sábado, 14 de junho de 2014

PRESBÍTERO, BISPO OU ANCIÃO

Pelo Pr. Adaylton de Almeida Conceição

1 Timóteo 3:1-7: “Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado,excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo”.

Além dos ministérios de Ef. 4.11 existem algumas funções eclesiásticas, que visam a organização das igrejas cristãs, dentre elas destacamos o de presbítero. Os títulos eclesiásticos, por sua vez, são necessidades às quais as lideranças reconhecem, para a organização institucional. 

A ORIGEM DO PRESBÍTERO, BISPO OU ANCIÃO
O termo presbítero remete à palavra hebraica “zaqen”, com o significado de ancião, utilizada inclusive em contextos mundanos (Gn. 18.11; Js. 6.21; I Sm. 28.14; Sl. 119.100; Ec. 4.13). Os anciãos eram pessoas respeitadas, geralmente por causa da idade, por causa da experiência acumulada (Is. 65.20). Essa é uma alusão à importância que os mais idosos tinham entre os povos antigos. De tal modo que entre os judeus se lamentava a morte de um ancião, pois com ele partia a sabedoria (Lm. 2.21). Mas Deus não faz distinção de pessoas pela idade, há a promessa em Jl. 2.28, que chegaria o dia no qual o Senhor derramaria o Espírito sobre toda carne, incluindo os idosos. Em Israel o zaquen ocupava posição de liderança na comunidade (Ex. 3.16; Nm. 11.16; Dt. 5.23; I Rs. 8.1). Eles são citados nos momentos mais importantes da história daquela nação, especialmente por ocasião da renovação do pacto com Israel (Js. 24.31). A palavra grega presbuteros, no Novo Testamento, também significa ancião, e tinha relação com a liderança na sociedade judaica. O termo presbítero era bastante comum entre os líderes das igrejas de predominância judaica. Enquanto que nas igrejas de maioria gentia o título mais utilizado era o de episkopos, geralmente traduzido por bispo, que significa um supervisor. Isso porque a palavra bispo é uma junção de epi e skopos no grego, que literalmente carrega o sentido “daquele que ver de cima”, entre um grupo de pessoas. Os presbíteros, bispos ou anciãos eram as lideranças das igrejas locais nos tempos da igreja primitiva. O título de pastor, associado aos líderes da igreja, teria surgido posteriormente. A opção por um modelo institucional de igreja, mesmo nos tempos da igreja primitiva, não tem uma tendência dogmática. Por isso algumas igrejas evangélicas são pastorais, presbiterianas, episcopais, entre outros.

A IGREJA E A COMPREENSÃO DO PRESBITÉRIO
Embora muitas igrejas fazem distinção entre pastores, bispos e presbíteros, não há mistério. O pastor e bispo são a mesma coisa, a diferença é que: bispo provém do grego episkopos, que significa curador, administrador, superintendente e no sentido bíblico significa guardador de almas ou aquele que cuida do seu rebanho.
Pastor provém do grego poimém e no sentido bíblico significa guardador de almas e aquele que cuida do rebanho, a mesma definição para bispo.
Presbítero vem do grego presbúteros e significa ancião, e no sentido bíblico é um ancião, mais experiente respeitado e que mereça tal honra como acontecia em Israel, eles eram conselheiros do povo e alguns eram juízes como no tempo de Moisés, há função de presbítero em At 11.30., veja (1Tm 5.17).

ENTENDENDO O TEMA
Um dos motivo para a consolidação e perpetuação desta ideia equivocada de classe “superior” e “inferior” de presbíteros no contexto assembleiano, credito a inacessibilidade dos nossos pioneiros aos recursos bibliográficos, em especial, às obras nas línguas originais, léxicos, comentários e dicionários bíblicos, como as temos hoje abundantemente. Acrescente-se a isto toda oposição feita ao estudo teológico formal por longos anos.

Não encontramos no Novo Testamento, em hipótese alguma, os presbíteros ou bispos que exerciam o governo na igreja se colocando em posição de domínio ou superioridade “especial” sobre companheiros ou crentes em geral. É neste sentido que Pedro escreve

Aos presbíteros que estão entre vós, admoesto EU, QUE TAMBEM SOU PRESBÍTERO com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas, servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória. (1 Pe 5.1-4, ARC)

Percebam a humildade do apóstolo ao afirmar “sou também presbítero com eles”, em vez de “sobre eles”. Dessa forma, mesmo que o “anjos” nas cartas às igrejas da Ásia (Ap 2-3) sejam interpretado como um presbítero-líder, isso não o colocava em posição de domínio absoluto sobre os demais. As decisões na igreja do Novo Testamento sempre foram tomadas em conjunto (At 1.15-26; 6.1-6; 15.22-29). Em 1 Timóteo 3.1-7 temos a prescrição das qualidades que deveriam ser observadas nos candidatos ao bispado, presbitério ou pastorado, mas a forma como a escolha era feita não fica clara no texto. Escrevendo a Tito, Paulo orienta o estabelecimento de presbíteros nas cidades. Também não é exposto no texto como se dava o processo. Alguns entendem, fundamentados no contexto do Novo Testamento, que a igreja local participava ativamente do processo de eleição.

TODOS EM UM
Voltamos a frisar que, as palavras bispo, presbítero e ancião têm origens diferentes, embora a posição e função de quem recebe esses nomes no Novo Testamento é idêntica, portanto são intercambiáveis (Atos 20:17-28; Filipenses 1:1; 1 Timóteo 3; 1 Pedro 5:1, 2).
Ancião era o nome dado inicialmente aos chefes das tribos e famílias no Velho Testamento (Gênesis 50:7, Êxodo 3:18, etc.). Os anciãos das tribos de Israel eram consultados, desde Moisés até aos reis de Israel como autoridades entre o povo (2 Crônicas 34:29, etc.). Também depois do exílio continuaram a ser as autoridades (Esdras 6:7,8, etc.), e, nos tempos do Senhor Jesus e do início da igreja, eram as autoridades nas sinagogas (Mateus 15:2, etc.) e no templo, com os principais dos sacerdotes e escribas (Lucas 22:66, Atos 5:21, etc.). Como os líderes das sinagogas e do templo eram chamados “anciãos”, quando as igrejas começaram a surgir, os irmãos que estavam na direção também foram chamados “anciãos”.
As igrejas no início eram compostas de judeus, que estavam acostumados com esse nome para a posição: o seu nome não significava, necessariamente, que eram os membros mais velhos em idade. A posição de ancião não foi criada especialmente na igreja, como foi o caso dos apóstolos (pelo próprio Senhor), e dos diáconos (pelas igrejas), criados para atender a circunstâncias novas que surgiram, mas vinha já dos tempos mais antigos. Os anciãos eram os “pastores” (Efésios 4:11), os “bispos” (Atos 20:28), “os que presidem” e “os que admoestam” (1 Tessalonicenses 5:12).
Bispo é aportuguesamento da palavra grega “epískopos”, que se traduz “vigia”, “supervisor” ou “inspetor”. É evidente pelo relato bíblico que não havia diferença entre “ancião” e “bispo”, pois se referiam à mesma pessoa. A palavra “bispo” não é usada uma única vez para indicar uma função diferente daquela do ancião ou presbítero.
Presbítero é aportuguesamento do grego “presbúteros” ou “présbus,eós”, que se traduz “velho, idoso, experiente; digno de respeito, venerável”. É a tradução para o grego de “ancião”, nome portanto dado para os anciãos nas igrejas gentias, onde se falava o grego.
O Senhor Jesus é o Sumo, Grande e Bom Pastor (1 Pedro 5:4, Hebreus 13:20 e João 10:14), Pastor e Bispo das nossas almas (1 Pedro 2:25), e o único Pastor da Sua igreja (João 10:16).
Altair Germano, em um comentário sobre o tema diz: “Entendo que os presbíteros não constituíam apenas um "corpo auxiliar no governo da igreja sob a presidência do pastor". À luz do Novo Testamento, o presbítero poderia ser o próprio pastor:

"Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada:pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória." (1 Pe 5.1-4).

O PASTOR
A designação "pastor", do grego poimen (ποιμήν), fala-nos da atividade de "cuidar do rebanho", que envolvia: alimentar, guiar, cuidar (cf. VINE, p. 856, 2003). Dessa forma, os presbíteros, do grego presbuteros (πρεσβύτερος), literalmente "homem idoso, ancião, os que cuidam espiritualmente da igreja" (idem, p. 396, 2003), que assim exerciam seus presbitérios, eram chamados de "pastor".

2. Não havia a citada distinção entre "ministros" e "presbíteros". Os presbíteros eram também ministros. Nem mais, nem menos que isso.

3. O pastor que "presidia", na realidade, sempre que exercia essa função, era chamado de "bispo", do grego episkopos (ὲπίσκοπος), "literalmente, 'inspetor' (formado de epi, 'por cima de', e skopeo, 'olhar' ou 'vigiar', é encontrado em At 20.28; Fp 1.1; 1 Tm 3.2; Tt 1.7; 1 Pe 2.25. (VINE, p. 434, 2003).

O PRESBITERATO: UM PANORAMA BÍBLICO E HISTÓRICO
Uma rápida leitura do Novo Testamento deixa claro o quanto os presbíteros eram importantes na igreja primitiva. O livro de Atos dos Apóstolos, as Epístolas Pastorais e as Epístolas Gerais fazem muitas referências a eles como os líderes das primeiras igrejas cristãs. As informações disponíveis deixam claro que cada comunidade era governada por um grupo ou concílio de presbíteros, que exerciam atividades de administração, supervisão, orientação, disciplina e pastoreio das igrejas.
Todavia, não encontramos em nenhum lugar a instituição desse ofício, a maneira como surgiu nas igrejas. Ele simplesmente aparece repentinamente nas páginas do Novo Testamento. De onde teria vindo a inspiração para essa prática? Qual a origem do presbiterato cristão? A resposta a essas perguntas está no Antigo Testamento. O objetivo deste estudo é mostrar a evolução do presbiterato ao longo do tempo, começando com o judaísmo, passando pelo cristianismo primitivo e prosseguindo ao longo da história da igreja.

PRECURSORES
Os anciãos no Antigo Testamento
Conforme já mencionamos anteriormente, a liderança através de um concílio de homens chamados “presbíteros” ou “anciãos” era muito familiar aos judeus e a todos os leitores do Antigo Testamento. O concílio de anciãos era uma das instituições mais antigas e fundamentais de Israel, desde a época do cativeiro egípcio. Eles eram os representantes oficiais do povo, daí serem denominados “anciãos de Israel” ou “anciãos dos filhos de Israel”, como vemos em Êxodo 3.16,18; 4.29 e 12.21, que são as primeiras referências a eles na Bíblia. Também eram chamados “anciãos do povo” (Êx 19.7) e “anciãos da congregação”, ou seja, a congregação de Israel (ver Lv 4.15).
Embora não haja uma explicação da sua origem, nomeação ou qualificações, esses anciãos são mencionados cerca de 100 vezes no Antigo Testamento. Seu papel fundamental de liderança fica evidente em sua participação ativa de cada evento decisivo da história de Israel. Desde antes do Êxodo os anciãos exerceram liderança e autoridade entre o povo. Deus reconheceu o seu papel de liderança enviando Moisés primeiramente a eles para anunciar a libertação do cativeiro (Êx 3.16). O governo através de anciãos era particularmente apropriado para uma sociedade patriarcal, orientada para a família, como era o caso de Israel, e continuou a existir depois que Moisés e Josué concluíram a tarefa de introduzir o povo na Terra Prometida.

Quando Israel se fixou em Canaã, cada cidade, cada tribo e a nação como um todo tinha um conselho de anciãos (ver Dt 19.12; 21.3,6,19; Sl 107.32; Ez 8.1). Como líderes da comunidade, eles deviam proteger o povo, exercer disciplina, fazer cumprir a lei de Deus e administrar a justiça. Segundo a lei mosaica e a prática tradicional, os anciãos exerciam ampla autoridade em questões civis, domésticas e religiosas. A função dos anciãos como um corpo judicial é descrita nas seções legislativas do Antigo Testamento. De modo especial, o livro de Deuteronômio apresenta muitas situações específicas que exigiam o julgamento e a orientação dos anciãos (Dt 21.19; 22.15-18). Os anciãos deviam conhecer a lei, responsabilizar-se (com os sacerdotes) por comunicá-la ao povo e assegurar que ela fosse obedecida (Dt 27.1-8; 29.10; 31.9-11). Entre outras funções, eles serviam como testemunhas (Rt 4.2,9,11).

O NOVO TESTAMENTO E OS PRESBÍTEROS
Os presbíteros cristãos judeus em Atos dos Apóstolos
Ao adotarem essa forma de governo bem conhecida, os apóstolos certamente não agiram de modo arbitrário. A oração e a direção do Espírito Santo levaram os Doze e a igreja de Jerusalém a estabelecerem a liderança por meio de um conselho de anciãos. Esses anciãos cristãos também ficaram conhecidos como “presbíteros”. No livro de Atos, vemos os presbíteros de Jerusalém no exercício de algumas importantes atribuições:

Julgam questões doutrinárias (At 15.1-29). Nessa famosa passagem, os presbíteros ocupam uma posição muito mais destacada. Uma nova e próspera igreja havia surgido em Antioquia da Síria, composta de judeus e gentios. Alguns judaizantes desceram da Judéia para Antioquia e disseram aos crentes gentios que eles só poderiam ser salvos se recebessem a circuncisão. Depois que Paulo e Barnabé tiveram uma grande discussão com eles, resolveu-se levar o assunto aos “apóstolos e presbíteros”, em Jerusalém. Estes se reuniram e debateram longamente a questão (o “Concílio de Jerusalém”), tomando por fim uma decisão sábia e ponderada que foi comunicada por escrito à igreja de Antioquia, restaurando a paz nessa comunidade cristã.
O texto de Atos 15 mostra claramente o papel de liderança, deliberação e orientação espiritual exercido pelos presbíteros na igreja-mãe, ao lado dos apóstolos. Eles ouvem e julgam questões doutrinárias, ajudam a resolver conflitos, protegem a igreja de falsos mestres e assumem responsabilidade pelas doutrinas ensinadas pelos membros do seu rebanho. Portanto, eles devem ser homens sadios no juízo e conhecedores da verdade.

Os presbíteros cristãos gentios em Atos dos Apóstolos.
Além dos presbíteros judeus cristãos, o livro de Atos também faz algumas referências aos primeiros presbíteros das igrejas dos gentios. A primeira dessas referências se encontra em Atos 14.23, onde se diz que, no final da primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé promoveram a eleição de presbíteros em cada uma das igrejas que haviam estabelecido (Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe). Essa é a primeira vez que se fala sobre a instituição do presbiterato em igrejas locais.

Devido ao seu ministério itinerante, Paulo entendia a importância estratégica da nomeação de presbíteros que pudessem cuidar das novas igrejas que iam nascendo. Ao instalar presbíteros em cada igreja, Paulo seguiu a prática da igreja de Jerusalém e de outras congregações cristãs judaicas (ver Tg 5.14). Ele escolheu essa forma de liderança coletiva por meio dos presbíteros – e não uma liderança individual – por entender que ela melhor se adaptava à natureza das igrejas cristãs locais. A palavra grega“cheirotoneo” (traduzida por “promover a eleição”) sintetiza todo o processo de selecionar, examinar e instalar esses líderes.

De modo especial, eles devem pastorear o rebanho. A imagem do pastoreio associa as idéias de autoridade e liderança com as de abnegação, bondade, sabedoria, esforço, cuidado amoroso e vigilância constante. “Pastorear” significa governar a igreja de Deus, proporcionar liderança e orientação à igreja, ensinar e corrigir com base na Palavra de Deus e oferecer proteção contra os perigos que ameaçam a vida da igreja.

Eles devem estar conscientes do grande valor da igreja. Ela é a “igreja de Deus”: não pertence aos presbíteros, aos apóstolos ou a qualquer pessoa. Deus chamou à existência o seu rebanho e o protege, sustenta e nutre. A redenção da igreja custou a Deus um alto preço: o sangue de Cristo. Assim, os presbíteros são os mordomos e administradores que o Senhor colocou à frente do seu povo e devem estar conscientes da grande honra e da imensa responsabilidade que isso representa.

Os Presbíteros Nas epístolas gerais
As últimas referências aos presbíteros no Novo Testamento são encontradas nas epístolas gerais. Tiago 5.14 fala das responsabilidades pastorais desses líderes em relação aos enfermos, orando por eles e ungindo-os com óleo em nome Senhor. A última passagem, encontrada em 1 Pedro 5.1-4, é muito importante por várias razões: (a) o apóstolo Pedro dá testemunho da existência de presbíteros em diversas regiões da Ásia Menor (ver 1.1); (b) o chamado “príncipe dos apóstolos” se apresenta como um presbítero igual aos demais; (c) à semelhança de Paulo em Atos 20, Pedro mostra que a principal responsabilidade dos presbíteros é “pastorear o rebanho de Deus” e fazê-lo de modo espontâneo, desinteressado e exemplar; (d) em assim fazendo, eles estarão seguindo o exemplo do Supremo Pastor.


CONCLUSÃO
Temos que reconhecer que o Presbítero não é um degrau depois do Diácono nem um degrau ante do Evangelista ou do Pastor. Também fica claro que o plano de Deus é que haja vários presbíteros em cada igreja local (Atos 14:23; Filipenses 1:1). 
O presbítero e o diácono precisam ser homens apegados à Palavra de Deus – Não podem ser neófitos e imaturos espiritualmente, mas homens experimentados. Eles devem ser aptos para ensinar. Somente aqueles que dispõem o coração para aprender e viver a Palavra estão aptos para ensinar a Palavra.

Rev. Adaylton de Almeida Conceição (Th.B. Th.M. Th.D. Psy.)
www.adayltonalm.spaceblog.com.br

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
Adelmo Ribeiro Furtado,- Presbitero e Igreja
Alderi Souza de Matos - Definindo o que são presbíteros
Altair Germano - Presbítero são ministros da Palavra? (2ª PARTE)
ARAÚJO, Isael de. Dicionário do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
BERGSTÉN, Eurico. Introdução à Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
BÍBLIA. Português. A Bíblia sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004. Revista e atualizada no Brasil, 2. ed. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
D. A. Carson - O Presbiterato – Panorama Bíblico e Histórico
Helio M. Silva - Presbítero Pástor (Bispo)
Irmão Teinho - O Presbítero, Bispo ou Ancião
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