenha seus pés no chão. Não se considere tão seguro de si, pois o dia de amanhã não está em suas mãos.
O ditado traduz a experiência da finitude e da limitação humanas. Experiência esta, aliás, da qual não gostamos muito de ouvir falar. É de qualquer modo preferível exaltar a potencialidade do ser humano. Somos apenas um pouco menos do que Deus, informa o Salmo 8. Sim, é verdade! É incrível do que somos capazes, mas isso tanto em sentido construtivo como destrutivo. O mesmo ser humano que se lançou ao espaço e que pesquisa as curas para as mais temíveis doenças é também aquele que promove guerras e destruição. O mesmo que se comove com as maravilhas da natureza é o que assiste insensível seu semelhante morrer de fome. Sim, tem razão o salmista também ao inquirir Deus: “Quem é o ser humano para que dele te lembres?” Conhecemos o que serve ao bem da humanidade, mas invariavelmente escolhemos o que serve aos nossos interesses imediatos.
Tiago fala da Falibilidade dos Projetos Humanos, tendo sua ênfase colocada principalmente na indagação do vs 14: “Que é a vossa vida?”
Não resta dúvidas que a idéia mais forte do texto que agora analisaremos é a imprevisibilida-de da vida humana. Como esta é surpreendente! Poderia, por exemplo, Moisés, no dia da saída do Egito após a longa disputa com o faraó, imaginar que ele próprio não estaria na terra prometida? Poderia Bartimeu, que saiu a esmolar, imaginar que naquele dia o Senhor Jesus restituiria a vista e sua vida seria radicalmente modificada? Quantos de nós fomos também surpreendidos com o imprevisível!
Tiago reclama de pessoas que fazem plano de locomoção para uma cidade onde programam passar um determinado tempo e para ganhar dinheiro. Planejar a vida e ganhar dinheiro trabalhando honestamente não é pecado. Pelo contrário, é uma medida acertada. Planejamento e trabalho são virtudes a cultivar. A questão fundamental é que Deus foi esquecido, como Tiago menciona no vs. 15 “Devíeis dizer: Se o Senhor quiser, ...”.
Os judeus, como raça, caracterizaram-se como grandes comerciantes. Na Bíblia, nós os encontramos como agricultores e pastores de rebanhos. Mas, desde a dispersão, muitos deles se tornaram comerciantes e banqueiros. A habilidade comercial e a disposição para o trabalho fizeram dos judeus comerciantes afortunados.
Naqueles dias o mundo crescia. Muitos cidades estavam sendo fundadas. Numa povoação que começa a surgir a habilidade comercial tem amplas oportunidades. E os judeus eram bem acolhidos nas cidades onde chegavam e logo recebiam a cidadania, pois com eles chegavam o comercio e o dinheiro. Por isso o planejamento: “iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos.” O grande problema era o banimento de Deus nas decisões humanas.
“No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Penetrantes palavras! O que é a nossa vida? Veja o que diz o salmista: Sl 90:9, 10 “... acabam-se os nossos anos como um suspiro. Passa rapidamente, e nós voamos...” Estas são declarações do salmista Moisés sobre a rapidez da vida humana. Sendo a vida tão rápida e incerta, planejá-la sem Deus é insensatez.
Em Lucas 12:13-21 temos a parábola do rico insensato. Os bens materiais eram o deus daquele homem e se constituíam na sua grande paixão. No discurso que ele pronunciou, não houve lugar para Deus. Só o EU: Farei, farei, derribarei, edificarei, recolherei, direi. Planejou para longo prazo: “Muitos bens para muitos anos”. Naquela noite, sua alma foi pedida. “Que é a vossa vida?”
“Vapor” ou “Neblina” Seria nossa vida mais que esta duas figuras? A dona de casa destampa a panela, sobe o vapor que dentro dela se formou e logo se acaba. Muitos de nós vivemos como se nunca fossemos morrer! Nunca nos lembramos que aos olhos de Deus somos como um vapor. Por isso, a recomendação do vs. 15 é oportuna: “Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo”. Nunca devemos deixar Deus fora de nossos planos. Nenhum absolutamente nenhum deles!
O que significa dizer “Se o Senhor quiser”? Isso é suficiente para mostrar a dependência de Deus? Essa é uma advertência saudável, mas ao mesmo tempo se converteu numa frase roti-neira que tem pouco significado para muitos dos que a usam. Não precisamos ficar repetin-do, sempre “Se o Senhor quiser”. Isso não é suficiente neste caso, como que garantisse a presença dEle em tudo! Como que o simplesmente repetida vezes oramos e dizemos “em nome de Jesus” seremos atendidos, claro que não é assim!
Deve ser mesmo um desejo sincero e uma disposição autêntica do nosso coração, para que em nós se cumpra o querer de Deus.

No vs. 16 ”Mas agora vos jactais das vossas presunções;” Na Bíblia linguagem de hoje, traduzido assim: “Porém vocês são orgulhosos e vivem se gabando”. É o orgulho humano que nos leva a presumir que somos suficientes, que nos bastamos, e por isso podemos presc indir, dispensar a Deus. Moisés alerta o povo de Deus, em Dt 8, para que não esqueça os benefícios feitos pelo o Senhor. O povo não deveria dizer: “A minha força, e a fortaleza da minha mão me adquiriram estas riquezas”, mas sim se lembrar do Senhor, “porque ele é o que te dá forças para adquirires riquezas...” (vs. 17, 18).
Orgulhar-se do progresso pessoal sem reconhecer que vem de Deus o poder e a capacidade para tal, é atitude maligna. Como diz Tiago: “Toda jactância tal como esta é maligna”. Jactância=vanglória; soberba; arrogância; amor-próprio.
O termo “maligna” é o mesmo encontrado no Pai Nosso: “mas livra-nos do mal” (Mt 6:13). Livra-nos do maligno, ou seja o MALIGNO precede o ORGULHO! É ele o MALIGNO que inspira os homens a se orgulharem da grandeza do que adquiriram. Cuidado com a auto suficiência!
A frase tem conexão total com o que anteriormente foi exposto. Na realidade, o vs. 17 faz a ponte entre o discurso contra os comerciantes (vs. 13-16) e o discurso contra os ricos e opressores (Tg 5:1-6).
As pessoas dotadas de mais posses têm melhores condições de ajudar os necessitados. (LEI DA SEMEADURA).
Tiago ajuda-nos a ter uma dimensão realista sobre quem somos e o que podemos. Lembra-nos, especialmente, de que não temos ciência sobre os dias de nossas vidas. Tal como Jesus, na parábola sobre o avarento (Lc 12.16-21), ele traduz: “... a experiência mais corriqueira da vida terrena: a impotência do homem [ser humano] à face do futuro.
A BIBLIA E A SOBERANIA DE DEUS.
A Bíblia expressa a vontade de Deus e nos revela sua inegável soberania. (Jeremias 18: 4 a 6; Rom. 9: 19 a 29; 2a Tim. 3:16).
Não há como saber sobre a soberania de Deus, senão pelas Escrituras Sagradas. Se aceitamos a Bíblia como Palavra de Deus, então descobrimos que ela repetidamente diz que Deus e soberano.
Quando é aplicado a Deus, o termo soberania indica o total domínio do Senhor sobre toda a Sua criação. Como soberano que é, Deus exerce de modo absoluto a Sua vontade, sem ter de prestar contas a qualquer vontade finita, conforme Daniel 4:25 ... Até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o da a quem quer. Somos o barro, Deus, oleiro (Jer.18:4-6).
A SOBERANIA DE DEUS
Soberano - Que detém poder ou autoridade suprema, sem restrição nem neutralização; Dominador, poderoso; Supremo, absoluto. Adjetivos que retratam bem a Deus como o Soberano criador do céu e da Terra.
Todos nós precisamos constantemente afirmar e reconhecer o poder de Deus. É bom saber que o Deus em quem nós cremos é soberano e governa sobre todas as coisas, que nada escapa ao seu controle, que nem mesmo um fio do cabelo de nossa cabeça cai sem o seu consentimento e que ele mesmo conduz todas as coisas para o cumprimento dos seus propósitos eternos. É bom saber que mesmo os que se julgam poderosos e agem com extrema arrogância encontram-se sob o domínio daquele que reina para sempre, e que um dia se curvarão diante dele e o reconhecerão como Senhor. "O Senhor reina" é a confissão de fé de todos os crentes, em todas as épocas da História.
O ensino bíblico e que Deus é Rei, Soberano Supremo e Legislador do universo e os cristãos do mundo inteiro, proclamam isso, repetidamente, quando recitam ou cantam a doxologia Pois Teu e o Reino, o poder e a glória para sempre. É uma expressão plenamente verdadeira, pois Deus realmente é o único Soberano, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores (Tim. 6:15).
A autoridade da Bíblia é estabelecida por suas próprias reivindicações. Ela é a Palavra de Deus, pois ... Nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo (2° Pedro 1:20,21). O apóstolo Paulo reafirma essa convicção quando diz que: toda Escritura e inspirada por Deus... (2° Tim. 3:16).
A soberania de Deus consiste não só em Sua onipotência expressa em relação ao universo criado, mas também, no tocante à responsabilidade moral das criaturas diante dEle. Deus poderia, por exemplo, condenar toda a raça humana à perdição face à desobediência de nossos primeiros pais, Adão e Eva e, também, quando do dilúvio. Ao longo da historia ternos visto que Ele, como soberano, justo e misericordioso, resolveu salvar a muitos ... (lsa.53:11).
Contudo, se de um lado reconhecemos e afirmamos o poder e a soberania de Deus, e gostamos de saber que ele governa - pois é esta verdade que nos dá segurança e esperança -, nem sempre demonstramos a mesma alegria com a forma como Deus reina e dirige a vida de cada um de nós. Queremos o seu poder para solucionar os conflitos que nos afligem, para nos abençoar com as dádivas que necessitamos mas, quando Deus usa este mesmo poder para nos disciplinar e nos libertar das algemas que nos aprisionam mas que aprendemos a gostar tanto delas, é comum nos revoltarmos contra ele. Quando Deus usa o seu poder para nos fazer andar por caminhos que não planejamos e experimentar as provações que necessitamos para nossa transformação, mas que nos ferem e trazem grande sofrimento, levantamos suspeitas sobre o seu amor e poder.
Reconhecer que o Senhor reina nos levará a aceitar que tudo o que experimentamos todas as situações vividas, os encontros e pessoas que passaram e ainda passarão pela nossa vida e todas as circunstâncias cooperam para o nosso bem. 
Por fim, o versículo 17 fecha “com chave de ouro” os ensinamentos desse capítulo:“Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando”.
Em todas as esferas de nossa vida, a oportunidade para fazer o bem nos faz responsáveis de fazê-lo. Se sabemos o que é bom, estamos na obrigação de viver sob esta luz. Deixar de fazer o bem é pecado contra Deus, contra nosso próximo, e contra nós mesmos.
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Pr. Adaylton de Almeida Conceição (Th.B.Th.M.Th.)

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