sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

JESUS RISCOU NOSSA CÉDULA DE DÍVIDA


Colossenses 2.14-17
14 Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.
15 E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.
16 Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,
17 Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.
Amados e queridos irmãos, vamos analisar à luz da Palavra de Deus o texto acima citado, o qual é maravilhoso e digno de uma detalhada apreciação.
Poderemos começar, com a seguinte pergunta: Porque Jesus Cristo morreu na cruz do Calvário? Porque a cruz? Porque tinha que ser assim? O que a crucificação de Jesus, proporcionou para a vida do ser humano?
O texto em analise começa nos dizendo que Jesus Cristo riscou a cédula de dívida que era contra nós.
Que dívida era essa que havia contra nós?
A dívida era o nosso pecado, e jamais poderíamos pagá-la.
A expressão riscar, no original grego é o mesmo que apagar, limpar (expressões semelhantes às utilizadas nos seguintes textos Apocalipse 7.17; 21.4).
O autor da epistola aos colossenses, faz aqui uma referencia ao ato de apagar a tinta de um pergaminho por meio de um líquido como, por exemplo, o Acido Muriático, usando uma esponja umedecida. Após esse processo, nenhum resquício da tinta podia ser visto. Tudo era apagado. Aleluia!
Então, foi exatamente isso que Jesus fez, apagou, limpou, riscou a nossa cédula de dívida. Passou uma esponja e não deixou mais nenhum resquício.
Prosseguindo nossa analise, observamos que a “cédula era contra nós”, ou “contraria a nós”, ou ainda “desfavorável a nós”.
Esta cédula era a Lei.
Toda a Lei de Moisés era contra nós e contraria a nós.
A Lei não previa redenção – Só condenação.
O texto sagrado nos fala de “ordenanças”, que no original grego é o mesmo que “dogmas”.
Os escribas, ou seja, os copiadores e interpretes da Lei dividiram-na em 248 afirmativas, correspondendo cada uma com um membro do corpo e 365 negativas, que correspondiam a cada dia do ano, totalizando 613 ordenanças e mandamentos.
Como a Lei de alguma maneira era contraria a nós, pois por ela jamais alcançaríamos a salvação, o Senhor Jesus a “tirou do meio de nós”. Aleluia! Para que não permanecêssemos debaixo de sua maldição.
E cravou-a na cruz. Aleluia!
Isto mesmo.
Jesus Cristo cravou a nossa cédula de divida que era a Lei na cruz do Calvário.
Afirma-se que leis antigas eram revogadas quando eram pregadas em um poste.
Foi num madeiro infamante que nosso amado Senhor, cravou a nossa cédula de dívida e “tirou-a do meio de nós”. Aleluia.
O Senhor Jesus Cristo crucificou aquilo que nos trazia culpa, condenação e morte. (Romanos 3.19,20; 6.23; 8.2,3; 2 Coríntios 3.4-11; Efésios 2.14-16).
Maravilhoso, não é verdade?
Mas o texto sagrado nos diz ainda que o Senhor “despojou principados e potestades”. Aleluia!
Despojar é o mesmo que privar da posse, tirar à força.
Quando uma nação vencia uma guerra, seus soldados traziam os despojos da nação que fora vencida.
Jesus venceu uma grande batalha, travada na cruz do Calvário, e, então, Ele tendo sido vencedor, despojou o Diabo com todas as suas potestades, tirando-nos a força das suas garras malignas. Dessa forma o Diabo foi despojado do poder que tinha que pela transgressão da Lei, condenar e matar o homem por meio do pecado. Aleluia!
Já estamos terminando, mas há algo ainda que precisamos saber, e isto é de suma importância para nossa vida cristã.
Paulo, o autor da epistola aos Colossenses, evidentemente inspirado pelo Espírito Santo, após nos trazer esta grande revelação sobre a crucificação e a quitação do nosso débito, a cédula de dívida que era contra nós, mas, que foi cravada na cruz, agora, ele nos ensina o seguinte: “Ninguém vos julgue pelo comer, pelo beber, ou por causa de dias de festas, ou da lua nova ou dos sábados.”(1 Coríntios 10.31).
É algo tremendo, não é verdade?
Os judeus tinham que cumprir toda a Lei e um extenso calendário de festas, luas novas e sábados, que os mantinham ocupados, presos e escravizados durante o ano inteiro (qualquer semelhança é mera coincidência). O não cumprimento gerava culpa e condenação.
Amados, a Boa Nova é que na Nova Aliança, celebrada por Jesus na última ceia, quando tomando o cálice Ele disse: Este é o cálice da Nova Aliança, no meu sangue...Aleluia! Nós estamos livres da culpa, do jugo, do fardo pesado e enfadonho, das regras e ordenanças impostas por homens cruéis. (Romanos 14.5,6; Gálatas 4.9,10).
Na Nova Aliança, temos apenas duas ordenanças, a ceia e o batismo nas águas. Aleluia!
Que o Senhor nos abençoe.
Tenham todos uma ótima semana.
Fonte: http://pastorcarlossantos.blogspot.com.br

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