terça-feira, 4 de junho de 2013

BATISMO NAS ÁGUAS E O IMEDIATISMO EVANGELICAL


Preocupa como o movimento evangélico e o aparelho de suas informações nos mostram sociedades ordinariamente ambiciosos, aventureiros e na maioria levianos com os princípios da Fé da cristã. Com vista bíblica, identificamos homens submetidos a sua própria lei, estabelecendo ao ministério do erro a possibilidade de persuadir multidões pela transmissão da removibilidade das expressões e significados indispensáveis para o Plano da Salvação de sua vítimas. Uma das medidas cruéis que servem o Neoliberalismo, pelo crescimento ostensivo de fiéis e, por um acumulo de riquezas, o imediatismo, segue como um programa de violências e hipocrisias que tomam para si propriedades bíblicas sem hesitar.
Medidas cujo prática de substituição encoberta os interesses de seus executores. A isca do exercício dos privilégios “requerimentos de bênçãos” de Deus que dispensam o raciocínio, o compromisso e a observação pessoal com a realidade presente na doutrina explícita. A entrada no Reino de Deus, participação das obras de Cristo, designação para a união com Deus, incorporação no seu corpo (Igreja) e a filiação ao batismo desfrutadas por quem não tem opção a ser apropriado aos termos de efeito em Cristo pela interrupção imediata e voluntária (arrependimento, conversão, renovação, regeneração, reconciliação etc).
As idéias revolucionárias do movimento de apostasias “instantâneo”, por que é fácil e rápido, à exemplo, fez o batismo ser visto como uma brincadeira “passe espiritual” ou um “banho de descarrego”. O que não poderia, aconteceu, o batismo empregado como modo de tratar situações temporais. Adquirindo poderes no novo século, por uma transição histórica de mudanças sucessivas que lhe foi prefigurado em um mergulho na água (crente miojo).
Trataremos a doutrina do batismo e suas administrações como o estabelecer de um pacto de entrada pessoal à Cristo. Assegurado nas Sagradas Escrituras, saberemos distinguir o emprego do termo “batismo nas águas” em paralelos fundamentais que estão além do banho d água e, chegam ao novo nascimento do “Ser” que professa Cristo.
JESUS E O BATISMO NAS ÁGUAS
ATO DA LEGALIDADE: o batismo empregado em Cristo (Mt 3.13; Mc 1.9-11;Lc 3.21-22; Jo 1.32-34)
EXERCÍCIO: o batismo como conseqüência confessional à Cristo (Mc 16.16).
MINISTRAÇÃO EM NOME: do Pai, do Filho, do Espírito Santo (Mt 28.19). Em nome de Jesus Cristo (Atos 2.38).
CANDIDATOS AO BATISMO: pecadores ao arrependimento (Atos 2.38).
PROPÓSITO: Regeneração comportamental e espiritual (Jo 3.3). A condicional da salvação em Cristo (3.5)
SIGNIFICADO: o batismo para à morte do pecado ou do “velho homem” (Rm 6.3,6). A busca da boa Consciência para com Deus (1 Pd 3.21) Arrependimento como caminho que nos leva à Cristo pelo batismo (At 2.38).
A FIGURA DA EMERSÃO: “Conhecer” ou “saber” a realidade de nossa união e identificação com Cristo em sua morte e ressurreição (Rm 6.3,6,9).
DOUTRINA DA IDENTIFICAÇÃO: a dispensarão e a manifestação do E. Santo ilustrado na semelhança de Cristo pelo batismo (Mt 3.16). A possibilidade da ressurreição espiritual do novo homem pelo Espírito está na obediência para a morte do pecado (R. 6.4; Cl 2.12).
ADMINISTRAÇÃO: João Batista (Tipo de Igreja; Ministério da preparação; Conduta Pastoral)
1) Precursor de Cristo (Aquele que prepara; Lc 3.02)
2) Anunciador e Testemunha da preeminência de Cristo (Mt 3.11)
3) O servo de Cristo (A justiça se cumpre no Filho de Deus; Mt 3.13)
4) Profeta Messiânico (Relação ministerial com Jesus; Mt 11.7)
5) Pregador do arrependimento ( o que muda procedimentos humanos; Lucas 3.3-14)
Concluímos…
O arrependimento e a conversão dos pecados: “o caminho que nos leva para Cristo”. O Senhor Jesus: “o Caminho que nos leva para Deus”. Não se põe remendo novo em pano velho. Vinho novo em odre velho, para que não haja desperdício. Renovação em Cristo se possibilita pelo despojamento do pecado ou tudo aquilo que está na natureza proveniente em Adão (pecado original). Água não despoja a imundícia, seja esta corrente ou parada não muda o fator principal. Como figura de “simulação” indaga ao praticante do ato batismal : trouxe o morto para enterrarmos em Cristo? Aqui o novo vem quando o velho sai. O batismo é para a morte do pecado, não enganemos à Cristo! Um velório para quem quer estar vivo para o pecado é cômico, contraria a Lei espiritual do Evangelho. Apresentemos o morto uma vez por todas, para sempre, como vivos dentre os mortos para sermos propriedade de Deus. Batismo parcelado aqui não! Água antes da entrega do morto? Pela ordem, sejamos capazes dentro deste aspecto posicional, no reconhecimento de Deus e das Sagradas Escrituras.
Fonte: http://pastordanielbatista.com/

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