quarta-feira, 31 de julho de 2013

Fofocas, Calúnias, Difamações e Mentiras

“Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente.” 1 Pd 3:10

O sentimento maior que deve existir em nossa vida é o amor a Deus (“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Mt 22.37). Quando O amamos verdadeiramente, somos constrangidos pelo Espírito Santo a uma vida de santidade e pureza, os frutos produzidos são dignos de honra e capaz de revelar ao próximo a comunhão que possuímos com o Eterno, nestas vidas está o prazer do Senhor; são abençoadas e bem-sucedidas, transbordante do poder de Deus, cheias de autoridade e capacitadas a pisarem sobre a cabeça do inimigo; são vitoriosas! De suas bocas procedem as palavras que edificam e abençoam.

Oh Senhor! Quão lamentável é enxergarmos dentro de muitas igrejas, que o amor já se apagou por completo nos corações; e, levados por toda sorte de desejos produzidos pela carne, tornaram-se frios e desprovidos de misericórdia, duros como a pedra. Com as palavras tocam no próximo promovendo a desarmonia. É o velho homem que renasce com muita força, repleto de antigos sentimentos que são comuns aos filhos das trevas. As conseqüências são as brechas abertas nos “muros” que protegem o povo de Deus, possibilitando a ação do inimigo.

Nesta mensagem quero abordar quatro aspectos do uso inconseqüente da língua, são eles:

1-Fofoca; 2- Calunia; 3- Difamação e 4- Mentira.
Devemos fazer uma profunda reflexão sobre como temos usado a língua, a usamos para bem ou para o mal? Se o uso não é bênção, necessitamos rever o nosso proceder e nos empenharmos num processo de mudança, com o fim de moldar nosso agir, tomando a forma do Senhor Jesus e imitando-O. A santidade deve envolver todo o ser, inclusive o falar.

1 - Fofoca / Mexerico (intriga, bisbilhotice).
Quão lamentável, mas este mal está dentro das igrejas, numa freqüência muito maior do que imaginamos. É o “disse que me disse”, que tem levados muitos a servirem aos propósitos maléficos, verdadeiros instrumentos do diabo. Queridos irmãos, vigie o vosso falar, para que não incorram no erro e sejam considerados por todos como fofoqueiros e indignos de confiança. Não fale mal dos irmãos e ou dos líderes. Esta prática é condenada pelo Senhor em Sua palavra, veja os textos abaixo.

Lv 19:16 “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo teu próximo. Eu sou o SENHOR.”

Pv 11:13 “O mexeriqueiro descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre.”

Pv 20:19 “O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios.”

1 Tm 6:20 “E tu... evitando os falatórios inúteis...”

2 Tm 2:16 “Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior...”

Tg 1.26 “Alguém está pensando que é religioso? Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo.”


2 - Calúnia (Falsa imputação (a alguém) de um fato definido como crime. Mentira, falsidade, invenção.)
Meu Senhor! Infelizmente esta prática é relativamente comum dentro do arraial, frutificando a desarmonia e uma série de conseqüência, através das quais o corpo é enfraquecido e o inimigo exaltado. Povo de Deus é tempo de estarem vivendo em Espírito, e não permitam que as más ações encontrem terreno propício e finque raízes. Se tens alguma queixa contra outrem, seja espiritual e procure a pessoa, numa conversa franca e ungida resolva as pendências. Não permita que o diabo use da ocasião para afastá-lo da comunhão com o Eterno.

2Tm 3.1-3 “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas... desafeiçoados... caluniadores...”

Tt 3. 2 “Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam calmos e pacíficos e tratem todos com educação.”

Sl 50. 20 “Estão sempre acusando os seus irmãos e espalhando calúnias a respeito deles.”

3 - Difamar (Tirar a boa fama ou o crédito a; desacreditar publicamente; infamar, detrair; Imputar a (alguém) um fato concreto e circunstanciado, ofensivo de sua reputação, conquanto não definido como crime. Falar mal; detrair)
O ato de difamar, lamentavelmente, é visível entre os crentes. A satisfação de muitos é observar a vida alheia e destacar os erros, é prazeroso para estes falar da vida do próximo. Falam do pastor, dos presbíteros, diáconos, dos irmãos mais simples, bem como, dos que são afortunados; falam também dos políticos, do patrão e muitos mais. Enfim, tudo é motivo para apontar e falar. Estes semeiam a discórdia entre irmãos e são dignos de condenação eterna.

Irmão tens queixa contra o pastor? Converse com ele, em muitos casos o problema está numa má interpretação de alguma ação; haja assim para com todos os irmãos. Pastores amados, não use o púlpito para tocar numa vida, se tens alguma queixa, sente-se com ela e converse como espirituais que devem ser.

2Tm 3.1-5 “Nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.”

Tg 4.11 “Meus irmãos, não falem mal uns dos outros.”1Pe 2.1 “Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas.”

Sl 101.5 “Destruirei aqueles que falam mal dos outros pelas costas...”

Pv 16:28 “O homem... difamador separa os maiores amigos.”

4 - Mentira (Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade)
O velho pecado da mentira está muito atuante entre os aqueles que se professam crentes em Deus. O diabo tem plantado a idéia que é muito mais fácil falar inverdades, a fazer uso da palavra reta. A sociedade atual tem a mentira como uma necessidade no dia-a-dia, nós como servos jamais devemos compactuar com esta visão distorcida implantada pelo diabo. Nossa palavra deve ser sempre verdadeira, esta condição se aplica em todos os aspectos da vida; seja profissional, pessoal e ou religioso. Há um conceito errôneo que a mentira tem tamanho, mas, para o povo de Deus seja qual for o tamanho, constitui-se em pecado, passível, portanto de condenação.

As advertências deixadas por Deus na Bíblia quanto a este pecado são claríssimas, portanto, injustificável o seu uso, veja:

Sl 34.13 “Então procurem não dizer coisas más e não contem mentiras.”

Sl 52:3 “Amas o mal antes que o bem; preferes mentir a falar retamente.”

Pv 14:5 “A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.”

João 8:44 “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.”

Ef 4:25 “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.”

1Pe 3.10 “Como dizem as Escrituras Sagradas: “Quem quiser gozar a vida e ter dias felizes não fale coisas más e não conte mentiras.”
Irmãos amados a finalidade desta mensagem não é acusar e tão pouco julgar, sim, um instrumento usado pelo Espírito Santo para falar a muitos corações que por inobservância dos preceitos bíblicos se deixa levar pelas coisas aparentes desta vida. Afinal, fomos resgatados das trevas para a luz, a fim de sermos servos puros e santos.

1Jo 3:8 “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.”

Elias R. de Oliveira 
Fonte: http://envangelhovivo.blogspot.com.br/

terça-feira, 30 de julho de 2013

DROGAS, A FEITIÇARIA MODERNA

Algumas décadas atrás, drogas significavam aspirina ou algum remédio para tosse com sabor de cereja prescrito pelo médico. Eu costumava me admirar de como as pessoas podem ser tão insensíveis aos desastres ao redor; então, percebi que elas estão usando tantas drogas a ponto de a realidade e a fantasia se entrelaçarem.
      Estamos presenciando a “multiplicação” dos viciados em drogas, crak, oxi, a maconha, a cocaína e todo tipo de alucinógeno. Em um mundo arruinado pelo homem, a droga é o resultado alarmante da “multiplicação da iniqüidade” (Mateus 24: 12). Como deve cortar o coração de Jesus ver os filhos da nossa geração envenenando seus corpos com álcool e drogas e matando uns aos outros como conseqüência.
“Para quem são os ais? para quem as pelejas? para quem as queixas? para quem as feridas sem causa? e para quem os olhos vermelho?” (Provérbios 23: 29).

      Milhares de jovens estão morrendo devido ao uso das drogas e levando consigo a alegria dos seus familiares. Quando alguns de nós éramos crianças, a drogaria era o lugar de comprar Coca Cola e encontrar a turma depois da escola, você se lembra do tempo em que as portas não eram trancadas, as crianças brincavam nas calçadas até a hora de dormir, os alarmes de segurança da casa eram cães leais? Se alguns desses acontecimentos sãos apenas lembranças de um mundo mais seguro, então você esta vendo, assim como eu, o aumento assustador da ilegalidade.
As drogas estão associadas à feitiçaria. Pharmakia ou pharmakeia significa “o uso de medicamentos, drogas, feitiços.” dai , “feitiçaria” ou “feitiçarias”, mencionado como uma das “obras da carne.”
“... idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções.” (Gálatas 5: 20).
     Na “feitiçaria”, o uso de drogas, quer simples ou fortes, era geralmente acompanhado por encantamentos e invocações a poderes ocultos, com o fornecimento de varias palavras mágicas, amuletos, etc., (Dicionário Vine). O diretor J. S. Writght da Tyndale Hall, Universidade de Bristol, mostrou que a palavra grega pharmakos, tanto quanto a palavra derivada dela, é traduzida com “feiticeiro”, “bruxaria”, e “feitiçaria”, na escritura- que carrega “a idéia enraizada de drogas, enganos e venenos.”
     As drogas definham suas vitimas fisicamente, de forma assustadora. Faces normais se transformam em rosto encovados e enrugados, dentes estragados, Todo sinal de vitalidade como que sugado por um aspirador gigante. Um dos efeitos mais visíveis das drogas estimulantes, como a cocaína, é o emagrecimento extremo, pela perda quase total de apetite. Sob efeito da droga, o usuário não se alimenta, o corpo começa a sofrer de subnutrição e desidratação e, nesse estado, o organismo é acometido por infecções diversas.
     O crak, com sua fumaça da morte, tem ceifado milhares de jovens, todos os dias, o numero de dependentes dessa droga mortal, duplicou nesses últimos anos, jovens alucinados pela fumaça que sai da “latinha”.
     O oxi chega com a promessa de destruição em curto prazo. A juventude é o seu alvo principal. O uso dessa droga esta crescendo. A guerra contra as drogas está sendo perdida!
  
“Os teus olhos verão coisas estranhas, e o teu coração falará perversidades. Será como o que dorme no meio do mar, e como o que dorme no topo do mastro.” (Provérbios 23: 33).
    Quantos acertos de contas com traficantes, pagando na maioria das vezes com a vida? Jovens que são freqüentemente espancados pela policia, por ser usuário de drogas, que levam em seus corpos cadavéricos hematomas e cicatrizes?
“Dirás: Espancaram- me, mas não doeu! Bateram- me, mas não senti!” (Provérbios 23: 35).
                                   
     O psiquiatra Viktor Frankl, que popularizou a frase “existência sem sentido”, interpreta a obsessão pelo sexo e drogas no nosso tempo, como o homem moderno tentando preencher o vazio espiritual, que parece ser mais e mais um abismo sem fim. Nossa juventude esta “apodrecendo” espiritualmente.
“Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, contusões e chagas podres, não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo.” (Isaías 1: 6).
     Muitas vezes me fiz esta pergunta: “Como o anticristo irá arrastar milhões de pessoas para o massacre no Armagedom?”, Então descobri que, uma das respostas, esta no numero de pessoas viciadas, alucinadas pelas drogas. Satanás contara com os seus “feiticeiros modernos”.
“Nem se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.” (Apocalipse 9: 21).
      Notem como a palavra pecado estáem desuso. O Dr. Karl Minninger observou que: “Muitos pecados antigos têm- se transformado em crimes, de modo que a responsabilidade pela sua solução passou da Igreja para o Estado, do sacerdote para o policial, ao passo que outros se dissiparam em doenças, ou pelo menos nos sintomas de doenças, de forma que nesses casos os tratamentos substituem o castigo.”
    A Bíblia, no entanto, não cede em sua definição de pecado. Todo homem é pecador e está em rebeldia contra Deus (Romanos 3: 23). Herdamos uma natureza pecaminosa que produz toda sorte de pecado. (Marcos 7: 21, 23). O pecador é escravo do pecado (João 8: 34). Somente o Espírito Santo pode convencer o homem da gravidade do seu pecado (João 16: 7- 8). E todo usuário de drogas esta cometendo pecado de feitiçaria.
“idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções.”    (Gálatas 5: 21).
     Nessa guerra espiritual a igreja tem um papel fundamental, anunciar o Evangelho de Cristo, parar de perder tempo, “ungindo água”, distribuindo “carnes do baú da felicidade”, montando “caças níqueis espirituais”, pois, conforme o mal cresce em intensidade, a influência cristã se torna mais fraca devido aos “chefões do trafico da fé”, vendendo o seu ópio espiritual, e construindo seus impérios a custas do “nóias espirituais”. Muitas igrejas se gabam de suas “multidões” que lotam suas cátedras, mas o que estamos presenciando é as “crakolandia da fé”. Milhares de crentes despidos da graça estão em busca da felicidade, da saúde perfeita, da riqueza deste mundo, tudo isso sem santidade, estão vagando de igreja em igreja, em busca de “uma pedrinha da fé”, uma fumaça de “revelação”, e por esse motivo estão sendo infectadas com um novo vírus “a doença da ovelha louca” e no seu auge de alucinação estão gritando:
“...Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu...” (Apocalipse 3: 17).
    Nos últimos dias, a igreja morna não tem a firmeza em nossa cultura moderna. No entanto, esse comentário triste a respeito das igrejas é iluminado quando vemos crentes fervorosos e igrejas que são exemplos do amor de Cristo. Jesus deixou aos seus discípulos uma profecia positiva ao dizer:
“E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim”. (Mateus 21: 14).

    O Senhor quer que ninguém pereça, pois é um Deus amoroso e seu desejo é ver todos salvos. Você já aceitou a Jesus como Senhor e Salvador de sua alma? Você que esta afastado dos caminhos do Senhor já reconciliou com Ele? Lembre- se! Hoje é nosso dia, amanhã pertence a Deus! 
Pastor Elias Fortes.
Fonte: http://pastoreliasemmissoes.blogspot.com.br

QUANDO O AVIVAMENTO FICA SOMENTE NO DISCURSO...

Em vidas e organizações onde a política eclesiástica promove divisões, processos judiciais e escândalos, o avivamento não passa de mero discurso retórico. São frases de efeito emocional, sem nenhum efeito espiritual e moral.

Líderes (pastores, pregadores, mestres, etc) que cantam com voz mansa, oram publicamente, levantam as mãos, fecham os olhos e choram, mas não praticam a Palavra, são enganadores de si mesmos (Tg 1.22).

O verdadeiro avivamento é resultado do ato de se humilhar, orar, buscar a face do Senhor e se converter de seus maus caminhos. (2 Cr 7.14).
Fonte: http://www.altairgermano.net

Não tem como não rir da imagem acima.

O COMPORTAMENTO DOS SALVOS EM CRISTO - SUBSÍDIO PARA LIÇÃO BÍBLICA

Não são poucos os casos de cristãos que adotam um comportamento indigno na igreja e fora dela. É clássica a frase “nossas ações falam mais alto do que nossas palavras”. É preciso viver o evangelho dignamente em todas as esferas de nossa vida, convívio e relacionamentos. O testemunho cristão significa viver de conformidade com a Palavra de Deus.
O COMPORTAMENTO DOS CIDADÃOS DO CÉU
1. O Porte Digno do Cristão na Família (Ef 5.22-33; 6.1-4)
Alguém já declarou que a família é o lugar mais difícil de ser crente. É de fato o lugar onde alguns cristãos, em virtude da privacidade, acabam tirando a mascaram e mostrando quem realmente são. Eis algumas condutas que denigrem o bom testemunho cristão na família:
- Maridos que maltratam esposa e filhos
- Maridos que não dão sustento a família por pura acomodação
- Maridos que vivem de aparência enquanto falta o sustento básico para a esposa e os filhos
- Esposas que afrontam e desrespeitam os maridos
- Esposas que negligenciam a criação e a educação dos filhos
- Esposas que vivem fofocando ou reclamando da vida
- Filhos insubmissos aos pais
- Filhos cujos pais acobertam os seus erros
- Vocabulário inadequado dentro de casa
- Brigas constantes diante dos filhos
- Locação de filmes e acessos a sites pornográficos
Seus parentes e amigos percebem na sua família o bom testemunho cristão? Sua família tem condições de evangelizar os seus vizinhos?
2. O Porte Digno Cristão na Sociedade
Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo” (Fp 2.15)
O sal continua com sabor? A luz brilha intensamente? (Mt 5.13-15)
De influenciadores para influenciados. Esta é a condição vivida por muitos cristãos em meio a sociedade pós-moderna. Observemos algumas evidências deste fato:
- Líderes cristãos se vendem e vendem a igreja para políticos corruptos
- Patrões cristãos exploram seus empregados com salários pequenos, visando lucros maiores
- Empregados cristãos que na ausência do patrão ou chefe imediato não produzem
- Professores e alunos cristãos que se vestem e comportam-se indignamente nas escolas e faculdades
- Cristãos caloteiros
- Cristãos que não honram os compromissos assumidos
Os “evangélicos” ou “crentes”, em muitos lugares, já perderam o crédito moral e ético, devido ao mau testemunho de alguns. O seu testemunho lhe dá autoridade para falar de Jesus onde trabalha ou estuda?
3. O Porte Digno do Cristão na Igreja
Tem gente (líderes, pregadores, cantores, congregados, membros) que nem na igreja consegue esconder a falta do bom caráter cristão, agindo como um verdadeiro filho de Belial. Dentre alguns, destacamos: os semeadores de contendas, irreverentes, fofoqueiros, grosseiros, murmuradores, autoritários, desobedientes, arrogantes, mentirosos, arruaceiros, indecentes, etc.
Em certos casos, não dá nem para acredita que o indivíduo já nasceu de novo. Infelizmente, milhares de pessoas que se dizem “cristãos” (inclusive superintendentes, dirigentes, secretárias, professores e alunos de Escola Dominical), não vivem como tal, contribuindo desta maneira para denegrir a imagem da Igreja e macular a credibilidade do Evangelho de Jesus.
A Bíblia nos exorta a vivermos de uma forma que agrade e glorifique ao Senhor:
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mt 5.16)
Portai-vos de modo, que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus”. (1 Co 10.32)
O COMPORTAMENTO ANTE A OPOSIÇÃO (E DISSEMINAÇÃO DO QUE É FALSO)
Na igreja sempre houve a presença de cristãos nominais convivendo sutilmente em meio aos cristãos autênticos. O Senhor Jesus falou dessa possibilidade de forma muito clara, como podemos observar na parábola do joio (Mt 13.24-30; 36-43). Apesar de ter uma interpretação mais ampla, onde o campo é o “mundo”, o princípio da presença do joio em meio ao trigo se aplica também à vida da igreja. É o falso com o verdadeiro, o aparente com o real, o ilegítimo com o legítimo.
A semelhança entre o falso e o verdadeiro é tão grande, que na parábola do joio Jesus adverte que existe a possibilidade de que uma ação meramente humana, na tentativa de separá-los pode acabar arrancando o trigo junto com o joio. O fato de alguém se declarar salvo ou fazer uso do nome de Jesus no exercício de suas atividades “religiosas” não legitima ou autentica o verdadeiro caráter cristão.
O falso e o verdadeiro estão presentes em todas as situações e segmentos da igreja, conforme veremos a seguir:
FALSOS OBREIROS - Um dos grandes sinais do fim dos tempos (Mt 24.3) é a aparição de um grande número de “falsos obreiros”, que enganarão com muita habilidade e astúcia o povo de Deus (Mt 24.5,11), inclusive com a realização de grandes sinais e prodígios. Esses “falsos obreiros” se encontram exercendo várias funções na igreja;
FALSOS APÓSTOLOS (II Co 11.13-15) - Algumas igrejas no Brasil adotaram a função de apóstolo dentro de sua hierarquia eclesiástica (o indivíduo é pastor, se intitula depois bispo e posteriormente apóstolo). O fato é que no exercício dessa função muitos acabam não se identificando com o apostolado bíblico, onde fazia parte da vida do apóstolo o romper barreiras, estabelecer igrejas e seguir adiante nesse propósito. Os falsos apóstolos, geralmente são “pescadores de aquário”, ou seja, sua missão é atrair membros de outras igrejas. Não estão interessados em ganhar almas nos rincões da terra, mas sim, pregar nos grandes centros e ali se estabelecerem.
FALSOS PROFETAS (Mt 7.15-20) - Os falsos “profetas”, ou seja, aqueles que dizem falar em nome de Deus, são reconhecidos pela ausência de frutos ( caráter cristão e compromisso com Deus ) em suas vidas, ou pela má qualidade dos mesmos. Eles geralmente;

- Falam para agradar seus ouvintes (I Rs 22.1-6)
- Falam sem serem autorizados por Deus (Ez 13.1-9)
- Suas profecias tendem a afastar o povo da palavra de Deus (Dt 13.1-4)
- Sempre estão procurando tirar vantagens dos seus “dons” (Nm 22.7; Jd 11)
FALSOS EVANGELISTAS (Mt 7.22-23) - O Ministério de evangelista é caracterizado pelos sinais que seguem a pregação do evangelho (Atos 8.4-8). Esses sinais por si só não comprovam a autenticidade do ministério. Os falsos evangelistas geralmente são identificados;
- Pela comercialização da palavra de Deus. Pregam só visando grandes lucros (II Pe 2.3), são os profissionais da palavra, cheios de exigências, buscando unicamente a sua própria glória (marketing pessoal).
- Não tem origem muito clara. É preciso conhecer as raízes e a vida de tais obreiros, assim como seu nível de comprometimento com seus pastores e ministério.
- Suas “apresentações” não passam de meras exibições onde a unção do Espírito Santo é substituída por suas habilidades homiléticas e persuasivas.
FALSOS PASTORES (Jr 23.1-4; Jd 12) - Um título de pastor não é difícil de ser obtido em nossos dias. Homens sem a mínima vocação pastoral, consagrados em igrejas que surgem da rebeldia e do incontrolável desejo pela posição eclesiástica, recebendo imposição de mãos de outros em piores situações, estão por aí enganando o povo. Os falsos pastores não estão preocupados com o bem estar das ovelhas. Só pensam em si mesmo, em tirar proveito da lã e das gorduras das tais. Não querem servir ao rebanho, e sim, mediante a manipulação e força, dominar sobre o mesmo (I Pe 5.2-4).
FALSOS MESTRES OU DOUTORES (2 Pe 2.1) - As falsas doutrinas (Ef 4.14), provenientes do ensino dos falsos mestres, têm invadido nossas igrejas. Falsos movimentos e modismos doutrinários foram notórios em nosso país, confundindo os desenformados, despreparados e meninos inconstantes, que teimam (comum à meninos) em não crescer no conhecimento da sã doutrina. A teologia da prosperidade, o movimento da fé, a quebra de maldições, batalhas espirituais “espalhafatosas” e mais recentemente o movimento G-12, causaram sérios prejuízos em vários rebanhos. Quem está firmado na são doutrina ( I Tm 1.10; Tt 2.1 ), não atenta para o ensino dos falsos mestres, antes o repudia.
FALSOS CANTORES EVANGÉLICOS - O crescimento do povo evangélico no Brasil tem chamado a atenção de vários oportunistas. Dentre os tais estão alguns cantores que alegam terem sido chamados por Deus para o “ministério do louvor”, onde na realidade seus interesses se limitam em vender “CD” e cobrar altos cachês (gratificações financeiras) para seus shows (apresentações). É preciso mais uma vez distinguir entre o falso e o verdadeiro. É evidente a benção de Deus sobre a vida dos que cantam com graça, unção e simplicidade, conduzindo o povo de Deus à verdadeira adoração, trazendo mensagens e melodias que glorificam a Deus e refrigeram a nossa alma. O “meio artístico” evangélico já tem a presença de;
- Falso Crentes Empresários ( na maioria das vezes, empresários dos falsos cantores). Tem muito empresário artístico, inclusive não crente, ganhando boas somas de dinheiro em cima dos fãs, que não perdem um show de seus cantores (ídolos) prediletos.
- Falsos Crentes Compositores (às vezes nem se declaram crentes, são ímpios procurados por nossos cantores para escreverem sem nenhuma inspiração do Espírito Santo letras de músicas evangélicas). Que Deus nos ajude a não trocarmos os cânticos espirituais pelos cânticos comerciais.
- Falsos Crentes Músicos (tocadores meramente profissionais sem compromisso com Deus, que nunca nasceram de novo). Precisamos de tocadores do tipo de Davi, que quando tocava sua harpa os demônios deixavam de oprimir a Saul (I Sm 16.23). Não é a "música evangélica" que afugenta o diabo, e sim a unção de Deus na vida do músico (I Sm 16.13).
FALSOS CRISTÃOS POLÍTICOS - O crente tem dupla cidadania, a celestes (Fp 3.20 ) e a terrestre (At 22.25-28). Como cidadão da terra o cristão tem o direito de escolher seus candidatos aos cargos políticos, que em si mesmo são necessários para o governo e administração pública (Rm 13.1-2; I Pe 2.13-14). É preciso Ter muito cuidado na hora de votar. Tem muito político de olho nos votos dos crentes sem o mínimo compromisso com a igreja e com Deus. Tem também muito político se fingindo de crente para ganhar voto. É preciso saber escolher bem na hora de votar. O perfil dos políticos que devem representar o povo de Deus pode ser descrito abaixo;
- Um homem comprometido com Deus (Gn 45.5)
- Um homem com valores espirituais (Dn 6.10; Dn 9.1-2)
- Um homem com valores morais (Gn 39.7-9)
- Um homem com valores sociais (Gn 41.33-36)
O papel deste representante do povo de Deus dever ser;
- Lutar pelo interesse e bem estar social de toda nação, estado, cidade ou município, com projetos que visem a melhoria da saúde, educação, moradia, emprego, liberdade, moralidade, segurança, etc.
- Ser luz em meio as trevas e corrupção que assolam os bastidores políticos da nossa nação (Dn 2.48-49; Dn 3.12-18; Dn 6.4)
- Glorificar a Deus mediante seu testemunho como político cristão (Gn 41.38-40; Dn 2.47; Dn 3.28-30).
Os falsos e mentirosos irmãos estão por toda parte. Até o apóstolo Paulo foi vítima dos tais (II Co 11.26). Há sérias advertências bíblicas para os tais;
Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; mas o caminho dos ímpios perecerá “ (Sl 1.5-6).
“Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não serve.” (Ml 3.18)
Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca apagará.”  ( Mt 3.12 )
Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. Mandará o Filho do Homem os seus anjos, e eles colherão do seu Reino tudo o que causa escândalo e os que cometem iniquidade. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali, haverá pranto e ranger de dentes. Então, os justos resplandecerão como o sol, no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça.” ( Mt 13.40-43).
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então lhe direi abertamente: Nunca vos conheci: apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.” ( Mt 7.21-23 )
Mais cedo ou mais tarde a máscara da falsidade e da mentira cairá!
PROMOVENDO A UNIDADE DA IGREJA
Um texto que colabora com a ideia de unidade discorrida em Filipenses é o de 1 Co 12.12-27, que trata da unidade orgânica da Igreja, e que nos possibilita a compreensão de verdades essenciais para a transformação da nossa maneira de ser, pensar, falar e agir sobre este organismo vivo e espiritual no qual estamos inseridos, do qual fazemos parte.
1. Fomos todos batizados em um corpo (v. 13a)
Em termos orgânicos e espirituais, a Igreja não é formada de “corpos”, antes, é um corpo formado de “membros”. Os verdadeiros cristãos, independente de onde estejam, separados por barreiras denominacionais, doutrinárias, ideológicas, conceituais, geográficas, sociais ou qualquer outra, são membros “colocados” para dentro de um único corpo.
2. Bebemos todos de um só Espírito (v. 13b)
O Espírito é a fonte de onde emana vida espiritual. Pelo Espírito somos saciados e nutridos com a vida de Deus. Todo o corpo com os seus membros podem funcionar perfeitamente, pois não haverá escassez desta água renovadora. Todos podem beber, pois não há acepção de órgãos. Não privilégios apenas para alguns. A fonte é abundante e inesgotável.
3. Temos sentido de ser e fazer apenas na relação com o outro (v. 14-23)
A interdependência é a tônica que rege os órgãos do corpo. Um órgão não tem sentido sem o outro, pois só existe para servir, não é um mero adereço no corpo. Nenhum órgão subsiste naturalmente fora do corpo. Só no corpo ele “é”, e apenas no corpo ele “faz”, se realizando numa relação de reciprocidade de serviço e de utilidade. Ser órgão é ser “parte de”, e não “ser em si”.
4. Precisamos ter cuidado com o que pensamos e dizemos (v. 15, 16 e 21)
O pensamento precede a fala. A boca fala daquilo que o coração está cheio. A fala manifesta os segredos da alma. O fato de achar e dizer que não somos do corpo não nos tiram do corpo. Afirmar que não precisamos um do outro, além de manifestar arrogância, revela também o nosso auto-engano. Precisamos sim um dos outros. Não podemos negar isto com ações ou palavras. Sozinhos, não iremos longe. Sozinhos, morreremos.
5. Contentemo-nos com a posição que ocupamos no corpo (v. 18 e 24)
É necessário saber que é Deus quem dispõem, coloca, coordena e concede lugares, funções e honras no corpo. Não é simplesmente uma escolha pessoal, antes, se trata de uma determinação soberana e graciosa. Soberana, pois tudo é de Deus, e graciosa, pois não é meritória, não é fruto de nossas obras ou méritos pessoais ocupar este ou aquele lugar, esta ou aquela função, receber esta ou aquela honra. Tudo é dele e para Ele.
6. Cuidemos uns dos outros com igual cuidado (v. 25)
É preciso entender que somos, na condição de membros do mesmo corpo, cuidadores. Cuidar implica em nutrir, suster, socorrer, ajudar, ouvir, apoiar dentre outras ações. Não devemos apenas ser cuidadores, precisamos cuidar de todos sem acepção, sem preferencialismos. É fazer o bem sem ver a quem. Trata-se de ação misericordiosa e desinteressada. Cuidar é amar. Cuidar é fazer o que deve ser feito, norteado pelos mais nobres sentimentos e objetivos.
7. Soframos com o sofrimento alheio (v. 26a)
A indiferença para com o sofrimento dos outros órgãos do corpo, por suas disfunções, enfermidades, carências ou doenças, não é uma atitude esperada ou desejada de quem está comprometido com o todo. Chorai com os que choram. Se coloque no lugar do outro. Tente perceber suas dores, medos, temores, ansiedades, angústias e frustrações.
8. Alegremo-nos com a alegria alheia (v. 26b)
A inveja, conceituada como “profunda tristeza com o sucesso, conquistas, vitórias, bênçãos e felicidade dos outros” pode impedir, de alegrarmo-nos com a alegria do no nosso irmão, do outro membro. Celebremos, festejemos, regozijemo-nos, alegremo-nos quantas vezes for necessário com a forma de Deus honrar o nosso próximo.
9. Tenhamos uma visão geral do corpo (v. 27a)
Uma visão geral nos possibilita uma compreensão macro da unidade, da comunhão, da interdependência, da grandeza, da beleza, da magnitude, da força, da vitalidade, do crescimento, da força, da inteireza de ser corpo de Cristo. Trata-se de uma visão onde o “eu” se funde com o “tu” formando um “nós”.
10. Tenhamos uma visão sistêmica do corpo (v. 27b)
Tal visão nos proporciona uma percepção mais apurada e individualizada da multiplicidade de funções (multifuncionalidade) dos órgãos e membros, das suas particularidades, atribuições e interligações. Das nossas possibilidades de agregar valor ao corpo, e do valor que os demais membros agregam a este corpo.
Uma compreensão da unidade orgânica do corpo é vital para o seu próprio crescimento, para a manutenção de sua saúde e funcionalidade, tanto numa perspectiva do todo, como na perspectiva de cada membro deste corpo.
Cresçamos cada vez mais em unidade para a glória de Deus!
Fonte:http://www.altairgermano.net/ 

Graças a Deus que a igreja evangélica autentica, se precisar ela não enrola e corta na carne se preciso for. A boa igreja, dá nome aos "bois" e não passa a mão em cima do erro. Isto não é falta de amor, mas clareza.  Quão bom seria, se todas agissem assim. (Grifo meu)

sábado, 27 de julho de 2013

O CAMINHO PARA O INFERNO

Texto 1: Em seus caminhos há destruição e miséria; Romanos 3:16.


Texto2: Há caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte.  Provérbios 16:25.


      Não tenho o desejo de ofender ninguém com este artigo, mas falar a verdade às vezes dói. Não sou melhor do que ninguém, preciso da graça salvadora de Cristo, tanto é que já o recebi como o meu amado Salvador e procuro viver pelo seu evangelho maravilhoso que me corrige, me exorta, mas me mostra as maravilhas disso que é tornar-me mais abençoado como cidadão do Reino de Deus. Creio muito na bondade e misericórdia de Deus e que esta misericórdia está muito acima daquilo que possamos imaginar. Creio que onde abundou o pecado também superabundou a graça do Salvador. Por ser misericordioso, Deus nos deu seu evangelho, e este evangelho é o instrumento de Deus para salvar os que nele crer. Portanto, aqueles que dizem crer em Deus, mas que estão fora desta verdade, saibam que Deus é enfático em dizer que fora desta verdade não há salvação.     
      Creio neste evangelho maravilhoso, mas creio que muitos estão sendo enganados pelos falsos mestres, quando estes lhes oferecem um evangelho falso que não é o de Cristo. O resultado da ação dos falsos mestres, é que muitos estão sendo enganados por suas mentiras religiosas e indo para o inferno. Os falsos mestres nunca dizem aos seus seguidores, que se eles não largarem as drogas incluindo o tabagismo, o alcoolismo, a prostituição, o adultério, a idolatria, a fornicação, o tráfico, o roubo, a corrupção,  a arrogância, a soberba, o orgulho, o aborto, o divorcio, eles não entrarão jamais no céu. Na verdade, os falsos mestres fecham ou encobrem o caminho da verdade, e abrem o caminho da mentira. Há muitos caminhos que conduzem ao inferno, em geral o que leva ao inferno, nem sempre é rejeitar o plano de salvação, mas existem outros caminhos, o das falsas religiões e seitas! Os falsos profetas são uma realidade e não são poucos Mt 24.11. Com seus rituais anti-bíblico, eles enganam, permanecem enganados e iludindo a muitos Mt 24.11. Você até pode dileto leitor achar que estou agindo ao escrever este artigo, como alguém que não tem amor, mas é o contrario, eu tenho um profundo amor pelas pessoas independente de seu credo religioso, independente de seu título, sacerdócio ou hierarquia religiosa,  mas a verdade que prego não é minha, mas de Cristo. Ele mandou seus discípulos pregarem a verdade simples do evangelho, e Ele e tão somente Ele é o Senhor e sustentador de Sua Palavra.  Quem ama diz a verdade, quem não ama engana. Quanto aos falsos mestres, os ludibriados por eles vão com eles para o Inferno Mt 15.14. Isto está bem claro nas Palavras de Cristo.  Alguns dos ludibriados até sabem que estão fora da verdade, mas o mundo é mais importante para eles, visto que no mundo estão seus objetivos, seus ídolos seus prazeres e é onde seus corações estão “enterrados” juntamente com seus tesouros. Os tesouros do céu não são valorizados e em primeiro lugar não é prioridade deles. Portanto, sobre os ombros dos cristãos autênticos, está a árdua e sublime missão de identificá-los, adverti-los, denunciá-los e desmascará-los. E tudo isto por amor a eles, às suas vítimas, à Igreja, e, sobretudo, por amor ao Senhor Jesus Cristo que nos confiou a semeadura da Palavra de Deus. Neste mês de julho de 2013, presenciamos pelas redes de comunicações e pela mídia em geral, uma das maiores demonstrações de pompas em nosso país.       
      Alguns desavisados “evangélicos” que com certeza nem sabem que existem Escolas Bíblicas Dominical em suas igrejas ou se sabem, são relapsos em frequentá-las, se mostraram alegres e felizes com tudo isto. Seria maravilhoso se tudo isto servisse para que a verdade do evangelho fosse proclamada e nosso povo pudesse com isto, vir ao Salvador, mas eu creio que houve o contrário, creio que na verdade, as trevas da incredulidade, da idolatria, da mentira, das falsas doutrinas, se abateram sobre nosso país já tão envolto nas trevas do engano religioso. Isto trará estragos para muitas almas e a verdadeira igreja tem que se levantar com mais evangelismo e missões. Precisamos muito do Espírito Santo nestas horas de trevas sobre o Brasil. Mas graças a Deus, o evangelho verdadeiro, a luz e o poder de Cristo para salvar ainda estão a disposição daqueles que com sinceridade o aceitar como única e exclusiva verdade, sem distorce-lo, sem tirar ou aumentar nada dele. O evangelho autentico é e será para todo o sempre a firme e inabalável Palavra de Deus, direção segura para aqueles que quiserem ir para o Céu com Cristo. Com respeito a você meu dileto leitor, mas trazendo a verdade. O evangelho é como um remédio que às vezes parece amargo, mas depois trás alívio, saúde, paz e alegria, e isto o mundo não pode dar, mas só o evangelho de Cristo. Sem mais, fiquem com Deus.

Pb Adalberto Pimentel da Silva

sexta-feira, 26 de julho de 2013

4ª Lição - A humildade de Cristo como exemplo para a Igreja

Abaixo, alguns tópicos da lição que será estudada próximo domingo dia 29 jul 13.  Será uma boa oportunidade para sabermos um pouco mais sobre nosso salvador.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Filipenses 2.5-11
5 De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em CRISTO JESUS, 6 que, sendo em forma de DEUS, não teve por usurpação ser igual a DEUS. 7 Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz. 9 Pelo que também DEUS o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome, 10 para que ao nome de JESUS se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, 11 e toda língua confesse que JESUS CRISTO é o Senhor, para glória de DEUS Pai.
 
O Exemplo Inspirador de CRISTO (Fp 2.5-11) - John Macarthur - Comentário Filipenses - http://www.editoraculturacrista.com.br
“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em CRISTO JESUS”. Isso quer dizer que não somente devem seguir o exemplo de CRISTO no que diz respeito à sua conduta exterior, mas também no que diz respeito à sua vida interior. Devem prestar atenção àquilo que prendia a atenção dEle, amar as coisas que Ele amava, odiar as coisas que Ele odiava. Devem ver as coisas do ponto de vista dEle, a atitude dEle deve ser a deles. Mais especialmente, devem seguir o exemplo do humilde servo que revelou ao entregar a si mesmo para a salvação do mundo.
Notemos que estes versos declaram as doutrinas fundamentais do Cristianismo:
(1) A encarnação, mediante a qual o Filho de DEUS se tornou homem, a fim de que o homem seja feito um filho de DEUS.
(2) A expiação, que significa que o Filho de DEUS morreu em prol do homem, a fim de que o homem vivesse para DEUS.
a. Sua preexistência. AquEle que nasceu em Nazaré existia previamente num estado mais glorioso. Na eternidade, existia “em forma de DEUS” (Fp 2.6): tinha a mesma natureza de DEUS; “verdadeiro DEUS de verdadeiro DEUS”, conforme diz um antigo credo. Sua existência não começou na ocasião do seu nascimento, nem terminou com a sua morte.
b. Sua encarnação. Embora subsistisse em forma de DEUS, “não teve por usurpação ser igual a DEUS. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”. Quando foi comissionado para salvar a raça humana, não considerava a sua natureza divina um motivo para isenção do dever. Livremente deixando de lado por um tempo a sua glória e atributos divinos, trocou a forma celestial de existência por uma forma terrestre, e como Filho de DEUS, tornou-se o Filho do homem. Assim como em certa ocasião deixou de lado as suas vestes externas a fim de lavar os pés dos seus discípulos (Jo 13.3-5), também, por alguns anos, deixou de lado a sua glória externa a fim de purificar do pecado a raça humana. Quando o Filho de DEUS se tornou homem, recebeu o nome para descrever sua missão terrestre: JESUS (Mt 1.21). AquEle que era Mestre de tudo (Cl 1.16) ficou sendo o Servo de todos (Mc 10.45; Lc 22.27).
c. Sua humilhação. “E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz”. Na vinda do Filho de DEUS, havia uma dupla descida: para assumir a natureza humana e para morrer a morte humana. Viveu e morreu humanamente. Não era uma morte comum, era a forma mais vergonhosa e dolorosa da morte — a morte na cruz. Quando o seu corpo foi deitado no túmulo, a descida do Filho do Homem ficou completa.
3. Sua exaltação. “Pelo que também DEUS o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de JESUS se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra”. Assim foram cumpridas as próprias palavras de CRISTO: “Aquele que se humilha será exaltado”. E sendo que, no plano final de DEUS, a exaltação está em proporção à humilhação, a exaltação de CRISTO é a maior que existe no Universo, porque a sua própria humilhação foi a mais profunda. Sua recompensa foi a soberania universal, recebendo a adoração de toda criatura (cf. Ap 5.6-14). Humilhou-se sob a poderosa mão de DEUS e, em tempo oportuno, foi exaltado (1 Pe 5.6).

Um modelo de Unidade Espiritual (Filipenses 2:5-8)
De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em CRISTO JESUS, que, sendo em forma de DEUS, não teve por usurpação ser igual a DEUS. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.! (2:5–8)
Em seu livro Milagres, CS Lewis oferece alguns insights úteis para a compreensão da realidade insondável da encarnação de CRISTO:
Na história cristã, DEUS desce para reascender. Ele desce, desce das alturas de ser absoluto no tempo e no espaço, para baixo na humanidade .... Mas Ele desce para poder apresentar a todo o mundo a possibilidade de subir ao céu.
Um dos  insights tem a imagem de um homem forte inclinando-se mais e mais para colocar-se debaixo dalgum grande fardo pesado. Ele deve se inclinar, a fim de levantar esse peso, ele deve quase desaparecer sob a carga que antes incrivelmente Ele colocou nas costas e caminhar com todo o peso sobre seus ombros. Outro  insights é o de um mergulhador que primeiro tira suas roupas, depois veste-se com roupa de mergulho e desce através da água negra e fria, para baixo através de uma pressão crescente para a região da morte de lodo e limo e velhice e, depois, de novo, volta para a cor e a luz, os seus pulmões quase estourando, até que de repente ele aparece novamente na superfície, segurando em sua mão um objeto precioso gotejando, o qual ele havia descido para o recuperar. Ele e o objeto são parecidos, percebe-se agora que eles vieram para a luz: lá em baixo da água, tanto ele como o objeto estavam incolores no escuro, eles haviam perdido a cor devido à escuridão.
A vida começa com um espermatozóide que fecunda um óvulo no útero escuro de uma mãe, depois nasce uma linda criança que veio para a luz. Assim é também em nossa vida moral e emocional. Os primeiros desejos inocentes e espontâneas têm de apresentar para o processo mortal de controle ou negação total: mas de que há uma reascensão ao caráter totalmente formado na qual a força do material original tudo funciona, mas de uma maneira nova. Morte e Renascimento, descer para ir para cima é um princípio fundamental. Através deste gargalo, este rebaixamento, o perfeito quase sempre se encontra.
A Encarnação é o milagre central do cristianismo, a mais grandiosa e maravilhosa de todas as coisas que DEUS já fez. Esse milagre dos milagres é o tema de Filipenses 2:5-8. Alguns estudiosos acreditam que essa passagem era originalmente um hino, cantado pelos primeiros cristãos para comemorar e celebrar a encarnação do Filho de DEUS. Tem sido chamado de uma jóia cristológica, um diamante teológico que talvez seja mais brilhante do que qualquer outro nas Escrituras. Em uma forma simples, breve, mas extraordinariamente profunda, descreve a condescendência da segunda Pessoa da Santíssima Trindade para nascer, viver e morrer na forma humana para proporcionar a redenção para a humanidade caída.
Tão profunda e insondável como essa passagem teologica, é também ética. Como as palavras introdutórias (Tende em vós o que houve também em CRISTO JESUS) deixa claro, elas são projetadas principalmente para motivar os cristãos a viverem como seu Senhor e Salvador. Paulo não estava apenas descrevendo a Encarnação para revelar suas verdades teológicas, magníficas como essas são. Ele apresenta o exemplo, supremo incomparável de humildade para servir como o motivo mais forte para a humildade dos crentes. A Encarnação convida os crentes a seguirem o exemplo incomparável de amor de JESUS, a abnegação, doação, sacrifício humilde como Ele viveu a Encarnação em submissão obediente à vontade do Pai (cf. Lucas 2:49; João 3:16-17; 5:30; 12:49, 15:10). 
 
A POSIÇÃO EXALTADA QUE JESUS DEIXOU
que, embora sendo DEUS (2:6a)

O primeiro Passo para baixo na humilhação de JESUS foi a partir da posição exaltada visto na verdade que ele, subsistindo em forma de DEUS. Tanto antes, durante e depois da Sua encarnação, Ele foi, por sua própria natureza, plena e eternamente DEUS. Existia, traduz um particípio presente ativo do verbo composto huparcho, que é formado a partir hupo ("em") e arché ("princípio") e denota a continuidade de um estado anterior ou existência. Ele salienta a essência da natureza de uma pessoa, o que é absolutamente imutável, inalienável e imutável. O verbo se refere "que parte de uma [pessoa] que, em quaisquer circunstâncias, permanece a mesma".
JESUS CRISTO existiu eterna e imutavelmente, e irá continuar a existir para sempre sob a forma de DEUS. Morphe (forma) refere-se a manifestação exterior de uma realidade interior. A idéia é que, antes da Encarnação, de toda a eternidade passada, JESUS preexistia sob a forma divina de DEUS, igual com DEUS Pai em todos os sentidos. Por sua própria natureza divina, sendo JESUS CRISTO que sempre foi e sempre será DEUS.
O esquema da palavra grega também é freqüentemente traduzido como "forma", mas o significado é bem diferente daquela de morphe. Morphe é a forma essencial que nunca se altera, o esquema (forma) é a forma exterior que muda de tempos em tempos e de circunstância para circunstância. Por exemplo, o morphe essencial de qualquer ser humano é a humanidade e isso nunca muda, mas o seu esquema (ou forma) está continuamente mudando. Um bebê, uma criança, um menino, um jovem, um homem de meia idade, um velho sempre tem a morphe da humanidade, mas as mudanças exteriores (esquema ou forma) mudam  o tempo todo. (Filipenses, 35-36)
Aos Colossenses, Paulo expressa a verdade da divindade de CRISTO com estas palavras: "Ele [JESUS CRISTO] é a imagem do DEUS invisível, o primogênito de toda a criação" (Colossenses 1:15). Falando de CRISTO, João abriu seu evangelho com a declaração: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com DEUS, e o Verbo era DEUS. Ele estava no princípio com DEUS .... E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai, cheio de graça e verdade "(João 1:1-2, 14). JESUS disse de Si mesmo: "Em verdade, em verdade vos digo: antes que Abraão existisse, eu sou" (João 8:58), e depois orou: "Agora, Pai, glorifica-me junto de ti mesmo, com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo fosse feito.... Pai, quero que eles também, aqueles que me destes, estejam comigo onde eu estou, para que vejam a minha glória que me deste, porque tu me amaste antes da fundação do mundo "(17:5, 24). O escritor de Hebreus nos lembra que DEUS "nestes últimos dias falou-nos pelo seu Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o mundo. E Ele é o resplendor da Sua glória e a expressão exata de sua natureza, e sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder "(Hb 1:2-3). Para ele mudar de qualquer forma ou em qualquer grau, ainda que temporariamente, por decreto divino de Seu Pai, a descida era necessária. Por definição, abandonar a perfeição requer assumir algum tipo de imperfeição. No entanto, Ele nem abandonou qualquer forma diminuindo Sua divindade perfeita ou sua santidade absoluta, de uma forma que é muito além da compreensão humana, o Criador assumiu a forma de um servo. O Infinito tornou-se finito, o Inocente tomou sobre Si o pecado. O coração do evangelho da redenção é que o Pai "fez Aquele que não conheceu pecado, o pecado em nosso lugar, para que nos tornássemos justiça de DEUS nele" (2 Coríntios. 5:21). Apesar de que a verdade do evangelho é infinitamente maravilhosa e maravilhosa é impossível entender sob o conhecimento humano normal, é preciso acreditar, ter fé.  
 
PRIMEIRO PASSO
não considerou que o ser igual a DEUS era algo a que devia apegar-se, (2:6b)
De sua posição exaltada como DEUS, o primeiro passo de CRISTO não era considerar a igualdade com DEUS uma coisa que devia ser aproveitada. Embora continuasse a existir plenamente como DEUS, durante a Sua encarnação Ele se recusou a se prender aos seus direitos e prerrogativas divinas.
Paulo enfatiza a sua realidade absoluta e incontestável. É interessante que isos (igualdade) é de uma forma plural (ISA, "igualdades"), sugerindo que Paulo pode estar se referindo a todos os aspectos da divindade de JESUS. O termo refere-se a equivalência exata. Um triângulo isósceles tem dois lados iguais. Isômeros são substâncias químicas que diferem em determinadas propriedades e estrutura, mas são idênticos em peso atômico. Ao se tornar um homem, JESUS não fez de forma alguma perder ou diminuir sua igualdade absoluta com DEUS. 
 
PASSO DOIS
mas esvaziou-se a si mesmo (2:7a)
Na próxima etapa, em sua humilhação, JESUS continuou a não se apegar a suas prerrogativas divinas. Em vez disso, Ele esvaziou-se. A conjunção grega alla (mas) significa "não este, mas que," indicando um claro contraste de idéias.
Embora fosse absolutamente "cheio" da divindade, por assim dizer, Ele esvaziou-se de todas as suas prerrogativas. Esvaziado é de kenoo, o que significa esvaziar completamente (não de sua divinadade). É traduzido como "anulada" em Romanos 4:14 e "feito vazio" em 1 Coríntios 1:17. JESUS CRISTO se esvaziou completamente de qualquer vestígio de vantagem e privilégio, recusando-se a se valer de qualquer direito divino em seu próprio nome. Aquele que criou tudo e abandonou toda propriedade .
Deve ser mantido sempre em mente que JESUS esvaziou-se apenas de certos aspectos das suas prerrogativas de divindade, não de sua própria divindade. Todos os quatro Evangelhos deixam claro que ele não abandonou o seu divino poder de fazer milagres, de perdoar pecados, ou de conhecer as mentes e os corações das pessoas. "Mesmo no meio de sua morte, ele tinha que ser o DEUS poderoso com poder sobre sua morte para conquistar a morte". 
Tudo o que se entende por "fez-se anular" [esvaziou-se], eauton ekenosen, que descreve sua encarnação aqui, jamais seria coisa que podesse significar a "kenosis" magoando ou distorcendo a sua aptidão absoluta para guiar e abençoar quem Ele veio para salvar. Isso [o esvaziamento] o colocou de fato no nível da criatura em relação a realidade da experiência humana de crescimento, e capacidade humana para o sofrimento. Mas nem por um momento, poderiam, torná-lo diferente do Mestre absoluto e infalível e Guia de Seus remidos.
 
PASSO TRÊS
vindo a ser servo, (2:7b)
Na próxima declaração de sua descendência, como Ele esvaziou-se ainda mais, JESUS abandonou os plenos direitos de senhorio, tomando a forma de um servo, um escravo. Embora tivesse o inerente morphe (forma) de DEUS (v. 6), Ele voluntariamente tomou sobre Si a forma (morfe), a própria essência e natureza, de um servo. Assim como certamente e completamente como Ele "subsistindo em forma [morphe] de DEUS", Ele agora existia na forma de um servo. Ele não se limitou a colocar a roupa de um escravo, por assim dizer, Ele realmente se tornou um escravo no sentido mais amplo.
A doulos (servo) não lhe permitia nem mesmo roupas finas. Tudo o que ele tinha, inclusive sua vida, pertencia a seu mestre. JESUS fez Suas próprias roupas, Ele não possuía terreno ou casa e nem ouro ou jóias. Não era dono de nenhuma empresa, nenhum barco, e nenhum cavalo. Ele teve que pedir emprestado um burro quando Ele entrou em Jerusalém no Domingo de Ramos, pedir um aposento emprestado para celebrar a Última Ceia, e até mesmo foi enterrado em um túmulo emprestado. Ele recusou qualquer propriedade, quaisquer vantagens, qualquer serviço especial para si. Relativo à Sua glória, o Rei dos reis e Senhor dos senhores de boa vontade tornou-se o servo de servos. Aquele que "estava no princípio com DEUS" e através de quem "todas as coisas vieram a existir" (João 1:2-3) estava pobre como os que havia criado. Entre outras coisas, um servo era obrigado a carregar fardos de outras pessoas. Como servo supremo, JESUS carregou o fardo que nenhum outro homem poderia carregar, o pecado que era o fardo pesado que estava em todos os que crêem. Como Isaías revelou: "O Senhor fez com que a iniqüidade de todos caísse sobre Ele" (Isaías 53:6). 
 
QUARTO PASSO
tornando-se semelhante aos homens. (2:7c)
Continuando a sua humilhação, JESUS foi feito à semelhança dos homens. DEUS o fez assim, por Sua concepção milagrosa e o nascimento virginal (Lucas 1:30-35). Homoioma (semelhança) refere-se ao que é feito para ser como qualquer outra coisa, não apenas na aparência (v. 7), mas na realidade. JESUS não era um clone, um alienígena disfarçado, ou apenas uma cópia xerocada de um homem. Ele tornou-se exatamente como todos os outros seres humanos, tendo todos os atributos da humanidade, um homem genuíno entre os homens. Ele era tão obviamente semelhante aos outros seres humanos que mesmo a sua família e os discípulos não teriam descoberto sua divindade se não tivessem sido lhes revelado pelos anjos (Mateus 1:20-21, Lucas 1:26-35, 2:9-11), por DEUS Pai (Mt 3:17; 17:5), e pelo próprio JESUS (João 8:58; 14:1-4; 16:13-15; 17:1-26). E apesar de seus inúmeros milagres, Seus inimigos rejeitaram a idéia de Sua divindade. Aos olhos de seus inimigos, Ele não só era meramente humano, mas a menor espécie de humano, um blasfemador (João 5:18; 10:33).
É importante entender que JESUS não se tornou o segundo, ou último Adão (1 Cor. 15:45), no sentido de ser como homem na pré-queda da humanidade. Pelo contrário, na Encarnação, Ele tomou sobre Si todas as fraquezas, limitações, problemas e sofrimentos que eram a herança da Queda, suportando todas as terríveis conseqüências terrenas.
Sem um pai humano, JESUS foi "nascido de mulher" (Gal. 4:4) em um "corpo carnal" (Colossenses 1:22) e, como qualquer criança humana, Ele precisava de atenção e cuidados de pais amorosos ( Lucas 2:40-51). Exceto em pecado, Ele cresceu e se desenvolveu como as outras crianças ", crescendo em sabedoria, em estatura e em graça diante de DEUS e dos homens" (v. 52). Ele teve fome e sede, sofreu a dor, e sentiu tristeza. Como os outros homens, Ele teve sono, se cansou, se sentiu fraco e necessitado de alimento. "
E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, ...; (Hb 2:14), e embora nunca tivesse pecado, Ele, no entanto, foi "tentado em todas as coisas como nós somos" (Hb . 4:15;.. cf Mt 4:1-11). Como o escritor havia explicado anteriormente, foi porque "Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados." (Hb 2:18). 
 
QUINTO PASSO
E, sendo encontrado em forma humana (2:8a)
A humilhação continuou com JESUS, sendo encontrado em forma de homem, avançando na verdade que ele foi feito "em semelhança de homens." Tendo sido feito um verdadeiro ser humano pelo poder divino através da concepção virginal, CRISTO foi encontrada ou reconhecido, como um homem por quem viu e observou-o durante a sua encarnação. Esquema (forma - aparência) tem como fonte a palavra "esquema" em Inglês . Ao contrário morphe ("forma", vv. 6-7) e homoioma ("semelhança", v. 7), que se referem à natureza essencial e básica, esquema refere-se a forma exterior ou forma, não mostrando a realidade, mas a aparência. JESUS sofreu e ainda sofre, a humilhação adicional de ser considerado um mero homem. Paulo usou a palavra ao falar de "forma (esquema) deste mundo [que] está passando" (1 Cor. 7:31). Tanto Paulo quanto Pedro usou uma forma composta negativa (suschematizo) nos crentes quando os alerta para "não vos conformeis com este mundo" (Romanos 12:2) e "não vos conformeis às concupiscências que antes havia em vós no tempo de vossa ignorância" (1 Pedro 1:14).
Como Isaías havia previsto setecentos anos antes, o Messias "foi desprezado e abandonado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento, e como um de quem os homens escondiam o rosto era desprezado, e não fizemos dele caso algum" ( Isa. 53:3). E como João escreveu: "Ele estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Ele veio para os Seus, e aqueles que eram os seus não o receberam "(João 1:10-11). Eles disseram: "Não é este JESUS, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos? Como é que ele agora diz: "Eu desci do céu '?" (João 6:42). Infelizmente, "nem mesmo seus irmãos criam nele" (João 7:5). Alguns dos judeus religiosos, mas descrentes declararam: "Nós sabemos de onde este homem vem, mas quando o CRISTO vier, ninguém sabe de onde ele virá" (João 7:27), e "Deveríamos apedrejá-lo pela blasfêmia, porque, sendo tu homem, se apresenta como DEUS "(João 10:33). Outros ainda o acusaram de ter um demônio (João 7:20; 8:48).

SEXTO PASSO
humilhou-se a si mesmo (2:8b)
Dando continuidade a essa descrição profunda da descida de CRISTO, Paulo diz que JESUS se humilhou. A ênfase aqui se move com a natureza e a forma de JESUS para que a sua atitude pessoal. Ele não foi apenas humilhado pela natureza e as circunstâncias de sua encarnação. Humilhou traduz tapeinoo, que tem a idéia de ficar por baixo. JESUS se humilhou não só em relação a DEUS, mas também a outros homens.
O momento mais dramático e comovente da 'auto-humilhação de JESUS foi durante a prisão, crucificação, onde experimentou a ridicularização, acusado falsamente, cuspido, espancado com socos, açoitado, e teve parte de sua barba dolorosamente arrancados. No entanto, Ele nunca se defendeu, nunca se amargurou, nunca exigiu nada, nunca acusou a ninguém. Ele se recusou a fazer valer os seus direitos como DEUS, e até mesmo como um ser humano.
Vendo as implicações éticas desta humilhação, Paulo perceptivamente escreveu:
Olhe para Ele, JESUS é incrível! Ele está ajudando José a fazer um jugo (uma canga) na loja de seu pai humano que é carpinteiro em Nazaré. Este é o único que, além de Seu auto-esvaziamento, poderia muito mais facilmente fazer um sistema solar ou uma galáxia de sistemas.
Olhe para ele de novo! Vestido como um escravo, com toalha e bacia de doméstico, Ele está lavando os pés de alguns amigos dele, os apóstolos .... "Ele humilhou-se! '" Não se esqueça disso ", grita Paulo para estes queridos amigos da igreja em Filipos. "Não se esqueça disso quando o menor impulso surgir para se tornar auto-afirmativo e auto-suficiente e, assim, quebrar o vínculo da sua comunhão com o outro!" (The Man adequada: Paulo em Filipenses [Westwood, NJ: Revell, 1954], 45-46).

SÉTIMO PASSO
e foi obediente até à morte (2:8c)
Em Sua pisar para baixo, JESUS estava disposto a sofrer humilhação e degradação, mesmo a tornar-se obediente até a morte. Sua obediência e seu impacto sobre a redenção é o tema de Romanos 5:12-19, onde o pensamento chave é "pela obediência de um muitos serão feitos justos" (v.19). Ralph Martin observa com perspicácia que Sua obediência é um sinal certo de Sua divindade e autoridade, para ... apenas um ser divino pode aceitar a morte como a obediência, para os homens comuns, é uma necessidade. Ele sozinho como o Filho obediente do Pai poderia escolher a morte como seu destino, e Ele fez isso por causa do Seu amor, um amor que foi dirigido tanto ao propósito redentor de Seu Pai e igualmente para o mundo em que Ele veio. "Eu venho para fazer a tua vontade" (Hb 10:07 ss.) Foi o lema de texto de sua vida inteira. (A Epístola de Paulo aos Filipenses Tyndale New Testament Commentaries [Grand Rapids: Eerdmans, 1975].., 102 itálico no original).
Alguém poderia pensar que em algum lugar aquém do que o sacrifício final Ele teria dito: "É o suficiente!" Mas Sua perfeita submissão levou-o até a morte, porque essa era a vontade do Pai. Mesmo em agonia, como Ele implorou a DEUS no jardim, "Meu Pai, se for possível, deixe este cálice de mim", ele reconheceu que, para evitar a crucificação não era possível dentro da Sua vontade do Pai como Ele continuou a orar, "ainda não como eu quero, mas como tu queres "(Mateus 26:39). Compromisso com a vontade de DEUS era a Sua vontade.
Falando de que o tempo de cortar o coração, o escritor aos Hebreus diz do Senhor: "Nos dias de Sua carne, Ele ofereceu a ambos os orações e súplicas, com choro alto e lágrimas Àquele capaz de salvá-lo da morte, e Ele foi ouvido por causa da Sua piedade. "No entanto, como ele passa a explicar," embora Ele era Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu. E tendo sido aperfeiçoado, tornou-se a todos aqueles que Lhe obedecem fonte de salvação eterna "(Heb. 5:7-9;. Cf 10:7).
Muito antes de sua prisão JESUS havia declarado: "Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida para que eu possa levá-lo de novo" (João 10:17). Pedro opôs-se veementemente JESUS previsão clara de sua morte iminente e necessária e foi fortemente repreendido: "Pedro o levou à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: 'DEUS não permita isto, Senhor! Isso nunca te acontecerá. "Mas Ele se virou e disse a Pedro:" Arreda, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, porque você não está definindo a sua opinião sobre os interesses de DEUS, mas do homem "(Mt 16:22-23). Porque a mente de JESUS foi criado inteiramente em interesses de DEUS, não do homem ou Sua, de bom grado e com alegria tornando-se obediente até à morte. "Enquanto ainda éramos fracos, no momento em que CRISTO morreu pelos ímpios" (Rm 5:6).
O Pai não forçar a morte sobre o Filho. Era a vontade do Pai, mas era o Filho de sempre para obedecer ao Pai perfeitamente. Ele tinha uma escolha livre. Se não tivesse uma escolha, Ele não poderia ter sido obediente. "Ninguém tomou [Minha vida] longe de mim," ele disse, "mas eu a dou por mim mesmo. Tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai "(João 10:18). Ele foi ordenado pelo Pai, mas não obrigado. Como o amor encarnado, Ele se tornou o exemplo perfeito da verdade que Ele mesmo havia declarado: "tem maior amor do que ninguém que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos" (João 15:13).

OITAVO PASSO
e morte de cruz (2:8d)
No recurso final de sua descida e degradação, JESUS apresentou ainda [a] e morte de cruz. Havia muitas maneiras pelas quais Ele poderia ter sido morto. Ele poderia ter sido decapitado, como João Batista foi, ou apedrejado ou enforcado. Mas Ele estava destinado não apenas para qualquer tipo de morte, mas para a morte na cruz. A crucificação é talvez a forma mais cruel, extremamente doloroso e vergonhoso de execução jamais concebida. Ele foi originalmente desenvolvido por antigos persas ou fenícios e mais tarde aperfeiçoado pelos romanos. Foi reservada para os escravos, o mais baixo dos criminosos e inimigos do Estado. Nenhum cidadão romano poderia ser crucificado, não importa o quão notório o seu crime. Em seu livro A Vida de CRISTO, Frederick Farrar descreve a crucificação como segue:
A morte por crucificação parece incluir toda essa dor e podem incluir cãibras e tonturas horríveis, sede, fome, falta de sono, febre traumática, a vergonha da publicidade vergonhosa, horas de tormento, horror de antecipação, a mortificação inclui todas essas dores e o alívio só poderia vir com a inconsciência .... A posição não natural causava cada movimento doloroso; as veias laceradas e tendões esmagados pulsavam com a angústia incessante. (Vol. 2 [New York: E. P. Dutton, 1877], 403-4)
Os judeus consideravam a crucificação como uma forma de suspensão, e aqueles que estavam penduradas para ser amaldiçoado por DEUS. A lei exigia que o cadáver de um homem "não deve ficar a noite toda na árvore, mas você certamente enterrá-lo no mesmo dia (para aquele que é pendurado é maldito de DEUS), de modo que você não contamina sua terra que o Senhor teu DEUS te dá por herança "(Dt 21:23). Por essa razão, a idéia de um Messias crucificado era um bloco intransponível escândalo para os judeus incrédulos (1 Coríntios. 1:23). Como Pedro, eles não podiam sequer conceber o Messias ser condenado à morte, muito menos ser condenado à morte por um ignominioso, horrível, humilhante e maldita morte de cruz. A maldição de Deuteronômio 21:23 significava estar fora da aliança de DEUS, banido do Seu povo e Sua bênção. Mas JESUS suportou a maldição para os fiéis para trazê-los para DEUS e para a glória.
Mas no plano perfeito de DEUS, a crucificação de Seu Filho não só era aceitável, mas obrigatórios. "CRISTO nos resgatou da maldição da lei", explica Paulo ", tendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro" (Gl 3:13). Enquanto Pedro declara: "Ele mesmo levou os nossos pecados em Seu corpo na cruz, para que possamos morrer para o pecado e viver para a justiça; por suas chagas fostes sarados" (1 Pedro 2:24). Na infinita sabedoria de DEUS, e morte de cruz era a única forma de redenção para a humanidade caída, pecaminosa, e condenado. A crucificação era sangrenta, assim como os sacrifícios do Antigo Testamento que prefiguravam-lo. Sacerdotes no serviço do templo eram açougueiros, sangue respingado em seu dever. O Cordeiro de DEUS também morrer uma morte sangrenta.
Depois de refletir sobre o plano divino de salvação para os primeiros onze capítulos de Romanos, Paulo declarou em espanto e admiração: "Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como do conhecimento de DEUS! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos! "(Rom. 11:33). 
Fonte: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao4-fhc-3tr13-jesus-omodeloidealdehumildade.htm