quarta-feira, 4 de junho de 2014

O MINISTERIO DE MESTRE (Doutor)

Por Pr. Adaylton de Almeida Conceição
"E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo." (Efésios 4:11-12)
Os gregos chamavam a educação de ‘paideia’, aquilo que se devia proporcionar às crianças (‘paides’, de onde: pedagogia). Mas era geralmente algo que só existia sistematicamente nas famílias abastadas, que confiavam essa tarefa a algum escravo bem preparado. Por isso, os educadores hoje não devem estranhar por serem tratados como escravos...

Na Antiguidade bíblica, disciplina, educação e sabedoria andavam de mãos dadas. Era o que a Bíblia visava com a instrução ou ‘torah’. A Torá, de fato, não são apenas os cinco livros da Lei atribuídas a Moisés, e que contêm muitas outras coisas que não as leis: parábolas, oráculos, hinos, histórias instrutivas, informações sobre o povo de Israel e as ‘gentes’ (as outras nações)... A Torá, que geralmente, pelos cristãos, é lembrado como uma lei opressora, na realidade não é outra coisa que a educação do povo, e essa educação encontra-se em todos os livros da Bíblia e na tradição dos escribas judeus, o Talmude. Para os cristãos, a parte cristã da Bíblia, ou seja, o Novo Testamento, desempenha o mesmo papel: ensinar o povo fiel a viver.
O ENSINO - UMA AÇÃO FUNDAMENTAL
Uma das ações fundamentais para o cumprimento da missão da Igreja é a da educação, comumente chamada de ministério de ensino.
No passado este ministério era designado como “ministério docente”. As expressões ministério de ensino ou ministério docente indicam a ação educativa da Igreja. O termo educação apresenta uma compreensão mais abrangente que a Igreja assume para a tarefa docente, ou seja, não se trata apenas da transmissão do conhecimento, mas sim da preparação para a vida, considerando a sua integralidade.
É importante considerar que o/a professor/a da Escola Dominical e todos/as que atuam na educação cristã têm esta missão de educar para a vida integral. Na linguagem bíblica a palavra mestre vem do termo grego διδασκαλοσ (lê-se didaskalos), que quer dizer “professor”, “mestre” ou “aquele/a que transmite um conhecimento”. Em 1 Coríntios 12.28, esta palavra aparece como o terceiro dom espiritual de um grupo de três. Era a ação na Igreja Primitiva de explicar aos outros a fé cristã e oportunizar uma exposição cristã acerca dos textos do Antigo Testamento. 
Explicar é mais do que transmitir conhecimento, pois a explicação requer que educador/a e educando/a caminhem juntos e busquem, no diá- logo e na convivência, construir o saber. Explicar é um processo dialógico entre as pessoas envolvidas. Não se trata de ação exclusiva daquele/a que explica, mas sim de facilitação da compreensão e do aprendizado e sua consequente contextualização, para aquele/a que aprende. Neste sentido, o diálogo é fundamental para que a explicação não seja um ato mecânico, mas tenha sinergia em todos os momentos do processo de explicação. recordamos o relato sobre Filipe quando se encontrava em viagem entre Jerusalém e a cidade de Gaza (At 8.26-38). Por lá estava passando um homem da Etiópia. Esse homem era funcionário da rainha Candace, dos etíopes. Ele tinha ido ao templo de Jerusalém para adorar. A expressão “adorar” significa que era simpatizante da religião oficial dos judeus, no caso o judaísmo. Na volta, estava lendo um texto do profeta Isaías, mas sem conseguir entender. Filipe se aproximou do etíope e ouviu dele que não conseguia entender o texto das Escrituras porque não tinha quem lhe explicasse. Filipe então passou a explicar-lhe as Escrituras. O etíope aceitou a explicação de Filipe e foi batizado, como sinal de que havia se tornado um cristão e que estava comprometido com o reino de Deus.
Com sua ação, o evangelista Filipe nos ensina que para haver a aceitação e compreensão do Evangelho é necessário que haja quem explique as Escrituras. Esta é a função de quem ensina na Escola Dominical e de todos que exercem a ação educativa na Igreja.
O MINISTERIO DE MESTRE/DOUTOR
O ministério de Mestre ou Doutor é muito importante no Corpo de Cristo. O ministério é como os membros de um corpo. A mão necessita do pé, o pé necessita dos olhos, todos necessitam uns dos outros: “Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros”. “Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos” (Romanos 12.4,5; I Coríntios 12.14).
Todos os ministérios, direta ou indiretamente, estão ligados ao ensino. Quando o Senhor disse: “ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 15.16), também disse:”Ensinai” ( Mateus 28.19). Assim que o ensino está ligado ao ministério da igreja, num sentido direto; Entretanto, existe um ministério específico, dedicado exclusivamente a este serviço ou ofício: “Se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Romanos 12.7). Aqui fica claro que aquele que possui este dom deve dedicar-se totalmente ao ministério do ensino.

Quem são os mestres?
Parece óbvio, mas os mestres são aqueles que ensinam na igreja. Entretanto, não podemos permitir que o sentido aparentemente vulgar da frase oculte um poderoso instrumento de Deus na igreja local.
O mestre ao qual nos referimos não se resume a alguém que possui uma credencial de professor, líder de departamento, diácono, presbítero ou mesmo pastor, os quais tenham sido “encaixados” na função de ensinadores.
Estamos estudando aqui aquele que recebeu de Cristo o dom do ensino, o qual não depende de circunstâncias ou credenciais.
O dom de Mestre ou Doutor ocupa um lugar específico e de muita importância no Novo Testamento. Isso pode ser comprovado pelo fato de que este dom é mencionado em todas as três listas de ministérios, que são apresentadas em Romanos 12.6-8; I Coríntios 12.28 e Efésios 4.11. 
"Na igreja de Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simeão chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo. Enquanto adoravam e jejuavam, disse o Espírito Santo: “Separem Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado”. Assim depois de Jejuar e orar impuseram-lhes as mãos e os enviaram. ” Atos 13.1-3.
Deus usa a mente do mestre. O mestre bíblico ocupa-se da doutrina, do ensino bíblico, portanto, necessita dos dons da ciência e da sabedoria.
O mestre deve aprofundar-se nas ciências bíblicas, exegese e hermenêutica, sem jamais deixar de depender do Espírito Santo para capacitá-lo e dirigi-lo no preparo de estudos e sermões, e na exposição da palavra.
QUE PENA. Não se conhece entre nós muitas igrejas que sustentam os mestres para exercício do ministério de ensino, assim como sustentam seus pastores, se bem que todo pastor também deve ensinar pela natureza do seus cargos.
JESUS, O GRANDE MESTRE
A declaração de Nicodemos a respeito de Cristo é muito clara: “Este foi de noite ter com Jesus e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és mestre vindo de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele”. (João 3.2).
Sabemos que os dons de Deus são evidenciados por uma habilidade sobrenatural, superior aos melhores métodos da melhor didática. Portanto, o dom de mestre é revelado através da capacidade divina em transmitir conhecimentos espirituais.
Jesus, apesar de ser o Mestre dos mestres, se caracterizava por sua maneira simples de ensinar. Nunca tinham ouvido ensinos tão profundos como os de Jesus. Mesmo sendo ensinos de grandes profundidades, eram transmitidos de forma tão simples que estava ao alcance de toda classe de ouvintes. As verdades mais profundas e mais sérias eram expostas com um verdadeiro caráter de pura revelação de Deus ao povo.
Os métodos universais de Jesus. Cada país tem sua própria legislação de ensino, a qual geralmente se diversifica segundo os costumes das varias regiões. Os ensinos de Jesus foram universais. Seriam para toda a Palestina e para todo o mundo; tanto para seu dias como para todas as épocas. É o único método de ensino que é atualizado automaticamente. O mesmo é superior ao tempo, aos usos e aos costumes de todos os povos.
Longe se ser uma filosofia complicada, Seus ensinos apontavam à solução para os problemas de todas as classes, vindo de encontro das necessidades de todos os homens.
A maneira pratica e clara dos pensamentos e ilustrações nos ensinos de Jesus, as fizeram adaptáveis às crianças e aos adultos, a pescadores e a mestres da lei, no seu tempo e em nossos dias.
Jesus ensinava com autoridade. Quando concluiu seu maravilhoso sermão do monte, Mateus registra o seguinte: “E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou de sua doutrina, porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas”. (Mateus 7.28,29).
As palavras dos escribas eram simples produto do que tinham na mente. Eram destituídas de vida e poder. Tinham efeito semelhante à palavra de um professor de matemática para o aluno. Enquanto que as palavras de Jesus tinham a força de um decreto, de autoridade competente. Suas lições eram leis; Suas palavras eram mandamentos divinos.

O DOM DE MESTRE – FINALIDADE
Mestre ou Doutor é o ministro que recebe o dom de Deus para ensinar. A exposição clara e fundamentada da doutrina de Cristo constitui a prova mais autentica da verdade do Evangelho e o meio mais eficaz para a edificação dos fiéis. Para isso, aqueles que possui este importante dom de ensinar, devem dedicar-se a fazê-lo com dedicação, não esquecendo que os dons espirituais, mesmo sendo de procedência divina, também dependem do cuidado e zelo de quem os recebe. Paulo ensina o seguinte: “Assim, também vós, como desejais dons espirituais, procurai sobejar neles, para a edificação da igreja” (I Coríntios 14.12). “Não desprezes o dom que há em ti...”. (I Timóteo 4.14). 
Paulo considera tão importante este ministério, que recomenda a Timóteo transmiti-lo a outros: “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouvistes, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros” (2 Timóteo 2.2). Ao “mestre”, é de grande importância o conhecimento profundo das Escrituras e também condições intelectuais para analisá-las, a fim de estar seguro quanto ao uso correto da doutrina. Ao mesmo tempo, o Espírito Santo, por meio do dom de mestre, traz à luz as mais preciosas e profundas verdades divinas. Entretanto, todas são tiradas do grande tesouro das Sagradas Escrituras. O verdadeiro mestre não só diz o que sabe, mas também sabe o que diz.
Um pastor ou uma pessoa que tem outro ministério pode ter o dom de “mestre”. Paulo afirma que foi constituído, “pregador, apostolo e mestre”.(2 Timóteo 2.11). 
O ministério do ensino ou de mestre, funciona como auxiliar na obra do Senhor. Apolo regou a semente que Paulo havia plantado: Isso quer dizer que, aqueles que Paulo tinha evangelizado, Apolo os doutrinaram, regando-os por meio do ensino ( I Coríntios 3.6-8).
Podemos por meio do ensino, edificar a obra do Senhor, ou seja, consolidar as bases da fé, segundo a Palavra de Deus. (I Coríntios 3.6-10; I Timóteo 3.16,17). Também podemos apascentar ou literalmente, dar alimento substancial ao rebanho. (I Pedro 5.1,2). Os fiéis também são iluminados pelo ensino correto da Palavra de Deus (Salmo 119.105. 2 Pedro 1.19).
Aquele que ensina(o mestre), também necessita receber um ensino lógico e sistemático, conforme à inspiração do Espírito Santo a fim de que Deus possa usá-lo com sabedoria e poder.

A PROVISÃO DE CRISTO PARA A SUA IGREJA HOJE
Jesus concedeu Dons Ministeriais à Sua Igreja: "E ELE MESMO CONCEDEU uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e MESTRES (Efésios 4.11)".
Ele concedeu Dons ao subir às alturas, e levou cativo o cativeiro (seio de Abraão) dos santos da Velha Aliança que esperavam a consumação do plano de redenção de Deus (Efésios 4.8).

Qual o alvo de Jesus ao conceder Dons Ministeriais aos homens?
a - Para o Aperfeiçoamento dos santos. Para ajustar ou preparar plenamente os crentes para a volta de Jesus.
b - Para o Bom Desempenho do seu serviço. Para o trabalho ou função no Ministério (cargos na Igreja).
c - Para a Edificação do Corpo de Cristo (na Fé).

ATÉ QUANDO ELE CONCEDEU OS DONS DO MINISTERIO?
"Até que todos os crentes cheguem à unidade da fé e cheguem ao pleno conhecimento de Jesus, á perfeita varonilidade e a medida da estatura de Cristo" (Efésios 4.12-13).

OS CRENTES PERECEM POR FALTA DE CONHECIMENTO
O crente não perece por causa do diabo. As Escrituras afirma que o povo de Deus perece porque lhes falta conhecimento (Oséias 4.6). O conhecimento vem pelo ensino, enquanto que a Fé vem pela pregação da Palavra de Cristo (Romanos 10.17). Eles precisam ser ensinados até que conheçam a Verdade, e só a Verdade os libertará (João 8.32).

Deus é a Verdade. Jesus é a Verdade. O Espírito Santo é a Verdade. A Palavra de Deus é a Verdade. O poder do Espírito Santo é verdade. A doutrina de homens é mentira e engano.

O Espírito Santo afirma expressamente que, nos últimos dias, alguns apostatarão da Fé, ou seja, trocarão a Sã Doutrina pelo ensino de espíritos enganadores (falsos mestres) e a ensinos de demônios (1Timóteo 4.1).

Quando eu ainda era bebê espiritual, ouvia coisas absurdas nas Igrejas como: Todos nós somos pecadores, e você vai morrer doente, e Deus vai te colocar no leito, ou na cova, ou te provar com uma doença, ou te matar para não se desviar e perder a salvação...

Todos os crentes já estão aperfeiçoados hoje? Não. O Corpo de Cristo ainda necessita de edificação? Sim. Por quê? Porque os Dons Ministeriais não estão em operação ainda hoje em todas as Igrejas.
Repare que o mestre é o único que é citado três vezes nas passagens sobre Dons Ministeriais: Deus estabeleceu na Igreja mestres (1Coríntios 12.28), no Corpo de Cristo (Igreja) temos o mestre: "O que ENSINA esmere-se em fazê-lo (Romanos 12.7)", e Jesus concedeu mestres à Igreja (Efésios 4.11).

Na igreja de Antioquia havia profetas e mestres (Atos 13.1). Esse Dom Ministerial é muito importante para a Igreja hoje, como o era antes, por causa da expansão da doutrina de homens. Por isso o Espírito Santo segue capacitando, sobrenaturalmente, homens e mulheres, para Ensinar a Verdade aos filhos de Deus.

DEUS ENSINAVA OS PATRIARCAS
Deus ensinava os homens da Velha Aliança: "Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ENSINAREI o que hás de falar (Êxodo 4.12)".

O MESTRE JESUS CRISTO
Jesus ensinava mais do que pregava: "Percorria Jesus TODA a Galiléia, ENSINANDO nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo (Mateus 4. 23, Marcos, Lucas e João)".

O MESTRE ESPÍRITO SANTO
Nosso Consolador é Mestre: "Porque o Espírito Santo VOS ENSINARÁ, naquela mesma hora, as coisas que deveis dizer (Mateus 12.12)". "Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, esse VOS ENSINARÁ todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (João 14.26)".

AS ESCRITURAS ENSINAM
A Bíblia é útil para o ensino: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ENSINO, para a repreensão, para a correção, para a EDUCAÇÃO na justiça a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. (2Timóteo 3.16-17)".

Ao mestre cabe esmerar-se em ensinar a Verdade, preceito sobre preceito, e instruir os crentes nos princípios elementares da doutrina de Cristo que os conduzem ao que é perfeito (Hebreus 6.1-2).
O mestre deve manejar bem a Palavra de Cristo e evitar falatórios inúteis. Deve repelir questões insensatas, que geram debates. Ele não vive a contender e sim a instruir, até os opositores da sã doutrina de Cristo. É brando, paciente e ensina com mansidão (2Timóteo 2. 14-26).
A IMPORTANCIA DO MINISTERIO DO MESTRE
Á igreja em Filadélfia foi dito o seguinte: “Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra” (Apocalipse 3.10).
O ensino da palavra de Deus, não só esclarece a mente para discernir entre o bem e o mal, como também afirma o caráter cristão. “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra” (Salmo 119.9).
A falta de “mestres” e da doutrina fundamentada nas Escrituras, é a causa da instabilidade em muitas igrejas.
Os maus costumes e as práticas errôneas, bem como as más atitudes são corrigidos pelo ensino correto da Palavra. “Pelo que, rejeitando toda imundícia e acúmulo de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar a vossa alma”. (Tiago 1.21).
A Palavra de Deus ensinada com a habilidade concedida pelo Espírito Santo, fertiliza e vivifica a vida espiritual do rebanho, despertando os ânimos sinceros, despertando nos corações, rejeição pelo pecado e o desejo de santidade.
Paulo, orientando a seu filho na fé, Timóteo, fala sobre a importância do ensino. “Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências” *2 Timóteo 4.2,3).
Felizes são os cristãos que tem a oportunidade de ter um “Mestre” da parte de Deus para ensinar a são doutrina. Os resultados são percebidos em curto, médio e longo prazo.
O mestre eficaz não deixa de ser um bom discípulo. Será sempre um aprendiz. Quando mais aprende das Escrituras, melhor pode ensinar.
Oremos pra que Deus possa dar mais e mais “Mestres” à Sua Igreja, a fim de que todos tenhamos um crescimento sadio e harmonioso.

Pr Adaylton de Almeida Conceição (Th.B.,,Th.M.,Th.D.,D.D.)

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adayl.alm@hotmail.com

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