quinta-feira, 10 de julho de 2014

Lição 3: A importância da sabedoria humilde

Lições Bíblicas CPAD - Jovens e Adultos - 3º Trimestre de 2014

Título: Fé e Obras — Ensinos de Tiago para uma vida cristã autêntica
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva

Lição 3: A importância da sabedoria humilde - Data: 20 de Julho de 2014

TEXTO ÁUREO
“Não desampares a sabedoria, e ela te guardará; ama-a e ela te conservará” (Pv 4.6).

VERDADE PRÁTICA
A sabedoria que procede de Deus é humilde, por isso, equilibra o crente em todas as circunstâncias da vida.

HINOS SUGERIDOS - 423, 482, 592.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Tg 4.3
Oração com propósito sábio
Terça - Pv 3.35
A sabedoria resulta em honra
Quarta - Pv 16.16
A sabedoria é a maior riqueza
Quinta - Cl 4.5
A sabedoria com os não-crentes
Sexta - Pv 3.21b
A sabedoria inclui a prudência
Sábado - 2Cr 1.10
Deus dá sabedoria a quem o pede

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Tiago 1.5; 3.13-18.

Tiago 1
5 - E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada.

Tiago 3
13 - Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria.
14 - Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.
15 - Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.
16 - Porque, onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa.
17 - Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.
18 - Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.

INTERAÇÃO
A sabedoria do alto gera amor, bondade, benignidade e humildade. Ela não estimula o crente a tornar-se soberbo ou arrogante em relação ao próximo, mas nos dá limites. Faz-nos saber até onde podemos ir. Ainda que elevemos a nossa cultura, a língua e tantos outros conhecimentos, nós não temos o direito de nos mostrarmos altivos, os donos da verdade, pois de fato não o somos. A sabedoria do alto nos dá bom senso! Quantos cheios de sabedoria não mais a demonstram no relacionamento com o outro? Teoricamente são sábios, mas relacionalmente imaturos. A sabedoria do alto não gera coração soberbo, mas um coração humilde!

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Descrever a sabedoria que vem de Deus.
Demonstrar na prática a sabedoria humilde.
Compreender a distinção entre a verdadeira sabedoria e a arrogante.

COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO

Palavra Chave
Sabedoria Humilde: Nesta lição, um tipo de sabedoria que só pode vir de Deus.
Nesta lição estudaremos os ensinamentos da Palavra de Deus acerca da importância da sabedoria divina para o nosso viver diário. Tiago inicia a temática em tom de exortação, enfatizando a necessidade da sabedoria divina como condição básica de levar a igreja a viver a Palavra de Deus com alegria, coerência, segurança e responsabilidade. E isso tudo sem precisar fugir das tribulações ou negar que o crente passa por problemas. A nossa expectativa é que você abrace o estilo de vida proposto pelo Santo Espírito nesta carta. Não fugindo da realidade da vida, mas enfrentando-a com sabedoria do alto e na força do Espírito Santo.

I. A NECESSIDADE DE PEDIRMOS SABEDORIA A DEUS (Tg 1.5)
1. A sabedoria que vem de Deus. Tiago fala da sabedoria que vem do alto para distingui-la da humana, de origem má (Tg 3.13-17). Irrefutavelmente, a sabedoria que vem de Deus é o meio pelo qual o homem alcança o discernimento da boa, agradável e perfeita vontade divina (Pv 2.10-19; 3.1-8,13-15; 9.1-6; Rm 12.1,2). Sem esta sabedoria, o ser humano vive à mercê de suas próprias iniciativas, dominado por suas emoções, sujeitando-se aos mais drásticos efeitos das suas reações. Enfim, a Palavra de Deus nos orienta a vivermos com prudência. Todavia, quando nos achamos em meio às aflições é possível que nos falte sabedoria. Por isso, o texto de Tiago revela ainda a necessidade de o crente desenvolver-se, adquirindo maturidade espiritual.

2. Deus é o doador da sabedoria. O texto bíblico não detalha a maneira pela qual Deus concede sabedoria. Tiago apenas afirma que o Altíssimo a dá. Juntamente com a súplica pela sabedoria que fazemos ao Pai em oração, a epístola fornece riquíssimos ensinamentos (v.5):

a) O Senhor é que dá sabedoria. Jesus ensina que o Pai atende às orações daqueles que o pedirem (Mt 7.7,8).

b) O Senhor dá todas as coisas. Neste sentido, dizem as Sagradas Escrituras: “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como nos não dará também com Ele todas as coisas?” (Rm 8.32 cf. Jó 2.10).

c) O Senhor dá a todos os homens. Ele não faz acepção de pessoas (At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9; Tg 2.1,9).

d) O Senhor dá liberalmente. É de graça! Nosso Deus não vende bênçãos apesar de pessoas, em seu nome, “comercializá-las”.

e) O Senhor dá sem lançar em rosto. A expressão é sinônima do adágio popular “jogar na cara”. O Pai Celeste não age dessa forma.

3. Peça a Deus sabedoria. Ainda no versículo cinco, Tiago estimula-nos a fazermos as seguintes perguntas: Falta-nos sabedoria espiritual? Sentimental? Emocional? Nos relacionamentos? Caso ache em si falta de sabedoria em alguma área, não desanime! Peça-a a Deus, pois é Ele quem dá liberalmente. E mais: não lança em rosto! Ouça as Escrituras e ponha em prática este ensinamento. Fazendo assim, terás sabedoria do alto.

SINOPSE DO TÓPICO (I)
A sabedoria vem de Deus. Nós temos a necessidade de pedirmos a Ele, pois o Altíssimo é o doador.

II. A DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA DA SABEDORIA HUMILDE (Tg 3.13)
1. A sabedoria colocada em prática. Tiago conclama os servos de Deus, mais notadamente aqueles que exercem alguma liderança na igreja local, a demonstrarem sabedoria divina através de ações concretas (Dt 1.13,15; 4.6; Dn 5.12). A sabedoria é a virtude que devemos buscar e cultivar em nossos relacionamentos neste mundo (Mt 5.13-16). O tempo do verbo “mostrar”, utilizado por Tiago em 3.13, indica uma ação contínua em torno da finalidade ou do resultado de uma obra. Desta maneira, a Bíblia está determinando uma atuação cristã que promova as boas obras no relacionamento humano.

2. A humildade como prática cristã. Instruída pela Palavra de Deus, a humildade cristã promove as boas obras na vida do crente (Tg 1.17-20; cf. Mt 11.29; 5.5). Quem é portador dessa humildade revela a verdadeira sabedoria, produzindo para si alegria e edificação (Mt 5.16). A fim de redundar em honra e glória ao nome do Senhor Jesus, a humildade deve ser uma virtude contínua. Isso a torna igualmente uma porta fechada para o crente não retornar às velhas práticas. O homem natural, dominado pelo pecado, não tem o temor de Deus nem o compromisso de viver para a honra e glória dEle. Porém, o que nasceu de novo e, portanto, “ressuscitou com Cristo”, busca ajuda do alto para viver em plena comunhão e humildade com o seu semelhante (Cl 3.1-17).

3. Obras em mansidão de sabedoria. Vivemos em um tempo onde as pessoas se aborrecem por pouca coisa, onde tudo é motivo para desejar o mal ao outro. Vemos descontrole no trânsito, o destempero na fila, a pouca cordialidade com o colega de trabalho e coisas afins. Parece que as pessoas não convivem espontaneamente com as outras. Apenas se toleram! Nesse contexto, o ensino de Tiago é de sobremodo relevante: “Mostre, pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria” (v.13). Amor, cordialidade e solidariedade são valores éticos absolutos reclamados no Evangelho. Ouçamos a sua voz!

SINOPSE DO TÓPICO (II)
A sabedoria deve ser colocada em prática como uma ação concreta através da humildade.

III. O VALOR DA VERDADEIRA SABEDORIA E A ARROGÂNCIA DO SABER CONTENCIOSO (Tg 3.14-18)

1. Administrando a sabedoria. A sabedoria mencionada por Tiago assinala a vontade de Deus para a vida do crente. Uma vez dada por Deus, tal sabedoria constitui-se parte da natureza do crente. É resultado do novo caráter lapidado pelo Espírito Santo. É um novo pensar, um novo sentir, um novo agir. Deus dá ao homem essa sabedoria para que ele administre as bênçãos, os dons e todas as esferas de relacionamentos da vida humana. Quando Jesus de Nazaré expressou “assim brilhe a vossa luz diante dos homens” (Mt 5.16), Ele estava refletindo sobre o propósito divino de o crente viver a inteireza do Reino de Deus diante dos homens.

2. Sabedoria verdadeira e a arrogância do saber. Há pessoas orgulhosas que, por se julgarem sábias, não admitem serem aconselhadas ou advertidas. Sobre tais pessoas as Escrituras são claras (Jr 9.23). Entre os filhos de Deus não há uma pessoa que seja tão sábia que possa abrir mão da necessidade de aconselhar-se com alguém. O livro de Provérbios descreve que há sabedoria e segurança na multidão de conselheiros, pois do contrário: o povo perece (11.14). O rei Salomão orou a Deus pedindo-lhe sabedoria para entrar e sair perante o povo judeu (2Cr 1.10). Disto podemos concluir que lidar com o povo sem depender dos sábios conselhos de Deus é um pedantismo trágico para a saúde espiritual da igreja. Portanto, leve em conta a sabedoria divina! É um bem indispensável para os filhos de Deus. Para quem sente falta de sabedoria, Tiago continua a aconselhar: “peça-a a Deus”.

3. Atitudes a serem evitadas. “Onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa” (v.16). Aqui o autor da epístola descreve o resultado de uma “sabedoria” soberba e terrena. Classificando tal sabedoria, Tiago utiliza dois termos fortíssimos, afirmando que ela é “animal” e “diabólica”. Animal, porque é acompanhada por emoções oriundas de um instinto natural, primitivo, irracional e carnal, sendo por isso destituída de qualquer preocupação espiritual. Diabólica, porque o nosso adversário inspira pessoas a transbordarem desejos que em nada se assemelham aos que são oriundos do fruto do Espírito, antes, são sentimentos egoísticos, que se identificam com as obras da carne (2Tm 4.1-3; Gl 5.19-21). Atitudes que trazem contenda, facções, divisão, gritarias e irritabilidade devem ser evitadas em nossa família, em nossa igreja ou em quaisquer lugares onde nos relacionarmos com o outro. O Senhor nos chamou para paz e não para confusão. Vivamos, pois uma vida cristã sábia e em paz com Deus!

SINOPSE DO TÓPICO (III)
O valor da verdadeira sabedoria reflete a humildade; a arrogância, o orgulho, a soberba e a altivez à sabedoria terrena e diabólica.

CONCLUSÃO
Após estudarmos o tema “sabedoria humilde” é impossível ao crente admitir a possibilidade de vivermos a vida cristã em qualquer esfera humana sem depender da sabedoria do alto. A sabedoria divina não só garante a saúde espiritual entre os irmãos, mas da mesma maneira, a emocional e psíquica. Ela estabelece parâmetros para o convívio social sadio ao mesmo tempo em que nos previne para que não caiamos nos escândalos e pecados que entristecem o Espírito Santo. Ouçamos o conselho de Deus. Que possamos viver de forma sóbria, justa e piamente (Tt 2.12).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
SWINDOOL, Charles R. Vivendo Provérbios: Sabedoria divina para os desafios da vida moderna. 1ª Edição, RJ: CPAD, 2013.
STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2ª Edição, RJ: CPAD, 2004.

EXERCÍCIOS
1. Qual é o meio pelo qual o homem alcança o discernimento da boa, agradável e perfeita vontade divina?
R. A sabedoria que vem de Deus.

2. Sem sabedoria do alto, divina, como viveria o ser humano?
R. Sem esta sabedoria, o ser humano viveria à mercê de suas próprias iniciativas, dominado por suas emoções, sujeitando-se aos mais drásticos efeitos das suas reações.

3. Quem Tiago conclama a demonstrar sabedoria divina através de ações concretas?
R. Tiago conclama os servos de Deus, mais notadamente aqueles que exercem alguma liderança na igreja local, a demonstrarem a sabedoria divina através de ações concretas (Dt 1.13,15; 4.6; Dn 5.12).

4. O que indica o verbo mostrar utilizado por Tiago em 3.13?
R. Indica uma ação contínua em torno da finalidade ou do resultado de uma obra.

5. Segundo a lição, qual é o propósito de Deus ao dar sabedoria ao homem?
R. De o crente viver a inteireza do Reino de Deus diante dos homens.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I

Subsídio Teológico
“Embora Paulo não tenha pregado de acordo com a sabedoria do mundo, todavia ele pregou a sabedoria oculta de Deus que só pode ser discernida quando Deus dá ao homem a direção e a ajuda do Espírito Santo (1Co 2.7-14). Deus deseja que o homem tenha e conheça sua sabedoria (Tg 1.5). Ela é espiritual e consiste no conhecimento de sua vontade (Cl 1.9; Ef 1.8,9). Ela é ‘do alto’ e é contrastada com a sabedoria terrena e humana deste mundo, que pode até ser inspirada pelos demônios (Tg 3.13-17; cf. Cl 2.23; 1Co 3.19,20; 2Co 1.12). A sabedoria de Deus deve ser revelada ou ‘dada’ aos homens (Rm 11.33,34; 2Pe 3.15; Lc 21.15). Isto pode ser conferido pela Palavra de Deus e pelo ensino humano dela (Cl 3.16; 1.28; Ap 13.18; 17.9). Como no caso da sabedoria (heb. hokma) do livro de Provérbios, ela permite que o crente saiba como agir em relação às outras pessoas, e aproveitar ao máximo as suas oportunidades espirituais (Cl 4.5)” (PFEIFFER, Charles F.; VOS, Howard, F. Dicionário Bíblico Wycliffe. RJ: CPAD, 2009, p.1712).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
Subsídio Exegético

“As Ações Revelam as Origens da Sabedoria (3.13-18).
O retrato que Tiago nos oferece daquilo que é considerado como ‘sabedoria’ peia maioria das pessoas é bastante perturbador, mas precisamos ser cuidadosos para não entendermos erroneamente. Ele não está sugerindo que não exista qualquer coisa boa na humanidade (lembremos de seu aviso de que fomos ‘feitos à semelhança de Deus’ — 3.9). O problema com essa sabedoria ‘terrena, animal e diabólica’ é que tem sua origem na alma humana. Sendo assim, participa dos desejos divididos dos ‘inconstantes’; é capaz de fazer o bem (‘bendizer a Deus e Pai’ — 3.9), mas também de muitas vezes levar a ‘toda obra perversa’. Quando nossa ‘sabedoria’ é simbolizada pela ‘mansidão’ (v.13), que reconhece que sua principal origem está em Deus (1.5,21) e não em nós mesmos (como resultado de nossa ‘egoísta ambição’, vv.14,16) então os bons desejos existentes dentro de nós, por termos sido criados à semelhança de Deus, unem-se à Sua vontade em uma vida correta, e de bom trato (v.13).

Tiago se volta às qualidades que simbolizam o ‘bom trato’ nos versos 17 e 18. A lista de características e virtudes que Tiago nos oferece aqui é semelhante à descrição que Paulo faz do ‘fruto do Espírito’ (Gl 5.22,23; cf. Tg 3.17). Tanto Paulo como Tiago enfatizam que essas características devem ser a consequência natural de uma vida renovada por Deus.

O que há de particular interesse nessa lista de Tiago é o número de termos que expressam diretamente ações ao invés de simples qualidades. Aqueles que têm em si mesmos a sabedoria que vem da Palavra que foi neles ‘enxertada’ (1.21), não são apenas ‘amantes da paz’, mas também ‘pacificadores’. São atenciosos com os seus semelhantes e não procuram apenas satisfazer sua ambição egoísta. São submissos à vontade de Deus ao invés de serem ‘atraídos e engodados pela sua própria concupiscência’ (veja 1.14). Seus atos são misericordiosos (cf. 2.12,13), são imparciais e sinceros e não como aqueles que demonstram favoritismo (2.1,9). O resultado de viver de acordo com a ‘sabedoria que vem do alto’ é uma safra de virtudes (cf. 2.21-23)” (STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2ª Edição, RJ: CPAD, 2004, p.1680).

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
A Importância da Sabedoria Humilde
“É muito sábio não ser precipitado nas ações (Pv 19.2), nem se posicionar obstinadamente em suas próprias vaidades. Faz parte desta mesma sabedoria não acreditar em tudo que você ouve ou acreditou. Consulte alguém que seja sábio e consciencioso, e busque ser instruído por alguém melhor do que você, em vez de seguir suas próprias invenções (Pv 12.15)” (Thomas à Kempis). Estas palavras do monge alemão agostiniano simbolizam a sabedoria de que Tiago aborda em sua epístola. Trata-se de sabedoria de vida, não apenas de letra; é sabedoria de espírito; não apenas teológica; é sabedoria ativa; não somente passiva. É a sabedoria que o Pai deseja conceder a todos os seus filhos. É a sabedoria divina!

Nesta lição, o professor deve estabelecer o objetivo geral para ser atingido na aula: o de demonstrar que a verdadeira sabedoria, da qual trata o meio-irmão do Senhor, é humilde e faz parte da nova natureza do crente. Só pode tê-la quem é nascido da água e do Espírito. Não se trata de uma sabedoria do banco escolar. Tiago refere-se à sabedoria das Escrituras, que é Espírito e Vida. Resultado de uma íntima relação com Deus, por meio do Seu filho Jesus e pela força do Espírito Santo. Por isso, então, esta sabedoria não pode ser negociada. Ela vem exclusivamente de Deus, por meio do estudo e da exposição das Sagradas Escrituras.

Um mito deve ser repulsado na sala de aula: o de que a sabedoria vem de maneira mística ou “psicográfica”. A sabedoria de Deus é humilde porque ela não se revela unívoca, arrogante e individual. Ela nos traz a consciência de que não sabemos tudo e que, por isso, temos de estar dispostos a aprender com os outros. Retomo uma vez mais a citação de Thomas à Kempis: “Consulte alguém que seja sábio e consciencioso, e busque ser instruído por alguém melhor do que você, em vez de seguir suas próprias invenções (Pv 12.15)”. Para isto acontecer em nós é preciso ter a humildade de reconhecer que não sabemos tudo. Há quem saiba mais do que nós, e precisamos aprender com eles, pois Deus usa as pessoas para nos ensinar e cultivar a verdadeira sabedoria em nós. Portanto, professor, trabalhe estas questões com a classe e incentive-a a leitura e a meditação da Palavra.

AUXÍLIOS COMPLEMENTARES

Elaboração: Escriba Digital

Palavra Chave
Sabedoria Humilde: O conhecimento e prática dos requisitos para uma vida piedosa e reta.

INTRODUÇÃO
Tiago em sua epístola procura nos mostrar a respeito da sabedoria em seu aspecto global. Desta forma ele revela-nos a existência de dois tipos de sabedoria: A divina e a terrena. Ao estabelecer a diferença entre cada uma delas, o apóstolo exorta-nos a nos empenharmos na conquista da verdadeira sabedoria, a divina, que procede do alto.

Quantas e quantas vezes, no nosso dia a dia, precisamos ter sabedoria para tomarmos decisões, para decidirmos problemas, para darmos uma palavra de conforto, para darmos uma resposta sábia, para encararmos as dificuldades do dia a dia. Na verdade, a cada minuto de nossa vida temos que tomar decisões e, muitas vezes, elas são realmente muito difíceis, e para tudo isso precisamos da sabedoria divina, ela é um tesouro que não está exposto e não é tão fácil de se conseguir. Ela está escondida, esperando para ser descoberta. Quanto mais a buscamos, mais queremos e precisamos buscá-la, e mais experimentamos a satisfação de sermos felizes, mesmo nas adversidades.

I. A NECESSIDADE DE PEDIRMOS SABEDORIA A DEUS (Tg 1.5)

1. A sabedoria que vem de Deus. A sabedoria é uma das características mais mencionadas a respeito de Deus. Deus é classificado como onisciente, ou seja, sabe ou conhece todas as coisas. O apóstolo dos gentios quando fava dela dizia: “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!” (Rm 11.33).

Na Bíblia também é mencionada a sabedoria do Rei Salomão, filho do Rei Davi, que foi o rei mais próspero de Israel, sendo também considerado o homem mais sábio do Antigo Testamento e um dos mais sábios de toda a Bíblia. Deus deu a Salomão sabedoria, discernimento extraordinário e uma abrangência de conhecimento tão imensurável quanto a areia do mar. A sabedoria de Salomão era maior do que a de todos os homens do oriente e do que toda a sabedoria do Egito (1Rs 4.29,30).

Precisamos, urgentemente, de sabedoria para sermos bons pais, bons filhos, boas esposas, bons maridos, bons administradores, prósperos nos negócios, prósperos nos relacionamentos, prósperos no relacionamento com Deus. A sabedoria que vem de Deus nos leva a viver o melhor de Deus. O primeiro passo para se ter a sabedoria que vem de Deus é obedecendo a Deus. Temos que ser cheios de sabedoria para melhor conhecer a Deus e seus propósitos e sermos vencedores aqui na Terra.

2. Deus é o doador da sabedoria. Vivemos em uma época onde a busca por conhecimento e informação é valorizada e procurada constantemente. No entanto, sabedoria deste mundo é orgulhosa, vaidosa e soberba. Geralmente esta sabedoria conduz os homens a não darem nenhum crédito às coisas de Deus e a ridicularizarem a sua palavra. Ela exalta a autossuficiência humana, coloca o homem no centro de todas as coisas, fazendo deste a autoridade suprema em tudo. Esta sabedoria o próprio Deus a qualifica como loucura: “porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: ele apanha os sábios na sua própria astúcia” (1Co 3.19).

A sabedoria doada por Deus é:

a) Pura — Vai contra os conceitos mundanos.

b) Pacífica — Não traz contendas.

c) Moderada — É sóbria, equilibrada.

d) Tratável.

e) Cheia de misericórdia — Não olha só para si, mas consola e edifica as pessoas.

f) Imparcial — Não é injusta.

g) Sem hipocrisia — Tem uma aliança com a verdade. Onde há a sabedoria de Deus existe paz.

3. Peça a Deus sabedoria. O texto afirma: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente”. Observe os seguintes pontos:

a) Necessidade. A oração “se algum de vocês necessita de sabedoria” é a primeira parte de uma declaração fatual numa frase condicional. O autor está dizendo ao leitor: “Sei que você não vai admitir, mas você necessita de sabedoria”. Tiago trata de um problema delicado, pois ninguém quer ouvir que é tolo, que comete erros e precisa de ajuda. O ser humano é, por natureza, independente. Quer resolver seus próprios problemas e tomar suas próprias decisões. O teólogo do século 18, John Albert Bengel, colocou de modo um tanto sucinto: “A paciência está mais no poder de um homem bom do que a sabedoria; a primeira deve ser exercitada, e esta última deve ser pedida”. É preciso que o ser humano supere o orgulho para admitir que precisa de sabedoria. Mas a sabedoria não é algo que ele possui. Ela pertence a Deus, pois é sua divina virtude. Qualquer um que admita a necessidade de sabedoria deve ir até Deus e pedir-lhe. Tiago apela para o leitor e ouvinte individualmente. Escreve: “se algum de vós”. Tiago dá ao leitor a chance de se examinar, de chegar à conclusão de que precisa de sabedoria e de seguir o seu conselho para que a peça a Deus.

b) Pedido. O crente deve pedir sabedoria a Deus. Tiago deixa implícito que Deus é a fonte de sabedoria. Ela lhe pertence. O Novo Testamento afirma que o cristão recebe sabedoria e conhecimento de Deus (ver, por exemplo, 1Co 1.30). É verdade que fazemos uma distinção entre sabedoria e conhecimento quando dizemos que o conhecimento sem sabedoria é de pouco valor. Donald Guthrie observa que “se a sabedoria é o uso correto do conhecimento, a sabedoria perfeita pressupõe conhecimento perfeito”. Para tornar-se maduro e íntegro, o crente deve pedir a Deus sabedoria. Deus deseja oferecer sabedoria a qualquer um que pedir com humildade. O reservatório de sabedoria de Deus é infinito e ele “a todos dá liberalmente”.

c) Dádiva. Deus não faz acepção. Ele dá a todos, não importa quem seja, pois Deus deseja dar. É uma característica de Deus. Ele dá continuamente. Toda vez que alguém chega até Ele com um pedido, Ele abre seu reservatório e distribui sabedoria gratuitamente. Assim como o sol continua a dar sua luz, Deus continua dando sabedoria. Não podemos imaginar um sol que deixe de dar luz, muito menos pensar em Deus deixando de dar sabedoria. A dádiva de Deus é gratuita, sem juros, sem o pedido de que se pague de volta. Ela é grátis.

Além disso, Deus dá “e não lança em rosto”. Quando pedimos a Deus por sabedoria, não devemos temer que Ele expresse desprazer ou nos reprove. Quando chegamos até Ele com a fé como a de uma criança, Ele jamais nos manda de volta vazios. Temos a segurança de que, quando pedimos por sabedoria, ela nos “será dada”. Deus não decepciona aquele que pede com fé. Quem pede tem que fazê-lo sem dúvida de nenhuma espécie. Tem que estar seguro tanto do poder como do desejo de Deus em dar. O maior empecilho para as respostas à oração não é Deus, mas a nossa incredulidade.

II. A DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA DA SABEDORIA HUMILDE (Tg 3.13)
1. A sabedoria colocada em prática. Sabedoria é também olhar para a vida com os olhos de Deus. A pergunta do sábio é: em meus passos, o que faria Jesus? Como ele falaria, como agiria, como reagiria? Cristo não foi um mestre da escola clássica. Ele ensinou os seus discípulos na escola da vida. Ensinar a sabedoria é mais importante do que apenas transmitir conhecimento, mas sim, um exemplo de vida (ver At 1.1)

Tiago está contrastando dois diferentes tipos de sabedoria: a sabedoria da terra e a sabedoria do céu. Qual sabedoria governa a sua vida? Por qual caminho você está trilhando? Que tipo de vida você está vivendo? Que frutos esse estilo de vida está produzindo? A sua fonte é doce ou salgada (3.12)?

Tiago mostra, também, que essa sabedoria se reflete nos relacionamentos, pois ela é prática (3.13,14). Sábio é aquele que é santo em caráter, profundo em discernimento e útil nos conselhos. Você conhece o sábio e o inteligente pela mansidão da sua sabedoria e pelas suas obras, ou seja, imitando a Jesus, que foi manso e humilde de coração (Mt 11.29).

2. A humildade como prática cristã. A humildade é preciosa aos olhos de Deus e revela que quem a possuir será mais e mais abençoado e agraciado com os Seus cuidados; ela conserva a alma na tranquilidade e contentamento, mesmo em meio às dificuldades diárias e gera a paciência e resignação nos momentos mais difíceis possíveis.

Pode-se defini-la como “um sentimento que leva a pessoa a reconhecer suas próprias limitações; modéstia; ausência de orgulho”. Paulo nos instrui dizendo: “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos” Fp 2.3 — NVI; veja Pv 18.12).

A humildade é um sentimento de extrema importância no coração do homem que procura santificar-se; na realidade, sem esta evidência do caráter de Cristo, é impossível servir integralmente a Deus.

Na palavra encontramos textos que a descreve como uma imposição de Deus (Tg 4.10; Lc 22.26; 1Pe 5.5,6).

É a nossa obrigação, como filhos de Deus, procurarmos a humildade e nos revestirmos com ela (Cl 3.12-14), para que a vejam em nossos passos e ações (Ef 4.1,2), e glorifiquem ao Senhor.

Na Bíblia encontramos uma série de homens que são mostrados como exemplos da verdadeira humildade. Entre eles podemos destacar: Cristo (Mt 11.29); Abraão (Gn 18.27); Jacó (Gn 32.10); Davi (2Sm 7.18); Paulo 1Tm 1.15), etc.

Foram servos que não se preocuparam com a própria vida, antes, o seu prazer estava exclusivamente no Senhor e deixavam-se mover pelo Espírito Santo, reconhecendo que nada eram e que tudo provinha do Eterno. Hoje, no meio denominado cristão, nos deparamos com uma triste verdade: com raras exceções, a falta de humildade tem entrado e fincado raízes nos corações, caracterizando uma situação que contradiz claramente as ordenanças do Senhor Deus.

3. Obras em mansidão de sabedoria. Mansidão não é fraqueza, mas poder sob controle. A palavra era usada para um cavalo domesticado, que tinha o seu poder sob controle. Uma pessoa que não tem controle pessoal ou domínio próprio não é sábia. Mansidão é o uso correto do poder, assim como sabedoria é o uso correto do conhecimento.

A sabedoria é a base da qualidade da mansidão; e é essa qualidade que os mestres e os líderes cristãos devem possuir, acima de todas as demais qualidades. De outro modo, serão eles uma força destruidora na igreja, e não uma força edificante, porquanto passarão mais tempo edificando sua própria reputação e orgulho do que exaltando a Cristo e edificando a sua igreja.

III. O VALOR DA VERDADEIRA SABEDORIA E A ARROGÂNCIA DO SABER CONTENCIOSO (Tg 3.14-18)
1. Administrando a sabedoria. Na antiguidade, sabedoria e humildade eram praticamente inimigas. A visão grega da sabedoria pressupunha o orgulho. Uma pessoa “sábia” tinha que se orgulhar de sua posição. Para Tiago, porém, afirmar que se prova ser uma pessoa sábia executando obras com humildade era algo totalmente contra aquela cultura que não sabia administrar bem sua sabedoria. Algo que é também contra nossa cultura hoje. A tendência que temos é de exaltar-nos e orgulhar-nos de nossos próprios feitos.

A soberba está muito distante da humildade, característica básica de quem sabe administar sua sabedoria. É lamentável que algumas pessoas só percebam esses comportamentos no final de suas vidas, muitas vezes num leito de hospital, quando muito pouco podem fazer para reconstruírem o que destruíram, nos outros e, principalmente, em si mesmas. É preciso desenvolver a consciência que seu valor enquanto pessoa independe da posição ou aquisição, mas que acima de tudo, somos todos seres humanos, em constante processo de evolução, independente do que temos, mas com certeza por aquilo que somos.

O Novo Testamento é rico em lições deixadas por Cristo, um verdadeiro exemplo de alguém que administrava a sua sabedoria.

2. Sabedoria verdadeira e a arrogância do saber. A arrogância é uma doença espiritual maligna e silenciosa. Um dos efeitos dessa moléstia é que, em geral, o arrogante se acha a pessoa mais humilde do mundo — ele não se vê como verdadeiramente é. Constantemente aponta os erros dos outros, mas não consegue perceber como a sua essência está contaminada — e, se consegue, tem a arrogância de dizer que não é arrogante. Hoje está totalmente disseminado o conceito antibíblico de que é possível ser arrogante e ser um cristão cheio de sabedoria divina. Não é. É absolutamente impossível ser um homem sábio e ser arrogante ao mesmo tempo. São características que não cabem no mesmo indivíduo.

Arrogância é sinônimo de orgulho, altivez, soberba, prepotência. Mostre-me um arrogante e lhe mostrarei um homem sem o mínimo de sabedoria espiritual. Esse é um pecado tão grave que o salmista diz ao Senhor em Salmos 5.5: “Os arrogantes não são aceitos na tua presença” — (NVI). Em 2 Timóteo 3.1-2, o apóstolo Paulo fala sobre o perfil dos homens nos últimos tempos: “SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos.”. Sim, o olhar altivo do arrogante é um dos defeitos que Deus mais detesta, como Salomão deixa claro em Provérbios 6.16-19.

Em contraste com a sabedoria terrena descrita logo acima (arrogância), Tiago agora apresenta a verdadeira sabedoria, que deve marcar as palavras e o comportamento dos que desejam ser mestres. Tiago personifica a sabedoria, falando dela como se fosse uma pessoa; talvez siga o modelo encontrado no livro de Provérbios, no qual a sabedoria é descrita de forma similar (Pv 8.1-36; 9.3-5). Paulo emprega o mesmo artifício literário quando descreve o amor (1Co 13.4-8).

A descrição de Tiago inicia com a procedência da sabedoria: ela vem lá do alto, isto é, de Deus (Ver 1.5,17; 3.15; Êx 36.2; 1Rs 3.9-12; Pv 2.6).

3. Atitudes a serem evitadas. “Onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa” (v.16). Aqui temos o motivo pelo qual (“por que”) Tiago considera a “sabedoria” dos que almejam ser mestres terrena, animal e demoníaca: ela produz todo tipo de problema nas igrejas. Inveja (3.14) significa rivalidade invejosa e contenciosa por causa das manifestações de ira e amargura que esse sentimento produz. “Sentimento faccioso” (“ambição egoísta” — NVI) é a tradução de um verbo grego derivado de uma palavra que significa trabalhar por salário. Veio a significar aqueles que, motivados pela ambição, estão dispostos a tudo para obter seus objetivos, até mesmo romper e separar-se dos outros, provocando facções e divisões.

Onde esses sentimentos existem, e especialmente quando existem no coração daqueles que se acham sábios, aí há perturbação e toda obra perversa. Aquilo que é um sentimento interior produz atitudes exteriores. “perturbação” vem da mesma palavra que Tiago usou para descrever a pessoa “inconstante” (1.8) e a língua como um mal “incontido” (3.8). A ideia geral é de um estado de desordem, que expressa bem a situação em que ficam as igrejas quando predominam líderes cujo coração está cheio de inveja amargurada e sentimento faccioso (3.14). Um exemplo é Babel, onde o Senhor “confundiu a linguagem de toda a terra”, evento seguido pela dispersão daqueles que antes eram um único povo (Gn 11.9). Além disso, tais sentimentos causam “toda espécie de coisas ruins” (“toda espécie de males” — NVI). Essa expressão genérica de Tiago engloba tudo aquilo que é vil, perverso, maléfico para a vida das comunidades cristãs. Veja a lista das obras da carne em Gálatas 5.20. As obras de Caim são chamadas de “más” e tiveram origem na inveja amargurada que nutriu contra seu irmão Abel (1Jo 3.12).


CONCLUSÃO
A vida cristã consiste em semear e em ceifar. Aliás, toda vida é assim, e ceifamos exatamente o que semeamos. O cristão que segue a sabedoria de Deus semeia a humildade, não a arrogância; semeia a paz, não a guerra. A forma de vivermos permite que o Senhor promova algo de bom na vida de outros. Por conseguinte, só os sábios são humildes e só os humildes são sábios. As pessoas humildes são aquelas que percebem que o mundo não termina nem acaba em si. São aquelas que percebem que o centro do mundo não está em si. São, pois, aquelas que não olham para si. São aquelas que olham para fora de si. Até o mais alto quis descer até ao mais baixo. É o sábio Deus nos ensinando a humildade.

Somos o que vivemos, e o que vivemos é o que semeamos. Se vivermos segundo a sabedoria de Deus, semearemos a humildade e colheremos a exaltação divina (Mt 23.12 Lc 18.14). Se vivermos segundo a sabedoria do mundo, semearemos pecado e guerra e colheremos “confusão e toda espécie de males” (3.16 — NVI).

BIBLIOGRAFIA
Barclay, William. Comentário do Novo Testamento — Tradução: Carlos Biagini;

De Oliveira, Raimundo. Lições Bíblicas Maturidade Cristã. 1º Trimestre de 1989. CPAD;

Kistemaker, Simon J. Comentário do Novo Testamento — Tiago e Epistolas de João. Cultura Cristã;

Lopes, Hernandes Dias. Tiago: Transformando provas em triunfo. Hagnos;

Nicodemus, Augustus. Série Interpretando o Novo testamento — Tiago. Editora Cultura Cristã;

Seckler, Lou. Aprenda a Viver — Lições do Livro de Tiago. Ed. Ixtlan;

Shedd, Russel. Uma Exposição de Tiago a Sabedoria de Deus. Shedd Publicações;

Taylor. W. C. A Epistola de Tiago — Casa Publicadora Batista;

Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico expositivo — Novo Testamento. Volume 2. Geográfica Editora.
Fonte: http://www.estudantesdabiblia.com.br/

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