quarta-feira, 17 de julho de 2013

O maior testemunho da igreja diante do mundo é a integridade espiritual.

Quando os cristãos vivem abaixo dos padrões de moralidade bíblica e reverência para com o seu Senhor, podem comprometer toda a verdade bíblica sobre o caráter, o plano, e a vontade de DEUS. Ao fazê-lo, enfraquecem seriamente a credibilidade do evangelho e diminuem o seu impacto sobre mundo.
O povo de DEUS sempre estiveram em inimizade com o mundo, porque o mundo está em inimizade com DEUS (Rm 1:28, 5:10, Ef 2:3; Col. 1:21). Mas o mundo não pode abraçar uma fé em DEUS cujos proponentes são tão pouco imitadores de seus padrões de santidade e que não manifestam em seu caráter o poder transformador de CRISTO.
Quando o incrédulo olha para a igreja e não vê a santidade, pureza e virtude, não encontra nenhuma razão para crer no evangelho que proclamam. Quando os pastores cometem pecados graves e são posteriormente restaurados para posições de liderança na igreja, quando os membros da igreja mentem, roubam, enganam, fofocam, e brigam, e quando congregações parecem se importar pouco com tais pecados e hipocrisias no meio deles, o mundo compreensivelmente repulsa suas reivindicações para amar e servir a DEUS. E o nome de CRISTO fica manchado e desonrado.
O evangelho é a boa notícia de salvação através de JESUS CRISTO. É a verdade de que "CRISTO morreu por nossos pecados segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que Ele ressuscitou ao terceiro dia, segundo as “Escrituras” (1 Coríntios. 15:3-4) é a mensagem que Paulo descreve como "o poder de DEUS para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e “também do grego” (Rm 1:16). O ponto aqui é que aqueles que pertencem a CRISTO através da fé salvadora em Seu evangelho devem demonstrar esse poder em suas vidas alteradas, ou mudadas para melhor (cf. 2 Coríntios. 5:17).
Paulo expressou sua expectativa alegre de visitar novamente Filipos (1:25-26), mas essa não era sua principal preocupação. Ele entendeu que, como a igreja em Éfeso, Filipos, inevitavelmente, estaria ameaçada por "lobos cruéis" e que, mesmo de dentro de sua própria congregação, os falsos mestres iriam "surgir, falando coisas perversas, para “atraírem os discípulos após si” (Atos 20:29-30). Ele entendeu que, apesar da maturidade espiritual geral da congregação, alguns de seus membros iriam provar sua falta de fé salvadora abandonando CRISTO e seguindo um evangelho diferente. Outros, que tinham sido salvos pelo poder do ESPÍRITO SANTO, cairiam na armadilha legalista de confiar em suas próprias realizações carnais para sua santificação (Gl 1:6; 3:3). Nem ele próprio, nem ninguém mais foram a fonte de sua força espiritual. Seu apelo, portanto, era que se era para vir vê-los ou permanecer ausente, eles deveriam confiar no Senhor e viverem dignos dEle. 
Fonte: http://www.apazdosenhor.org.br/

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