sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Precisamos combater as heresias!

Nosso Deus é zeloso e não deseja ver as afeições do Seu povo dirigidas às coisas mundanas, nem aos mestres que O representam erroneamente. Os que deveriam servir ao único Deus verdadeiro acabam servindo a outros deuses, sem que o percebam. Nosso amor deve envolver lealdade apaixonada pelas Escrituras, um amor que é derramado copiosamente no coração do verdadeiro crente. Esse é um amor que não se importa de ser tachado de “deficiente no amor”, de estar fazendo julgamento, de não ser razoável, [de ser promotor de sedição], do que somos acusados, quando permanecemos fiéis à Escritura. Quem tem amor verdadeiro pela Palavra de Cristo não vai pensar: “Acho que não devo ofendê-los”; “Será que vão continuar gostando de mim, depois do que lhes falei?”. Isso não importa, porque a verdade é que você de fato se importa pelo bem estar espiritual da outra pessoa. Por isso, está disposto a suportar a sua rejeição, sua maldade, seus insultos e, se necessário for, até mesmo o seu ódio, a fim de ajudá-la [a entrar no caminho certo]. A verdade é que prepara o desejo por um amor verdadeiro, no sentido de corrigir a desafiar o erro. Tiago 5:19-20 diz: “Irmãos, se algum dentre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter, Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados”.  Essencialmente, somos os guardadores do nosso irmão. Tiago diz que calar é cometer o pecado da omissão. No verso 4:17, lemos: “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado”.
            A fé opera pelo amor. Sem amor não existe uma fé legítima e sem ter a verdade como o seu centro não existe a verdadeira fé, nem pode a mesma ser centrada no amor. [Quando alguém fecha os olhos aos seus erros doutrinários, para não ofender a sua susceptibilidade, cuidado com ele!]. O verdadeiro amor é que prepara as pessoas para falarem a verdade e nos traz à memória o que Paulo indagou aos gálatas: “Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?”  (Gálatas 4:16). Se precisarmos colecionar inimigos porque estes se ofendem com a verdade da Escritura, que assim seja!  Podemos até ficar desanimados com o que virá depois, porém é melhor agir corretamente aos olhos de Deus e sofrer as conseqüências dos homens, do que agir corretamente aos olhos dos homens e sofrer as conseqüências divinas!
Jesus ordenou que O confessássemos diante dos homens. Isto não significa simplesmente falar o Seu Nome, mas permanecer fiel aos Seus ensinos. Isto, se tivermos a ousadia que Paulo afirma ser nossa, conforme a 2 Timóteo 1:7: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”. Temos aceitado a visão mundana do amor... Que devemos ser tolerantes e até silenciar sobre o que está errado - o que é uma mentira ou até mesmo rompante malignidade. Temos tido cuidado demais  em não ofender nossos vizinhos, amigos e familiares, apresentando-lhes a VERDADE, a qual prova o nosso amor por eles. [As seitas sabem doutrinar os seus adeptos a tal ponto que estes nunca se envergonham de apresentar suas doutrinas espúrias, imaginando estar servindo a Deus, embora servindo apenas à sua organização religiosa! Enquanto isso,  nós, os cristãos bíblicos, nos envergonhamos de pregar a VERDADE que liberta do engodo religioso, por puro respeito humano]. Esse tipo de cuidado significa não amarmos realmente ao nosso Deus e nem também amar ao próximo. Será que precisamos ter tanta má vontade em suportar a rejeição [dos incrédulos e desviados] que acabamos nos envergonhando de pregar a Palavra de Deus?
Jesus diz em Lucas 9:26: “Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos”.  Paulo escreve na 2 Timóteo 2:15: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”. Em outras palavras, não hesitem e se esforcem ao máximo para conhecer o que a Palavra de Deus realmente diz, a fim de que ela possa ser usada em favor dos seus ouvintes.
         A Bíblia ensina que existem duas Igrejas, exatamente como existiram duas nações de Israel, o Israel de Deus [Gálatas 6:16] e o Israel incrédulo. Paulo fala sobre a pregação do evangelho e como foi perseguido por causa disso. Somente o Israel que creu passou ilesa pelas provações no deserto e chegou à Terra Prometida. Do mesmo modo, somente a Igreja fiel atravessará as provações na Terra e chegará à Terra Prometida - o céu. Os que fogem das provações da Terra, desejando as glórias da mesma, de fato já receberam a sua recompensa...
         Existem duas Igrejas (noivas); uma que se casou com Cristo e se assemelha a Ele; outra que vai se casar com o outro “Cristo” o falso substituto do Cristo da Bíblia. A primeira segue à risca a Palavra de Deus; a outra está aguardando o aparecimento do seu “Cristo”.  Esta tem usado a Palavra de Deus em seu próprio proveito; não crê nem espera a Sua vinda, pois está gozando as delícias da terra. Esta Igreja negligente não está preparada para a Vinda do Senhor [deleitando-se em cultos festivos, com promessas de milagres, saúde e prosperidade, alheia ao sofrimento dos irmãos na fé]. A Igreja verdadeira deseja seguir a Cristo, aonde quer que Ele a conduza, até mesmo ao sofrimento e ao martírio. A outra não deseja abdicar de coisa alguma do mundo, suspirando pela boa vida, pois aprendeu, erroneamente, ser esse um direito seu.  Esta Igreja até conhece o Cordeiro, mas não quer desistir das delícias do mundo, nada vendo de errado nisso... Ela canta, dança, grita aleluias, mas nada entende do verdadeiro contexto espiritual da Palavra de Deus. Com as suas extravagantes demonstrações de “poder”, essa igreja pensa que Deus está fazendo a Sua obra com demonstrações de poder diante das ovelhas. Muitos hoje em dia exibem poder e piedade diante de suas congregações... Mas o que Jesus lhes diria? Demonstrações de poder em Seu Nome não garantem que de fato esses líderes arrogantes sejam Seus representantes na Terra. Quantos ocupam hoje em dia essa posição!
Isso não significa que Deus tenha entrado em férias com relação aos milagres. Ele ainda os opera, como quer e quando isso lhe apraz (Romanos 9:16). O que Cristo não tolera é ver essa liderança que diz ter o mesmo (ou até maior)  poder do que os Seus apóstolos, tentando validar os “milagres” que fazem. O Senhor Jesus Cristo perscruta os corações e sabe quem é e quem não é autêntico diante dEle.
         Muitos que estão lendo estas páginas até podem pensar: “o que há de errado em buscar e participar dos ministérios dedicados aos milagres?” Pois foi justamente sobre isso que Jesus nos admoestou que iria acontecer nos últimos dias, DENTRO E FORA DA IGREJA -  muitos milagres, que serão um grande engodo, diante do qual até mesmo os escolhidos, se possível,  poderão cair (Mateus 24:24). “Acautelai-vos, que ninguém vos engane!” (Mateus 24:4).
         Como podem certos mestres iludir tanto a Igreja? [A resposta é simples: os crentes não gostam de ler e pesquisar a Bíblia, deixando isso a cargo dos pastores, exatamente como os católicos foram habituados a fazer em sua igreja]. A Igreja deveria sempre testar as pessoas para ver se as  suas doutrinas correspondem às da Palavra de Deus e se não o fazem, ela deveria rejeitar os que afirmam falar em Seu Nome, e, contudo falam heresias...
A Igreja verdadeira busca e depende do conselho de Deus. Davi escreve no Salmo 119:105 que a Palavra de Deus é: “Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho”. Jesus disse (Lucas 4:4): “Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus”. [Os mestres da fé/prosperidade buscam avidamente o pão, desprezando as verdades bíblicas]. Não devemos correr atrás da presença de Deus, nem dos milagres. Nosso alimento é a Sua Palavra e o Seu Espírito sempre nos moverá para executar a Sua obra. Tendo o conforto do Espírito Santo, o amor, a alegria e a paz serão nossos, pois estamos firmados em Cristo...
Por negligenciar o estudo da Palavra, preferindo, como abelhas famintas, as instruções dos mestres, é que o Corpo de Cristo tem estado enfermo. Temos buscado as doçuras da vida cristã, fugindo das aflições. Buscamos resultados imediatos e abandonamos a perseverança...
         Deus não está em busca de uma multidão de membros para o seu Corpo, mas de discípulos que desejem conhecer Cristo de modo correto. E é nisso que muitos mestres falham. Para muitos deles o crescimento em Cristo e a verdade pregada podem ser prejudicados, quando deixam de “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos”. (Judas 3). Ora, os judaizantes também pregavam a Cristo, mas acrescentavam a Lei, o que foi combatido por Paulo em Gálatas 1:6-9. Ele deixa bem concisa e claramente na 1 Coríntios 15:1-4: “TAMBÉM vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”, que se evitem as adições tão comuns que hoje são vistas na Igreja. Ele também admoesta os crentes sobre os falsos profetas: “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz” (2 Coríntios 11:13-14). João também nos admoesta sobre os mesmos, como sendo “mentirosos”.  Isso se aplica a qualquer um que pratica a mentira como um estilo de vida, sendo mais grave quando se trata da mentira envolvendo a Pessoa de Jesus Cristo.
         Calar sobre o erro doutrinário? Nunca! Vamos ao caso de Gamaliel, quando os doutores do Sinédrio estavam perseguindo os apóstolos por causa da pregação do evangelho, conforme Atos 5:35, 38: “E disse-lhes: Homens israelitas, acautelai-vos a respeito do que haveis de fazer a estes homens, e gora digo-vos: Dai de mão a estes homens, e deixai-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará.
            É verdade que o pronunciamento de Gamaliel ajudou temporariamente a obra dos apóstolos, porém não serviria de modo algum para a Igreja. Se fôssemos segui-lo hoje, jamais poderíamos nos levantar contra qualquer grupo sectário (exemplo: TJs, Mórmons) que age em o Nome de Cristo, sem importar quão errados estejam em suas doutrinas. Deveríamos ficar sentados, esperando para ver se a obra é de Deus, pelo seu tempo de duração? A declaração de Gamaliel pode constar na Bíblia, mas como uma declaração de homem, não uma verdade bíblica.
         Muitos [acomodados] costumam dizer: “Bem, não sei... Isso pode ser de Deus e pode não ser... É melhor esperar para ver, deixando que essa obra prossiga em seu curso...”  Esta é uma falsa atitude, que tem levado muitos cristãos à ruína espiritual. Jesus nos alertou contra o “fermento dos fariseus” e disse, em Mateus 24:24: “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos”. Permitir que [os mestres atuais] ensinem coisas que nos deixam inseguros e permitir que sigam o seu curso, conduzindo as ovelhas, quer seja através de ensino, de livros [ou fitas de áudio ou vídeo] é pura negligência.  O tempo que um falso ensino [ou movimento] toma para seguir o seu curso pode significar muitas vidas danificadas espiritualmente, com milhares de pessoas enganadas com os seus falsos ensinos. Não devemos esperar para ver...
         Deus falou isso? Claro que falou! Podemos encontrar na Escritura algumas passagens sobre o assunto. Sugerir, como alguns gostam de fazer, que os que contestam certos assuntos estão “cometendo a blasfêmia contra o Espírito Santo” [a arma favorita dos mestres “avivados”, uma admoestação que a tradutora tem recebido muitas vezes] é uma grande tolice! É assim que muitos são influenciados e ludibriados pelo grupo.
Apelar ao argumento de Gamaliel, de que “se tal obra não for de Deus irá desaparecer com o tempo”, tem sido um dos princípios mais mal empregados entre os que se aplicam na Igreja, hoje em dia... Não devemos prosseguir felizes, descuidando a observação do erro.
         Deus falou isso? Claro que falou! Podemos encontrar na Escritura algumas passagens sobre o assunto. Sugerir, como alguns gostam de fazer, que os que contestam certos assuntos estão “cometendo a blasfêmia contra o Espírito Santo [a arma favorita dos mestres “avivados”, uma admoestação que a tradutora tem recebido muitas vezes] é uma grande tolice! É assim que muitos são influenciados e ludibriados pelo grupo. Os crentes sinceros têm medo de blasfemar contra o Espírito Santo, permitindo que os líderes “avivados” preguem falsas doutrinas. Pois são exatamente eles que, entregando o falso evangelho, estão cometendo esse pecado.
Apelar ao argumento de Gamaliel, de que “se tal obra não for de Deus irá desaparecer com o tempo”, tem sido um dos princípios mais mal empregados entre os que e aplicam na Igreja, hoje em dia... Não devemos prosseguir felizes, descuidando a observação do erro.
Se 900 ou mais pessoas, em vez de apenas algumas, no templo de Jim Jones, tivessem questionado o seu líder, não teriam sido obrigados a cometer suicídio. Se as TJs houvessem questionado os ensinos da Torre de Vigia sobre a proibição do uso de sangue, muitos não teriam morrido por falta de transfusão. Se... Se... Se não exercermos o nosso dever de examinar tudo e reter o bem, certamente seremos enganados. Pelo fato de alguém proclamar que Deus falou algo ou que algo provém de Deus, isso não significa que deva ser validado. Provérbios 14:15 diz: “O simples dá crédito a cada palavra, mas o prudente atenta para os seus passos”. Cuidado com o vendedor espiritual, que tenta forçá-lo a tomar uma decisão na hora. Também, tenhamos cuidado contra quem nos deixou interessado, prometendo voltar para falar mais sobre o assunto. [Essa é a tática preferida doas seitas TJs e Mórmons]. Não existe qualquer mandamento divino proibindo que se examine tudo, a partir de uma cuidadosa avaliação pela Escritura.
Para os que estão envolvidos no rio do reavivamento atual, qualquer coisa que possa acontecer passa a ser considerada legítima ou uma experiência atual, sem levar em conta o que os apóstolos de Cristo disseram. E o Gnosticismo vai penetrando na Igreja, sem que os pastores e membros se dêem conta desse perigo. Alguém poderia pensar que os apóstolos tinham uma percepção de cada tipo de milagre e manifestação, pois eram líderes com poder, depois que Jesus partiu. Mas muito do que hoje acontece na Igreja nunca foi por eles mencionado.
Os gnósticos chamavam suas doutrinas de “as profundezas de Deus”, afirmando que elas continham segredos e mistérios arcanos. Contudo, Cristo as chama “profundezas de satanás”. A Bíblia diz que os que procuram tais coisas são os que sentem comichões nos ouvidos. Isso acontece quando a doutrina gnóstica persuade o homem a buscar os mistérios e o profundo conhecimento dos homens que já os obtiveram. A Escritura classifica isso como ocultismo. No Evangelho de Tomé (gnóstico) é declarado que aqueles que alcançam um conhecimento mais elevado não são simplesmente cristãos, mas “cristos”. Como? Experimentando o Espírito e o seu conhecimento arcano da sabedoria divina.
Os primeiros falsos profetas que seduziram os membros da Igreja de Tiatira eram mulheres. A mulher Jezabel, abandonava os profetas de Deus, colocando em seu lugar as próprias falsidades, levando a Igreja ao adultério espiritual. [Isso mesmo acontece, hoje em dia, com algumas célebres mulheres carismáticas, que têm os seus próprios ministérios (milionários),  seduzindo os crentes mal informados] Tiatira ainda praticava a  fé e o amor, porém havia sido apanhada na [aracnídea] rede de uma adúltera, seduzida pelo seu carisma.
Existem dois ministérios batalhando pelas almas: o ministério da iniqüidade e o ministério da piedade. Quem se entrega ao primeiro, recebe os mistérios espirituais provenientes de Satanás. Não é possível seguir os dois ministérios, ao mesmo tempo. Satanás é a criatura mais forte criada por Deus e não há qualquer indício de que ele tenha perdido o seu poder e conhecimento, após ter-se corrompido pelo pecado. Não devemos subestimá-lo, pois ele tem grande poder e influência nos assuntos espirituais. O mundo jaz no maligno, isto é, sob sua influência e o seu principal objetivo é levedar a destruir a Igreja do Senhor.
Os falsos profetas da Igreja moderna vangloriam-se de conhecer as profundezas espirituais de Deus, usando os pomposos e  egocêntricos títulos de apóstolos e profetas. (cheios do conhecimento) por eles mesmos declarados. Jesus disse que essas chamadas “profundezas” (do conhecimento) eram, na verdade, “as profundezas de satanás” (Apocalipse 2:24). Esse tipo de engodo satânico tem seduzido a Igreja.
O apóstolo Paulo escreveu a maior parte do Novo Testamento, tendo permitido e até ordenado que questionássemos tais ensinos. Devemos considerar hoje o que a Escritura realmente diz a respeito dos tempos que se aproximam, quando não será tão fácil mudarmos a mente das pessoas em direção à verdade. Como cristãos, nossa atitude deveria ser falar somente a Verdade, não importa que possamos desgostar certos homens, os quais estão ensinando de modo contrário à Escritura. Devemos seguir somente Jesus Cristo, Seus ensinos e os ensinos dos apóstolos por Ele nomeados, de andarmos sempre na verdade. Que possamos ser os Seus discípulos, perseverando até o fim!
 
Excerto do artigo “The Two Churches”, do site Letusreason
Traduzido/comentado por Mary Schultze, em 31/12/2007.

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. (1 João 1:9)
...o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (1 João 1:7)
Fonte: http://www.cpr.org.br/precisamos_combater_as_heresias.htm

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