quarta-feira, 28 de maio de 2014

O MINISTERIO DE PASTOR

Efésios 4:11 “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres”.

O pastorado eficiente é um dom de Cristo. Não depende de um curso especial,m nem é produto de treinamento. Cristo deu a sua igreja (Efésios 4.11). Não pode ser substituído por nenhum preparo intelectual. A instrução pode ser importante no exercício do ministério pastoral, mas para que este seja uma verdadeira benção para a igreja, necessita ser um dom vindo do alto.

Os dons do Senhor, não só habilitam, como também capacitam para o trabalho e levam aos vocacionados a realizarem o trabalho do Senhor com zelo.Através da experiência, notamos que aquele ministro cujo trabalho é infrutífero possui apenas o título e não o dom. O evangelista que não tem mensagem e não ganha almas, é alguém que recebeu um título inadequado.

Não é o título que atrai o dom ministerial, ao contrario, o título deve corresponder ao dom ministerial em evidência. O dom de pastor se qualifica por varias virtudes, exigidas para este ofício.

Pastor: ποιμην (poimen). De todos os ministérios cristão, o pastorado é o mais conhecido em nossos dias. Não raro, o título é dado até mesmo aos ministros em diferentes funções ministeriais. A função é tão honrosa, que o antigo Testamento freqüentemente atribui a Deus o título de pastor de Israel (Jr. 23:4; Sl. 23:1; Sl. 80:1).

O vocábulo originalmente aplicado a um guardador de ovelhas significa apascentador, guia protetor (Is. 40:11). Estas definições correspondem às varias fases das atribuições e deveres do pastor. Como no caso dos demais ministérios, encontramos em Jesus o grande exemplo de pastor.

O dom divino de Pastor deve evidenciar-se por um caráter disciplinado e uma personalidade normal, em virtude da complexidade de sua função, nas relações com pessoas de ambos sexos, de diferentes idades e variadas condições sociais (I Timóteo 5.1,2).

A função pastoral através do dom consiste na habilitação divina do ministro para governar a igreja; na maneira correta de dirigir as reuniões, sem aquele caráter de rotina, de uma liturgia sem vida, mecânica. Que não se deixe levar pelo formalismo nem pelo fanatismo. Que sabe reconhecer e utilizar os valores existentes na igreja. Que sabe orientar e instruir nas decisões a serem tomadas pela assembléia, sem desprezar as opiniões construtivas dos demais. Que sabe ir ao máximo de seus deveres e não excede ao limite de seus direitos.

O que é preciso para se tornar um pastor? Freqüentar um seminário, estudos bíblicos, ser filho de pastor? Ter alguém influente na convenção? Qual o requisito que faz com que um homem se torne pastor?

O chamado de Deus para o pastorado e a habilitação pelo dom divino, consistirá na ação produtiva e capacidade para liderar a congregação. Muitas vezes corresponderá ao pastor, tomar uma decisão em determinados casos difíceis, que são trazidos pelos membros de sua congregação. É muito grande a responsabilidade de um pastor. Por esse e outros motivos, dizemos que o pastorado é uma função especial para pessoas especialmente escolhidaspor Deus.

PASTORES/ANCIÃOS NO VELHO TESTAMENTO
Sabemos que o Novo Testamento, o evangelho de Cristo, fornece o padrão para a igreja de hoje (veja João 12:48-50; Hebreus 8:6-13; 2 João 9; Colossenses 3:17). Mas o Antigo Testamento contém exemplos instrutivos que ajudam para entender a vontade de Deus (1 Coríntios 10:1-13; Romanos 15:4). No Velho Testamento, encontramos líderes entre o povo de Israel chamado, às vezes, anciãos (o sentido da palavra presbítero no Novo Testamento). Os anciãos das cidades israelitas resolveram problemas que surgiram entre as pessoas (Deuteronômio 21:2,19; 22:15-17; Rute 4:1-11). Quando não conduziram o povo no caminho de Deus, ele cobrou: "O Senhor entra em juízo contra os anciãos do seu povo e contra os seus príncipes. Vós sois os que consumistes esta vinha; o que roubastes do pobre está em vossa casa. Que há convosco que esmagais o meu povo e moeis a face dos pobres? — diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos" (Isaías 3:14-15). Deus condenou os pastores gananciosos que não compreenderam a vontade dele e conduziram o povo ao pecado (Isaías 56:9-12). Jeremias transmitiu as palavras do Senhor sobre pastores maus: "Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscaram ao Senhor; por isso, não prosperaram, e todos os seus rebanhos se acham dispersos" (Jeremias 10:21). "Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! —diz o Senhor. Portanto, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o Senhor" (Jeremias 23:1-2).

PASTORE NAS IGREJAS NO NOVO TESTAMENTO
No Novo Testamento, encontramos muitas referências aos pastores/presbíteros/ bispos. Descobrimos em Atos 20:17 e 28 que esses três termos se referem aos mesmos homens (veja, também, 1 Pedro 5:1-2, onde os presbíteros pastoreiam). Não temos nenhuma base bíblica para usar o termo "bispo" para descrever um cargo, "pastor" para outro e "presbítero" para ainda outro. Pastores, bispos e presbíteros são os mesmos servos. Lendo o livro de Atos, achamos vários versículos que mencionam presbíteros: na Judéia (11:30); em cada igreja na Ásia Menor (14:23); em Jerusalém (15:2,4,6,22,23; 16:4); da igreja em Éfeso (20:17,28) e, mais uma vez, em Jerusalém (21:18). As epístolas, também, se referem aos homens que pastoreavam as igrejas: "pastores e mestres" (Efésios 4:11); "bispos" em Filipos (Filipenses 1:1); "o presbitério" (1 Timóteo 4:14); "presbíteros que há entre vós" (1 Pedro 5:1; aqui aprendemos que Pedro era presbítero, um dos dois apóstolos assim identificados—veja 2 João 1 e 3 João 1).
O trabalho dos presbíteros inclui várias funções importantes: pastorear (Atos 20:28; 1 Pedro 5:2); ensinar (Efésios 4:11-16; Tito 1:9); ser modelos (1 Pedro 5:3); presidir (1 Timóteo 5:17); vigiar (Atos 20:31); velar por almas (Hebreus 13:17); guiar (Hebreus 13:17); cuidar/governar (1 Timóteo 3:5); ser despenseiro de Deus (Tito 1:7); exortar (Tito 1:9); calar os enganadores (Tito 1:9-11); etc. Lamentavelmente, nos dias de hoje, vemos muitos jovens, quase que garotos, atuando como Presbítero, sem nenhuma qualificação bíblica para tal. O presbítero, em algumas denominações, não passa de um cargo de passagem, uma espécie de trampolim para Evangelista ou Pastor (totalmente contrario ao que vemos na Bíblia).
Observamos em todos os exemplos bíblicos que as igrejas que tinham presbíteros sempre tinham mais de um. Seja em Jerusalém, Éfeso, Filipos ou outro lugar, sempre fala dospresbíteros no plural.
AS QUALIFICAÇÕES BÍBLICAS DE PASTORES/PRESBÍTE-
ROS/BISPOS.
Paulo cita as qualificações dos bispos/presbíteros em duas cartas (1 Timóteo 3:1-7; Tito 1:5-9). A linguagem dele deixa bem claro que ele não está dando meras sugestões, e sim requerimentos. Em 1 Timóteo 3:2 ele diz: "É necessário, portanto, que o bispo seja...." Tito 1:7 diz: "Porque é indispensável que o bispo seja...." Antes de examinar as qualificações em si, vamos entender bem esse ponto. Os requerimentos que encontramos nesses dois trechos são qualidades que o Espírito Santo revelou, através de Paulo, como exigências. Para servir como presbítero, um homem precisa de todas essas qualidades. Ninguém tem direito de apagar nenhum "i" ou "til" do que Deus falou aqui.
Agora, vamos ler o que o Espírito falou nessas duas listas paralelas (bem semelhantes, mas não exatamente iguais).
"Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo" (1 Timóteo 3:1-7).
"Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem" (Tito 1:5-9).
Na atualidade, algumas denominações não requerem estas qualificações, pois o Presbítero (segundo eles) é apenas um cargo de segunda classe...

O CUIDADO DO PASTOR
O cuidado que Cristo tem de nós, como Pastor e Bispo de nossas almas, pode ser expresso nestas palavras: "instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselhos" ( Sl. 32:8 ).

O pastorado eficiente é um Dom de Cristo. Não depende de curso especial, nem é produto de treinamento. Cristo o deu à sua Igreja (Ef. 4:11). Não pode ser substituído por nenhuma preparação intelectual. A instrução, a preparação através de uma escola teológica é importante e fundamental para o exercício do ministério pastoral, para aqueles quem receberam o chamado, não há duvida de que este, para ser proveitoso, para ser uma verdadeira benção para a Igreja, necessita ser um Dom vindo do alto ( Tg. 1:17 ).

Em João 21:15-17, no diálogo que Jesus manteve com Pedro, antes de sua restauração ao ofício pastoral, o mestre usou dois termos, que sugerem dupla função do pastor, que são:

1. Apascentar. "Apascenta meus cordeiros... apascenta minhas ovelhas". O vocábulo significa "alimentar, dar de comer, sustentar, nutrir". A linguagem é figurada e traduz o dever de doutrinar ensinando a Palavra, ministrar conhecimento, dirigir no bom caminho;

2. Pastorear, guardar: pastoreia as minhas ovelhas. O sentido de pastorear vai alem de apascentar, isto é, o dever de guiar o rebanho, e não somente alimentar, mas conduzir ao pasto, ou mesmo prover pastagem para o rebanho. Nos tempos de seca, o pastor precisa encontrar erva e água para alimentar o rebanho. Era isto um tipo do pastor de almas, que, pela graça de Deus, deve sobrepor-se às diferentes crises que tenha que enfrentar, em condições de sempre prover o rebanho do vital alimento, pela orientação sadia, pela mensagem ungida, pela palavra vivificadora, ...alimentando com as palavras da fé e da boa doutrina bíblica... (ITm. 4:6 ).

Em João 21.16, Jesus usou o termo: “apascentar”; “apascenta as minhas ovelhas”. No versículo anterior, Ele disse “apascenta os meus cordeiros”. Sabemos que o termo “ apascentar”, vais mais além de pastorear, incluindo tudo o que significa o ofício de pastor, ou seja, o dever de guiar o rebanho e, não apenas alimentar, mas conduzir ao pastor, prover o alimento para o rebanho. No tempo de seca, o pastor necessitava encontra pasto e água para alimentar o rebanho. O verdadeiro pastor de almas, deve, pela graça de Deus, se sobrepor à diferentes crises que tenha que enfrentar. Deve estar sempre pronto para, mesmo em tempos de crises, prover o alimento para o rebanho, através da sã doutrina, pela mensagem ungida, pela palavra de vida. “...criado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido” (I Timóteo 4.6).

Também é função do pastor, a obrigação ou dever de ir buscar e recuperar a ovelha fraca ou doente, ou afastada do rebanho “Vivo eu, diz o Senhor Jeová, visto que as minhas ovelhas foram entregues à rapina e vieram a servir de pasto a todas a s feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuram as minhas ovelhas, pois se apascentam a si mesmos e não apascentam as minhas ovelhas”. (Ezequiel 34.8).Esta doutrina foi confirmada por Cristo em Lucas 15.1.

QUALIDADES DE UM PASTOR
“Esta é uma palavra fiel: Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de toró ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus, não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo)” - I Timóteo 3.1-6.

Analisando este texto, encontramos três qualidades fundamentais para um ministério eficaz:
1. Um homem que governa a si mesmo,
2. Um homem que governa a sua casa,
3. Um homem que governa a igreja de Deus.

1. Um homem que governa a si mesmo. Sem sombra de dúvida, o domínio se próprio constitui na qualidade básica de um ministro de Deus. Paulo ao falar sobre as piores classes de homens, faz uma referencia a uma classe que está muito longe de desejar o pastorado (2 Timóteo 3.1-5). Quando ele fala sobre as características do bispo, entre outras coisas, ensina que convém que “seja dono de si mesmo”. (Tito 1.8).

2. Um homem que governe bem a sua casa. O ministério de um pastor cuja família pode servir de exemplo para as demais famílias, é muito abençoado em todos os sentidos

3. Um homem que governe bem a igreja de Deus. Só o homem que governa bem a si próprio e governa bem a sua casa, terá autoridade para cuidar da igreja de Deus. Esta habilidade inclui:
- Capacidade para distribuição dos serviços aos membros da igreja,
- Capacidade para administração. A capacidade do pastor para cuidar das coisas da igreja de maneira honrada (principalmente da parte financeira), inspira confiança nos membros para servir, contribuir e brindar toda sua confiança no pastor.

Em 1 Timóteo 3.1-5, Paulo faz uma exposição dos aspectos positivos e negativos de um ministro de Deus.

a. “Seja irrepreensível”. Um homem repreensível não tem autoridade para repreender e exortar para convencer a aqueles que contradizem (Tito 1.9). A Bíblia recomenda aos cristãos a imitar à fé de seus pastores. “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver” (Hebreus 13.7). Por isso é que dizemos: “Tal pastor, tal rebanho”.
b. Esposo de uma só mulher. O bígamo ou polígamo é um homem governado pelas mulheres. É uma pessoa que, moralmente, não tem autoridade.
c. Apto para ensinar. Isto significa que está capacitado e pronto para comunicar a outros os conhecimentos da Palavra de Deus.
d. Não neófito. O orgulho, a arrogância, a presunção, são coisas comuns ao neófito. A soberbia é comum ao ignorante espiritual, inexperiente. Às vezes, por necessidade da obra, um neófito é indicado para assumir uma determinada congregação, mas sabemos que essa congregação necessitará de uma constante supervisão de obreiros com mais experiência. O mais indicado, é compartilhar a experiência na obra para que os que assumirão o pastorado sejam verdadeiros pastores...
e Não dado ao vinho. ...Sem comentários.

O apóstolo Pedro ensina (I Pedro 5:2,3).
Aqui temos três regras de grande importância:
1ª - Não por constrangimento, mas espontaneamente, com o coração.
2ª - Nem por sórdida ganância, mas de boa vontade
3ª - Nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes tornando-vos modelo do rebanho. (Pode mais a força do exemplo do que o exemplo da força).

A função do pastor é guiar, servindo de modelo para o rebanho, sabendo que toda a autoridade edificante provém da Palavra de Deus, que o pastor ensina e pratica.

O pastor que observa estas normas nunca lutará só; terá sempre a mão divina a ajudá-lo na solução de todos os problemas na Igreja. Terá paz e estará tranqüilo, na esperança de que, logo que o sumo pastor se manifestar, receberá a imarcescível coroa de glória (I Pe. 5:2,4 )

Isto significa que o pastor, tendo em vista sua responsabilidade como administrador do rebanho ou administrador da Igreja, tem de se destacar também como expositor da Palavra de Deus.

OS FALSOS PASTORES
Os ensinos errôneos têm despedaçado igrejas e ferido boas pessoas. Qualquer genuíno minis-tro do evangelho, não importa em que ofício permaneça, não ministra de uma maneira a causar contenda ou divisão em uma Igreja local, por causa de assuntos doutrinários. Se o pastor não está em uma igreja para abençoar as pessoas, ele é falso, não é um verdadeiro ministro do evangelho. Deus não quer que sejamos mais meninos, mas que cresçamos espiritualmente e aprendamos a não aceitar qualquer vento de doutrina de alguém que ensina ou prega ao Corpo de Cristo.

A Bíblia fala de meninos agitados de um lado para o outro, enganados por "todo vento de doutrina". Não diz meninos agitados de um lado para o outro, enganados por todo erro de doutrina. São homens enganadores: "Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro (Efésios 4.14)".

Meninos na Fé são impelidos ao redor por toda tendência de desvio de ensino e pregação. Meninos espirituais são agitados por todo vento modificador de doutrina, e tornam-se presas da sagacidade e astúcia de homens inescrupulosos e de sua artimanha em produzir erros para enganar.

Os falsos pastores toma a doutrina bíblica de Cristo e a deturpa ligeiramente, e isso engana os outros. Eles estabelecem uma interpretação errônea daquilo que a Bíblia diz, e os meninos espirituais podem ser levados à morte com o erro. Esses erros ocorrem quando as pessoas manipulam, torcem ou deturpam as Escrituras para fazê-las dizer o que elas mesmos querem dizer (2Pedro 3.16), e serve para a própria destruição delas próprias.

O governo da Igreja é conduzido pela equipe pastoral. Eles são aqueles que têm a supervisão diária e o cuidado da Igreja. Alguns com chamado de mestres não têm percebido isso ao pensarem que, pelo fato de serem chamados para ensinar, isso significa automaticamente que Deus quer que preguem ao Corpo de Cristo como um todo. Mas Deus chamou alguns mestres para ensinar a própria igreja local. É perceptível as unções maravilhosas sobre mestres chamados para ensinar nas Igrejas de Cristo.

A ESPOSA DO PASTOR
A. Blackwood diz que; “O maior privilegio da esposa do pastor é fazer o seu marido feliz, através da amabilidade e comportamento correto, no lar e na igreja. O melhor lugar para fazer com que a luz brilhe, é através das janelas de um lar feliz, agradável, atrativo, dirigido com sabedoria e amor. Deve ajudar o seu marido, ao mesmo tempo evitando querer ser a chefa da igreja”. Sabemos que grande parte do êxito do pastor depende do comportamento da família, inclusive da esposa.

Na família pastoral, a disciplina está marcada pela instrução, direção, governo. A leitura da Palavra de Deus deve ser algo constante no lar pastoral. “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele” (Provérbios 22.6). “E estas palavras que hoje de te ordeno estará no teu coração; e as intimará a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por testeiras entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas” (Deuteronômio 6.6-9). Aqui se fala do ensino persistente e da leitura regular da Palavra de Deus aos filhos. Quando isto não acontece, é difícil que o pastor tenha o controle de sua casa.

A família pastoral e a Oração. A fé não é hereditária e os filhos necessitam recebê-la pelos mesmos meios que os adultos a recebem, ou seja, através da pregação da Palavra de Deus e a oração de intercessão. “Levanta-te, clama de noite no principio das vigílias; derrama o teu coração como água diante da face do Senhor; levanta a eles as tuas mãos, pela vida de teus filhinhos, que desfalecem de fome à entrada de todas as ruas”. (Lamentações 2.19).

Jesus disse: “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas”. (João 10:11)

Pr. Adaylton de Almeida Conceição (Th.B.Th.M.Th.D.)
www.adayltonalm.spaceblog.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Agradeço e será um prazer receber seu comentário que depois de aprovado será publicado.