sexta-feira, 24 de maio de 2013

A Justiça Divina e os Embargos Infringentes

Tipo: Variedades / Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa
    NA JUSTIÇA DE DEUS, uma vez proferida a sentença condenatória, o réu é imediatamente lançado em prisão de segurança máxima, onde é inadmissível imaginar qualquer possibilidade de fuga ou rebelião.

     Por toda a eternidade, os condenados sofrerão continuamente o castigo pela desobediência ao Senhor, pelos pecados que cometeram na vida terrena.

    Não terão qualquer chance de se comunicarem com parentes e amigos; não receberão visitas íntimas e não terão direito a recorrer a instância superior. Deus é o Legislador e o Juiz por excelência.

    Na Código Penal de Deus, não há o sistema de progressão de pena para “regime aberto” ou “semi aberto”. Vejam: “E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre” (Ap 20.10).

    Aos sentenciados não é permitido apresentar qualquer recurso judicial, tais como embargos infringentes e/ou declaratórios, com o objetivo de alterar decisões do Supremo Ser.

    A pena do castigo eterno é aplicada e executada, sem delongas, logo após à morte do pecador (Lc 16.19-31; v. Mt 25.41).

   Como acontece com a justiça humana, ninguém pode alegar desconhecimento da Lei. A regra é bem clara: “Quem nele crê, não é condenado; quem não crê, já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18). - 12.05.2013
Fonte: http://www.palavradaverdade.com/print2.php?codigo=3888

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