domingo, 14 de abril de 2013

Pedofilia: A infância destruída pela depravação moral

Pedofilia-Infancia-DestruidaPor Silvio Costa
Nunca se ouviu falar tanto de “PEDOFILIA”, como nos dias atuais. E desta vez não são notícias sensacionalistas ou manipuladas para outros fins; são fatos de desordem social, desequilíbrio familiar e corrupção moral degradante.
A mídia através de seus variados canais de expressão tem trazido à tona uma realidade que assusta; descoberta que surpreende a maioria de nossa sociedade e que no mínimo revela um fato aterrador: A infância de milhares de crianças está sendo destruída dentro de suas próprias casas, nas escolas, nos círculos de amizade familiar de forma privada ou através de uma rede de depravação moral sustentada por adultos.
Achei interessante abordar a questão tão alardeada nos meios de comunicação. Neste propósito tornou-se conveniente fazê-lo em duas postagens. Uma que apresentaria a questão de uma forma mais atual, lançando um feixe de luz na panorâmica que envolve o assunto (é claro que não de forma profunda e definitiva); e uma segunda postagem tratando da questão tendo como base de enunciado a Palavra de Deus. Espero que você goste e participe com sua opinião.
Assim, esta primeira postagem sobre o assunto assume uma roupagem mais social (o que temos ouvido acontecer no seio de muitas famílias); mais informativa (definindo a questão e apresentando conceitos), mais histórica (relatando fatos ligados à pedofilia no mundo) e também jurídica (apresentando fundamentos de nossa legislação criminal contra essa prática). Então vamos ao comentário que exigiu pesquisas e seleção de opiniões.
O que é Pedofilia?
Pedofilia-Mais-Que-PesadeloA pedofilia (também chamada de paedophilia erotica ou pedosexualidade) é a perversão sexual, na qual a atração sexual de um indivíduo adulto está dirigida primariamente para crianças pré-púberes ou não. A palavra pedofilia vem do grego παιδοφιλια < παις (que significa "criança") e φιλια ( 'amizade'; 'afinidade'; 'amor', 'afeição', 'atração'; 'atração ou afinidade patológica por'; 'tendência patológica' – segundo o Dicionário Aurélio).
A pedofilia é classificada como uma desordem mental e de personalidade do adulto, e também como um desvio sexual, pela Organização Mundial de Saúde. Os atos sexuais entre adultos e crianças abaixo da idade de consentimento (resultantes em coito ou não) é um crime na legislação de inúmeros países. Em alguns países, o assédio sexual a tais crianças, por meio da Internet, também constitui crime. Outras práticas correlatas, como divulgar a pornografia infantil ou fazer sua apologia, também configuram atos ilícitos classificados por muitos países como crime. O comportamento pedófilo é mais comum no sexo masculino.
A Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada em 1989 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, define que os países signatários devem tomar "todas as medidas legislativas, administrativas, sociais e educativas" adequadas à proteção da criança, inclusive no que se refere à violência sexual (artigo 19).
Definindo o Pedófilo
O Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 4th edition (DSM-IV), da Associação de Psiquiatras Americanos, define uma pessoa como pedófila caso ela cumpra os três quesitos abaixo:
Por um período de ao menos seis meses, a pessoa possui intensa atração sexual, fantasias sexuais ou outros comportamentos de caráter sexual por pessoas menores de 13 anos de idade.
A pessoa decide por realizar seus desejos, seu comportamento é afetado por seus desejos, e/ou tais desejos causam estresse ou dificuldades intra e/ou interpessoais.
A pessoa possui mais do que 16 anos de idade, e é ao menos cinco anos mais velha do que a(s) criança(s) citada(s) no critério. Este critério não se aplica exatamente a indivíduos com 12-13 anos de idade ou mais, Envolvidos em um relacionamento amoroso (namoro) com um indivíduo ao final da adolescência – entre 17 e 20 anos de idade. Haja vista que nesta faixa etária geralmente acontecem diversos relacionamentos entre adolescentes de idades diferentes. Namoro entre adolescentes e jovens não é considerado pedofilia por especialistas no assunto. (Exemplo: O namoro entre uma adolescente de 14 anos e um jovem de 18 anos).
Note que o ato sexual entre pedófilo e criança não precisa estar presente, e que uma pessoa pode ser considerada clinicamente como pedófila apenas pela presença de fantasias ou desejos sexuais, desde que a dada pessoa cumpra todos os três critérios acima.
Pedofilia: Doença ou Transgressão da Lei?
O ponto mais complexo nas discussões que envolvem o tema é a questão psicológica e jurídica da causa. Do ponto de vista clínico, um pedófilo é um doente. Do ponto de vista jurídico é um criminoso (em muitos países); não importa se o indivíduo adulto seja “psicologicamente desequilibrado por razões variáveis”, frente à justiça desses países, se o adulto faz sexo com crianças é um transgressor digno de ação penal.
Existem vários conceitos e teorias acerca do que leva um indivíduo a pedofilia. Já foram realizadas várias pesquisas envolvendo homens que revelaram excitação frente a crianças através de alguma fantasia.
A Pedofilia Mundo Afora
O caso mais recente e de maior repercussão foi a busca por um pedófilo que aparecia em várias fotos abusando de menores. Cerca de 200 imagens com seu rosto digitalmente alterado foram divulgadas na Internet. Numa busca que envolveu especialistas em edição de imagens, a fim de restaurar a imagem do rosto do procurado, o canadense Christopher Neil, 32 anos, foi preso e acusado por crime de pedofilia na província de Nakhon Ratchasima, em Korat, a cerca de 250 km a norte da capital Bangcoc, uma área turística da Tailândia. A captura começou quando investigadores captaram um telefonema de uma travesti tailandesa com quem Neil teve contatos no passado. A travesti, de 25 anos, que já alugou uma casa com Neil em outra região da Tailândia, colaborou com as investigações levado os policiais até a residência do acusado. No mesmo dia a instrutora de tênis britânica, Claire Lyte, 29 anos, foi condenada pelo mesmo crime ao ser considerada culpada de manter relações sexuais com sua aluna de apenas 13 anos. Lyte deve receber a sentença pela condenação dentro de um mês.
A Revista Veja, da Editora abril, edição nº 1982, ano 39, nº 45, de 15 de novembro de 2006, publicou uma reportagem nas páginas 112/114, sobre dois advogados norte-americanos, John Aretakis , de Nova Iorque e Jeff Anderson, de Minnesota, recordistas de clientes vítimas de abusos sexuais, tendo o primeiro patrocinado 250 ações, com indenizações no valor de um milhão de dólares obtidas da Igreja Católica e o segundo patrocinado hum mil ações, com indenizações no valor de 150 milhões de dólares, também, obtidas da mesma instituição religiosa. O caso mais famoso foi o do padre Mark Haight, de Albany, que estuprou um menino, diariamente, durante seis anos. Seguem-se os casos do padre James Porter, que molestou 28 crianças e foi condenado em 1993 a 28 anos de prisão, do padre Paul Shanley, que molestou uma menina durante três anos e foi condenado a doze anos de cadeia, do padre John Geoghan, molestador de mais de cem crianças, foi condenado a dez anos de prisão e do padre Rudolph Kos, que molestou onze crianças e a sua diocese pagou indenizações no valor de trinta milhões de dólares às vítimas. Anderson afirmou à Revista Veja: “luteranos, mórmons, testemunhas de Jeová, evangélicos… Diga-me o nome de qualquer grupo religioso e eu provavelmente já o processei”.
Os Movimentos Pró e Contra a Pedofilia
Pedofilia-Movimentos-Pro-e-ContraUm pretenso ativismo pedófilo teria surgido nos Países Baixos, no final dos anos 1950, pelo trabalho do neerlandês Frits Bernard, que fundou um grupo tolerado naquele país, tendo se desenvolvido a partir da Revolução sexual dos anos 1970 e até o início dos anos 1980, sobretudo na Europa Ocidental e EUA.
Em 1979, uma petição apoiada por grupos não-pedófilos (sexólogos, homossexuais, feministas, trabalhistas) chegou a ser apresentada ao Parlamento neerlandês, sem sucesso. Várias alegadas entidades foram fundadas onde a legislação era tolerante ou omissa. A reação social passou a desmascarar as intenções dos indivíduos que utilizavam o discurso pró-pedofilia, o que levou os grupos de pedófilos neles imiscuídos a serem expulsos, a partir de 1994, da ILGA, a confederação mundial de grupos GLBT, que então proclamou oficialmente a dissociação de pedofilia e homossexualidade, rechaçando expressamente os portadores daquela anomalia. Novos grupos, em países como Alemanha e Países Baixos, sobreviveram, centrando sua ação basicamente na Internet, dificultando sua captura e identificação.
Embora essas siglas pretendam existir e divulgar a pedofilia como algo normal, as polícias do mundo cada vez mais se unem no combate e prisão dos praticantes desse crime, desbaratando as redes internacionais de pedofilia.
O ativismo pró-pedofilo é um pequeno movimento que teve seu período mais ativo entre os anos 1950 e início dos anos 1990 e atualmente é mantido em sua maior parte através de sites na Internet. Um de seus objetivos – de acordo com um de seus apoiadores, Frits Bernard – é defender a aceitação da pedofilia como uma orientação sexual ao invés de um distúrbio psicológico.
O ativismo antipedófilo abrange oposição aos pedófilos, activismo pró-pedófilo e outros fenômenos tidos como relacionados à pedofilia, como a pornografia infantil e abuso sexual de menores. Muitas ações diretas classificadas como antipedófila envolvem demonstrações contra acusados de crimes de natureza sexual, grupos que advogam a legalização da atividade sexual entre adultos e crianças, usuários de internet que solicitam sexo a adolescentes.
A Legislação Brasileira a Respeito da Pedofilia
A lei brasileira não possui o tipo penal "pedofilia". Entretanto, a pedofilia, como contato sexual entre crianças pré-púberes ou não e adultos, se enquadra juridicamente nos crimes de estupro (art. 213 do Código Penal) e atentado violento ao pudor (art. 214 do Código Penal), agravados pela presunção de violência prevista no art. 224, "a", do CP, ambos com pena de seis a dez anos de reclusão e considerados crimes hediondos.
Pornografia infantil é crime no Brasil, passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa. Artigo 241, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores (internet), fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente. Em novembro de 2003, a abrangência da lei aumentou, para incluir também a divulgação de links para endereços contendo pornografia infantil como crime de igual gravidade. O Ministério Público do país mantém parceria com a ONG SaferNet que recebe denuncias de crimes contra os Direitos Humanos na Internet e mantém o sítio SaferNet, que visa a denúncia anônima de casos suspeitos de pedofilia virtual.
A partir de 2007 os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, lançou uma ampla campanha para coibir a prática de crimes contra menores, através de denúncias anônimas feitas através do telefone 100. Em todo o país este número serve para receber as denúncias de abusos de toda a ordem – e os sexuais são a maioria dos casos.
Em 20 de dezembro de 2007 a Polícia Federal do Brasil, em conjunto com a Interpol, o FBI e outras agências de investigação desvendou o uso da Internet como meio para divulgação de material – para tanto usando da identificação dos IPs anônimos – tendo efetuado três prisões em flagrante e mais de quatrocentas apreensões pelo país – sendo esta a primeira operação onde foi possível identificar usuários da rede mundial de computadores para a prática pedófila no Brasil.
A Pedofilia Doméstica Incitou e Despertou um Comércio de Depravados
Pedofilia-Domestica
É inegável que por detrás da desatenção dos pais, dos holofotes das autoridades judiciais e da orientação educacional específica, existe uma verdadeira “rede de exploração e de consumo do sexo infantil”. Numa das pontas da apresentação dos fatos nefandos desta prática ilícita – descobrimos um comércio ligado ao sexo infantil, através de produtoras de filmes reprováveis e de aliciadores disfarçados de amigos e de “tios” das crianças. Através da distribuição de presentes e agrados, essa gente a serviço do mal tem arrastado para a ruína vidas em seu ingênuo desenvolvimento. Há quem pague e sustente essa prática nociva e criminosa, é também por isso que essa praga não pára de destruir as inocentes crianças.
A violência domiciliar. O maior número desses crimes acontece em surdina sob o ímpeto de ameaças e agressões geralmente por parte dos pais (sexo masculino) dentro de casa. Esses casos começaram a ser noticiados e ao invés de se extinguirem, acabaram por ascender o estopim da perversão sexual de adultos sem escrúpulos e sem nenhuma vergonha.
O mercado do sexo. Os casos que ganham mais atenção das autoridades (tanto que até uma CPI, foi organizada para tentar desbaratar essa rede impiedosa), são os que envolvem pessoas da alta sociedade e autoridades de diferentes áreas. Além de genitores, padrastos, amigos, professores, militares, políticos e clérigos (e não duvido de daqui a pouco aparecer “evangélicos” envolvidos nesses escândalos).
Conclusão
Foi possível notar que pedofilia vai para além de desvios sexuais. Na verdade os fundamentos da prática são os da violência, do erotismo e de carência de boa moral. Também percebemos um perigo que ameaça a integridade física e psicológica de nossos próprios filhos. Pais e mães é preciso cuidado e atenção para com vossos filhos. Converse, investigue e não desconsidere seu filho em nenhum momento. Precaução, diálogo e acompanhamento responsável dos pais é a melhor prevenção frente a esse mau moral que ataca impiedosamente vidas inocentes.
Que Deus proteja nossas famílias, capacitando pais e guardando a todos nós.

Quem apóia casamento gay não deveria receber comunhão, afirma Arcebispo da Igreja Católica de Detroit

Arcebispo-Dom-Allen-VigneronO Arcebispo Dom Allen Vigneron disse ao Detroit Free Press de domingo (7) que Católicos que apóiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo não devem se apresentar para receber Comunhão.
“Um Católico receber a Santa Comunhão e ainda negar a revelação que Cristo confiou à Sua igreja é tentar dizer duas coisas contraditórias de uma só vez: ‘Eu acredito que a igreja oferece a verdade salvadora de Jesus, e eu rejeito o que a igreja ensina’”, disse o arcebispo. “Com efeito, elas se contradizem. Este tipo de comportamento resultaria em renunciar publicamente a integridade de uma pessoa e, logicamente, trazer vergonha para uma duplicidade que não é diferente de perjúrio.”
Em um e-mail para a CNN, o porta-voz da Arquidiocese, Joe Kohn, referiu-se às observações de Vigneron: “O foco do arcebispo aqui não é ‘casamento gay’; mas a recepção Católica da Santa Comunhão”, explicou ele. “Se um católico publicamente se opõe à igreja em uma questão séria do ensinamento da igreja, qualquer questão séria – por exemplo, seja uma rejeição da divindade de Cristo, crenças racistas, apoio ao aborto ou apoio à redefinição do casamento – isto irá contradizer a afirmação pública que fizeram das crenças da igreja ao receberem Comunhão”.
Tanto o arcebispo quanto seu porta-voz disseram que a Igreja e seus pastores permanecem prontos a ajudar os católicos a entender e evitar esta crise de fé.
Os comentários do Arcebispo Vigneron seguiram a postagem de um blog por Edward Peters, professor de lei canônica no Seminário Maior do Sagrado Coração em Detroit e conselheiro do Vaticano, que escreveu em 27 de março, “Católicos que promovem ‘casamento entre pessoas do mesmo sexo” agem contrariamente a [lei da igreja] e não devem se apresentam para a Santa Comunhão… eles também se arriscam a ter a Santa Comunhão impedida para eles, sendo repreendidos… e/ou sendo punidos pela [lei da igreja] por ferir gravemente os bons costumes”.
Os comentários dos dois líderes de igreja mostra um notável mudança para a Arquidiocese de Detroit, a qual teve o ativista homossexual Thomas Gumbleton como seu bispo auxiliar até que ele foi forçado pelo Vaticano a se retirar em 2006. Gumbleton, que disse que foi sexualmente abusado por um sacerdote Católico em sua juventude, uma vez disse a famosa frase sobre os homossexuais: “Homossexuais não são desordeiros. Eles são pessoas psicologicamente saudáveis… Homossexuais são tão saudáveis quanto qualquer outra pessoa”.
Gumbleton era afiliado a várias organizações ativistas gay, tais como Triangle Foundation ( Fundação Triângulo), Rainbow Sash Movement (Movimento da Faixa do Arco-Íris), New Ways Ministry (Ministério Novos Caminhos), SHARE (Compartilhar) e Call to Action (Chamado à ação). Em 1995, ele recebeu o prêmio de liderança da Call to Action.
Em contrapartida, o Arcebispo Vigneron disse, em entrevista coletiva no mês passado, que se os líderes Católicos abandonassem o ensinamento deles contra a homossexualidade, “nós seríamos como médicos que não dizem a seus pacientes que certas formas de comportamento não são realmente do seu interesse”.
Não está claro se o arcebispo pretende negar Comunhão para os proponentes públicos do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, ou se ele confiará que os ofensores estarão afastados da Comunhão por conta própria. Ligações para a arquidiocese procurando esclarecimentos não foram retornadas imediatamente.
O ensino católico diz que aqueles que recebem Comunhão enquanto estão em sério conflito com a Igreja são culpados de pecado mortal.
Fonte: Life Site News | Anajure
Tradução: Jorge Alberto
http://searanews.com.br/ 

O Plano de Deus para a Agenda Gay

 
John_macarthurPor Rev. John MacArthur
Se você tem visto as notícias nos últimos dois anos, deve ter percebido a incrível onda de interesse em afirmar homossexualidade. Se é no centro de um escândalo religioso, corrupção política, legislação radical, ou a redefinição do casamento, interesses homossexuais têm vindo para caracterizar a América. Esta é a indicação do sucesso da agenda gay. E alguns Cristãos, incluindo alguns líderes nacionais de igrejas, têm vacilado sobre a questão ultimamente. Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a entender como pecaminosa a homossexualidade – chamando o “mal” de “bem” e o “bem” de “mal” (Isaías 5.20) – elas o fazem com o custo de muitas almas.
Como você deve responder ao sucesso da agenda gay? Você deve aceitar a recente tendência relativa à tolerância? Ou você deve se juntar aos que excluem os homossexuais com hostilidade e desdém?
Na realidade, a Bíblia nos chama a um equilíbrio entre o que algumas pessoas acham que são duas reações opostas – condenação e compaixão. De fato, as duas juntas são elementos essenciais do amor bíblico, e isto é o que o pecador homossexual precisa desesperadamente.
Defensores homossexuais têm sido efetivos em vender suas interpretações torcidas de passagens das Escrituras que se referem à homossexualidade. Quando você pergunta a um homossexual o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade – e muitos deles sabem – eles têm digerido uma interpretação não apenas torcida, mas também completamente irracional. Os argumentos pró-homossexuais da Bíblia não são nada além de cortina de fumaça – quando você se aproxima, vê através deles.
A condenação de Deus à homossexualidade é abundantemente clara – Ele se opõe à isto em todas as épocas:
– Na época dos Patriarcas (Gênesis 19.1-28);
– Na Lei de Moisés (Levítico 18.22; 20.13);
– Na época dos Profetas (Ezequiel 16.46-50);
– No Novo Testamento (Romanos 1.18-27; I Coríntios 6.9-10; Judas 7-8).
hs02Por que Deus condena a homossexualidade? Porque isto contraria o modelo fundamental de Deus para os relacionamentos humanos – um modelo que estabelece a relação complementar entre um homem e uma mulher (Gênesis 2.18-25; Mateus 19.4-6; Efésios 5.22-33).
Por que, então, temos interpretações homossexuais das Escrituras sendo tão bem-sucedidas em persuadir a muitos? Simples: pessoas querem ser convencidas. Uma vez que a Bíblia é tão clara quanto ao assunto, pecadores têm tido que desafiar a razão e abraçar o erro para calar suas consciências acusadoras (Romanos 2.14-16). Como Jesus disse, “Os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más” (João 3.19).
Como um Cristão, você não deve comprometer o que a Bíblia diz sobre homossexualidade – nunca. Não importa o quanto você deseje ser compassivo ao homossexual, suas primeiras compaixões pertencem ao Senhor e a exaltação de Sua retidão. Homossexuais permanecem em desafiante rebelião contra a vontade do seu Criador, que desde o início “os fez homem e mulher” (Mateus 19.4).
Não permita a si mesmo ser intimidado por defensores homossexuais e suas motivações fúteis – seus argumentos são sem substância. Homossexuais, e aqueles que defendem o pecado, são fundamentalmente comprometidos em desvirtuar o senhorio de Cristo neste mundo. Mas a rebelião deles é inútil, pois o Espírito Santo diz, “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus” (I Coríntios 6.9-10; cf. Gálatas 5.19-21).
Então qual é a resposta de Deus à agenda homossexual?
Juízo certo e final. Argumentar qualquer outra coisa é comprometer a verdade de Deus e enganar aqueles que estão perecendo.
Quando você interagir com homossexuais e seus simpatizantes, você deve afirmar a condenação da Bíblia. Você não está tentando trazer condenação à cabeça dos homossexuais, você está tentando trazer convicção, de modo que eles possam se voltar do pecado e abraçar a única esperança de salvação para todos nós pecadores – e é através da fé no Senhor Jesus Cristo. Homossexuais precisam de salvação. Eles não precisam de cura – homossexualidade não é uma doença. Eles não precisam de terapia – homossexualidade não é uma condição psicológica. Homossexuais precisam de perdão, porque homossexualidade é um pecado.
Eu não sei como isto aconteceu, mas poucas décadas atrás alguém rotulou os homossexuais com o termo mais impróprio – “gay”. Gay significava feliz, mas eu posso assegurar a você, homossexuais não são pessoas felizes. Eles habitualmente procuram a felicidade seguindo prazeres destrutivos. Há uma razão pela qual Romanos 1.26 chama o desejo homossexual de “paixão degradante”. É um desejo que destrói o corpo físico, arruína relacionamentos, e traz perpétuo sofrimento para a alma – e seu fim último é a morte (Romanos 7.5). Homossexuais estão experimentando o julgamento de Deus (Romanos 1.24,26,28) e, portanto, estão tristes, muito tristes.
I Coríntios 6 é muito claro sobre a consequência eterna para aqueles que praticam a homossexualidade – mas há boas notícias. Não importa qual é o pecado, se homossexualidade ou qualquer outro, Deus provê perdão, salvação e a espera de vida eterna para aqueles que se arrependem e abraçam o Evangelho. Logo após identificar os homossexuais como aqueles que “não herdarão o Reino de Deus”, Paulo disse: “Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus” (I Coríntios 6.11).
O plano de Deus para muitos homossexuais é que eles venham à salvação. Houve ex-homossexuais na Igreja de Corinto nos dias de Paulo, assim como há muitos ex-homossexuais hoje na minha igreja e nas igrejas fiéis ao redor do país. Com corações regenerados, eles se sentam em igrejas bíblicas em todo o país, louvando seu Salvador, juntamente com outros que antes eram imorais, idólatras, adúlteros, ladrões, avarentos, alcoólatras, caluniadores e trapaceiros. Lembrem-se, tais foram alguns de vocês também.
Qual deve ser a sua resposta para a agenda homossexual? Faça dela uma resposta bíblica – confronte-a com a verdade da Escritura, que condena a homossexualidade e promete condenação eterna para todos os que a praticam. Qual deve ser a sua resposta a um homossexual? Faça dela uma resposta evangelística – o confronte com a verdade da Escritura, que o condena como um pecador, e aponta a ele a esperança de salvação através do arrependimento e fé em Jesus Cristo. Permaneça fiel ao Senhor ao responder à homossexualidade, honrando Sua Palavra e deixando os resultados para Ele.
Fonte: Grace to You | Anajure
Tradução: Jorge Alberto

Satanismo influenciando adolescentes e jovens


Por Paulo Pontes
"Satanismo influenciando adolescentes e jovens" foi o título usado pelo líder da Assembleia de Deus em Parnamirim-RN, pastor Elinaldo Renovato de Lima (foto), renomado escritor, conferencista e comentarista das revistas de lições para a EBD da CPAD, ao postar a seguinte mensagem de alerta  em seu perfil no facebook: “Repasso para os pais cristãos o alerta do Pr. Mark Driscoll. Vejam o perigo que ronda a vida de muitos filhos de crentes, que imaginam que seus filhos estão a salvo das influências demoníacas. Mas, nas escolas, colegas sugerem certos livros, certos filmes, e eles, sem experiência, acham que tudo é apenas arte, cultura. A SÉRIE CREPÚSCULO, AMANHECER 2 E OUTROS DO GÊNERO, QUE EXALTAM O VAMPIRISMO, SÃO INSTRUMENTOS DO DIABO PARA DESTRUIR o pouco que há no coração de muitos jovens e adolescentes, da parte de Deus. Lembrem-se: "OS FILHOS SÃO HERANÇA DO SENHOR, E O FRUTO DO VENTRE O SEU GALARDÃO" (Sl 127.3). UM DIA, OS PAIS PRESTARÃO CONTAS A DEUS. COMO ESTÃO CUIDANDO DE SEUS FILHOS? Leiam com calma, e compartilhem com o maior número possível de amigos”.
Esta postagem gerou diversos comentários, pois uma das marcas do seu ministério é o cuidado com a família cristã. Como pai, pastor, orientador espiritual, e escritor, sempre valorizou a família, tema de seus muitos estudos e livros. Muitos outros líderes se unem ao pastor Elinaldo com uma preocupação em comum de combater às influências satânicas na mídia mundial, principalmente neste tempo em que as toxinas do mundanismo proliferam por todas as partes. Para combater esse mal que influencia crianças, adolescentes e jovens de nossas igrejas os pastores também contam com a ajuda dos pais, que devem orientar e instruir os filhos que não enxergam nenhum problema em assistir esse tipo de programação na TV. Mas existem também aqueles pais que, que mesmo crentes, gostam de filmes de terror, e acham que não tem nada a ver porque se trata de “apenas um filme”. A exemplo de Ló parecem não se importar com o bem estar espiritual da família. Por isso, conforme a recomendação do pastor leia abaixo o texto traduzido do pastor Mark Driscoll, onde pede que pais alertem seus filhos sobre “tendências demoníacas” da saga.
O pastor Mark Driscoll fez duras críticas em relação a série Crepúsculo e os pais cristãos que deixam seus filhos assistir a saga de vampiros que tomou conta da juventude nos últimos anos.
Em um texto postado em seu blog, Driscoll diz que o novo filme, que estreou recentemente, não é nada inofensivo para as meninas.
“Crepúsculo é para as adolescentes o que a pornografia é para os adolescentes: algo doente, distorcido, maligno, perigoso, enganador e popular”, escreveu.
Milhões de pessoas foram ver “Amanhecer Parte 2” no fim de semana, deixando-o em primeiro lugar nas bilheterias não só dos Estados Unidos, mas também em diversos países.
O quinto filme é o último capítulo dessa saga hollywoodiana (ou “lixo fenomenal”, como chama Driscoll) que arrecadou cerca de 2,5 Bilhões dólares nas bilheterias mundiais nos últimos quatro anos.
Lamentando as reações enlouquecidas das fãs nas filas do cinema, Driscoll, que tem uma filha de 15 anos, escreveu: “Tragicamente, muitos serão levados ao cinema por seus pais, incluindo algumas mães que incentivam a verdadeira obsessão de suas filhas por belos jovens do sexo masculino”.
Para ele, a popularidade desses “romances sobrenaturais” demonstra algumas tendências demoníacas. “Pensar em morder, cortar, beber sangue? Às vezes durante o sexo… é se afundar cada vez mais no oculto”, disse ele.
O pastor acredita que esse tipo de história é um dos eficientes métodos usados por Satanás “para atrair as pessoas para as trevas”. Afinal, segundo ele, o interesse de alguns adolescentes como tornar um “doador” de seu sangue para os vampiros é algo “totalmente pagão”.
“Essas histórias oferecem uma eternidade sem Deus e sem salvação; no lugar do sangue derramado por Jesus, meninas e meninos derramaram seu próprio sangue para serem despertados para sua própria salvação, de uma nova forma de vida espiritual, cheia de sexo e de comportamento ocultista”.
Driscoll não aconselha que os cristãos tentem proibir simplesmente os filhos, mas devem aproveitar a oportunidade para educá-los.
Falando sobre sua própria família, ele explica: “Nós não tratamos filmes, livros e programas de TV voltados para jovens como diversão inofensiva, mas sim uma ameaça potencial para o bem-estar espiritual de nossos filhos”.
Ele finaliza: “Como pastor e pai, estou particularmente preocupado com os pais cristãos que permitem ingenuamente que esta sujeira entre na vida de seus filhos.
Pais, não comprem esses livros nem levem suas crianças para ver esses filmes.
Minha oração pelos pais é que ‘vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus’ (Filipenses 1:9-11)”.
Fonte: Gospel Prime, Traduzido de Christian Today.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O CASAMENTO BÍBLICO

Pr. Adaylton de Almeida Conceição

Abaixo, uma matéria ótima do Pr. Adaylton de Almeida Conceição, sobre o matrimônio. Vale a pena ler, aprender e aplicar em nossas vidas este conhecimento.


TEXTO ÁUREO
"Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne" (Gn 2.24).

VERDADE PRÁTICA
O casamento é uma instituição divina, sendo constituído pela união indissolúvel de um homem e de uma mulher: monogâmico e heterossexual.

Introdução
Diferentes modelos de casamentos são apresentados à sociedade, principalmente na mídia, como alternativos. Mas, de acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus, existe apenas um padrão bíblico para o casamento.

Um dos objetivos principais daqueles que se opõem ao padrão bíblico para o casamento, é descredenciar a autoridade da Bíblia. Para tanto, afirmam que a Bíblia não passa de um livro humano, e que, por isso, é produto da cultura e de uma época. Por conseguinte, tentam inculcar na sociedade que os valores exarados nas Escrituras não mais se aplicam aos dias atuais.

O matrimônio é um passo importante na vida de todos. Não é por acaso que existe um grande número de livros abordando o assunto.

O casamento aos moldes bíblicos vai muito além da união emocional e da junção de corpos, é um compromisso moral e legal, que transcende à esfera espiritual.

FAÇAMOS O HOMEM. Nos versículos 26-28 lemos a respeito da criação dos seres humanos; 2.4-25 supre pormenores mais específicos a respeito da sua criação e do seu meio-ambiente. Esses dois relatos se completam e ensinam várias coisas.
(1) Tanto o homem quanto a mulher foi uma criação especial de DEUS, não um produto da evolução (v. 27; Mt 19.4; Mc 10.6).

(2) O homem e a mulher, igualmente, foram criados à imagem e semelhança de DEUS. À base dessa imagem, podiam comunicar-se com DEUS, ter comunhão com Ele e expressar de modo incomparável o seu amor, glória e santidade. Eles fariam isso conhecendo a DEUS e obedecendo-o (2.15-17).

Em certo sentido, a constituição física do homem e da mulher retrata a imagem de DEUS, o que não ocorre no reino animal. DEUS pôs nos seres humanos a imagem pela qual Ele apareceria visivelmente a eles (18.1,2,22) e a forma que seu Filho um dia viria a ter (Lc 1.35; Fp 2.7; Hb 10.5).

(3) O fato de seres humanos terem sido feitos à imagem de DEUS não significa que são divinos. Foram criados segundo uma ordem inferior e dependentes de DEUS (Sl 8.5).
(4) Toda a vida humana provém inicialmente de Adão e Eva (Gn 3.20; At 17.26; Rm 5.12.

Deus é o Autor do casamento
Se Jeová não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Salmos 127.1).
Realmente não há possibilidade de se estabelecer um casamento nas bases de Deus, se não sabemos o que é que o arquiteto tem para dizer acerca de pedir. Se queremos entender o plano de Deus para a família, devemos começar pelo segundo capítulo de gênesis. Ali encontraremos os detalhes sobre a instrução da primeira família (veja Gênesis 2.18-32).

 Deus o criador da Família
"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela" (Salmo 127:1).

       Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Em nosso mundo de hoje em dia, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso.

A Solução da solidão
A criação do homem e a instituição da família ocorreram no sexto dia da semana da criação. A Palavra de Deus nos diz que no sétimo dia Ele descansou de toda obra que fizera. Mas, antes de descansar, “viu que tudo o que havia feito, e eis que era muito bom” (Gênesis 1:31). Contudo, em Gênesis 2.18, vamos encontrar o primeiro “não é bom”. Deus declara que não é bom que o homem esteja só. Creio que quando Deus disse isto, Adão gritou: “Amém, Senhor!”.

O casamento foi instituído por Deus para resolver o primeiro problema da raça humana:“A Solidão!” Imagine Adão em um ambiente perfeito, mas solitário. Ele teria perfeita comunhão com Deus e a companhia dos animais e das aves. Mas, a Bíblia nos diz: “Mas para Adão não se achou adjuntora que estivesse como diante dele” (Gênesis 2.20). Então o Criador tomou a iniciativa de solucionar o problema, criando outro ser semelhante ao homem, ainda que muito diferente deste.

Olhe o primeiro título que Deus deu a mulher foi “ajudadora”, pois esta é sua função básica. Esta palavra comunica a ideia de alguém que complementa outra pessoa, isto é, Eva seria absolutamente necessária para a realização total de Adão. E Deus une, “que lhe fora idônea”,isto é, alguém completamente adequado física, emocional, intelectual e espiritualmente para o homem.

Eva foi criada para ser a parte que faltava na existência da origem de Adão. O casamento começou a partir de uma necessidade básica de companheirismo e complementação. No plano de Deus o casamento foi instituído para que as duas pessoas possam viver completando um ao outro. Logo, quando vocês estão suprindo as necessidades físicas, emocionais, intelectuais e espirituais de seu conjugue estão sendo um. E quando não supres a necessidade de seu conjugue está só, como se fosse solteiro.

No versículo 22 de Gênesis 2, vemos como foi formada a mulher. O Senhor fez da costela de Adão uma linda mulher – uma companheira criada especialmente por Deus para o homem.
É interessante notar que a mulher foi tirada do lado de Adão, ou seja, de sua costela, para revelar sua dependência do homem. Ela não foi tirada da cabeça pois não é sua função dominá-lo; nem de seu pé pois não foi criada para ser pisada por ele, mas de seu lado, de sua costela, para revelar a responsabilidade e dever de marido em protegê-la e cuidá-la.

Uma só carne
Afim de que em nossos próprios matrimônios possamos compreender o significado do conceito de uma só carne, necessitamos compreender o plano original de Deus para o matrimônio quando Ele estabeleceu esta relação no jardim do Éden. O quadro do matrimônio segundo o propósito original de Deus se encontra em Gênesis capítulos 1 e 2. Deus criou à sua própria imagem e semelhança (Gênesis 1. 27). Adão estava integralmente realizado, contendo dentro de si mesmo todos os atributos que agora conhecemos como masculino e feminino (Gênesis 2. 27;5.2). Depois Deus pôs Adão em um sono profundo e tirou de uma costela ou “câmara” em Hebreu. Este vocábulo indica uma capacidade ou recipiente (Gênesis 2. 21,22). Desta capacidade, Deus formou uma mulher e apresentou-os a ambos. Porém, agora eram DUAS pessoas, que juntas se fizeram UMA só, na qual Deus seguiu chamando Adão (Gênesis 5.2). Foi Adão quem chamou a sua esposa Eva. Ou seja, foi Adão que lhe deu o seu nome (Gênesis 3.20).

Adão e sua mulher foram criados para se complementarem e realizarem um ao outro.Gênesis 2. 18 diz que Eva era uma ajudadora idônea para seu marido. A expressão ajudadora idônea representa um auxílio ou ajuda, e deriva de uma raiz Hebreia que significa “rodear”. Juntos se fortaleceram e criaram uma unidade mais forte que qualquer um dos dois seriam individualmente, em uma forma muito parecida de quando os metais se combinam para formar uma reação mais forte. Posto que teriam a mesma natureza de Deus, era natural para eles serem amorosos e dadivosos um com o outro. O resultado de duas pessoas que se dão ativamente um ao outro, preferindo completamente ao outro, é a integridade e unidade da vida em uma só carne .

Vemos que com as três palavrinhas de Gênesis 3.22 “e lhe trago”, temos o casamento. Foi Deus quem instituiu a família e foi Ele quem fez o primeiro casamento no o horto do Éden. E quando Adão viu sua noiva, disse : “Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne”. Estas palavras na língua original comunicam uma tremenda expressão de êxtase e alegria. “Finalmente encontrei que me completa, que supre todas as minhas necessidades”.

Quatro colunas de um lar harmonioso
Gênesis 2.24-25. “Portanto, deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e serão uma só carne. E estavam ambos nus e não se envergonharam”.

Neste texto temos quatro colunas que são as bases de um casamento feliz. Cada uma destas colunas é extremamente necessária para que haja harmonia e felicidade no lar.
Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe”.

Ali está a primeira coluna. Para que o novo relacionamento fortaleça há necessidade de um “deixar” emocional por parte dos recém-casados. É fundamental que tanto o homem como a mulher corte ao cordão umbilical, rompam os laços de dependência emocional, proteção e sustento material.

Contudo, depois de uma nova vida de casados assumem as funções de marido e esposa. Este “deixa” é tão importante que Deus o mencionou antes de falar na união matrimonial. Isto não quer dizer que os recém-casados devem abandonar ou deixar de respeitar ou honrar seus pais, mais que eles necessitam dar outro enfoque a vida, com o cuidado de suprir as necessidades um do outro, isto quer dizer que se não estiverem dispostos a deixar, seja seus pais, seus desejos, nunca poderá desenvolver a experiência de “se unir”, que Deus planejou para o casal.
A segunda coluna está contida nas palavras “e se unirá a sua mulher”. A palavra “unir” significa “consolidar” e indica a natureza permanente do casamento. As duas pessoas estão unidas, pegadas uma na outra. Por isso é que qualquer classe de separação é dolorosa. No plano de Deus, o casamento era uma instituição permanente, “Até que a morte os separe”. Não até que a sogra os separe, não até que a amante os separe, nem até que a profissão os separe, nem até que o desacordo os separe, mas a morte.

Aos olhos de Deus, a união matrimonial é inseparável e isto nos leva a terceira coluna, expresso nas palavras: “E será uma só carne”. Casamento significa unidade no sentido mais completo da palavra – espiritual, mental, emocional e física. É um processo que acontece durante toda a vida do casal. Unidade não significa conformidade ou uniformidade, porque o casamento une duas pessoas com diferentes bases, sentimentos, hábitos, dons e habilidades. Esta unidade não pode acontecer da noite parar o dia.

Ser uma só carne” se refere à experiência sexual. Nós casamos no Registro Civil para cumprir com a lei. Casamos na Igreja diante do povo para suplicar as bênçãos de Deus e para dar testemunho público. Casamos na cama através do ato conjugal. Isto é a consumação do casamento. Esta experiência é reservada somente para duas pessoas que “deixaram” e “se uniram”.

Somente depois que o homem e a mulher “deixam” seus pais e assumem o compromisso de se unirem e tornarem uma só carne é que vem a intimidade. Esta é a quarta coluna do casamento. Ela está expressa nas palavras “e estavam ambos nus, e não se envergonhavam”. Na lista das prioridades Deus, a intimidade está em último lugar, porque antes dela o casal deve “deixar”, “unir-se” e “ser uma só carne”.Esta ordem é importante e não pode mudada. A nudez de Adão e Eva não era simbólica, mas real.

O Matrimônio é um pacto
Os pactos se fazem mediante o acordo mútuo, e cada pacto contém promessa e limites específicos. As promessas expressam compromisso inter pessoal dos companheiros que formulam o pacto. Os finais indicam as condições nas quais os companheiros cumprirão seu acordo. Os limites também indicam o tempo durante a qual durará o pacto, isto é, por quanto tempo esperam os companheiros respeitá-lo.

As Escrituras contém dois tipos de pactos: Aqueles feitos entre Deus e o homem, e aqueles feitos entre os homens. Os pactos entre os homens se fazem para proporcionar um sentido de compromisso firme na ralação.

O matrimônio é reconhecido como uma relação de pacto pela Palavra de Deus .
Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade,com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto” (Malaquias 2.14). “...A qual abandona ao companheiro de sua juventude, e se esquece do pacto de seu Deus” (Provérbios 2.17). Si Bem Deus é uma testemunha do matrimônio, sem ficar somente uma testemunha, e não vive dentro dos companheiros, isto não é mais que um pacto entre homens.

        Muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais devotados. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Pais que não têm nenhuma ideia de como preparar seus filhos estão assim perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes.
A Família é a base da sociedade

        A família é a base da sociedade, daí ser importante manter a coesão da família e solidariedade entre os seus membros, pois essa coesão contribui para o nível de honradez da sociedade.

        A família é, também, uma escola de altíssimo valor espiritual. Em seu seio, há oportunidades constantes para se desenvolverem e fortalecerem alguns atributos psíquicos como a arte de governar, administrar, controlar, frear ou moderar os próprios impulsos, etc.

        Para muitas pessoas, hoje em dia, a frase familiar e confortadora: "Lar, Doce Lar" não é mais do que uma ilusão vazia. Não há nada doce ou seguro num lar onde há o abuso, a traição e o abandono. 

O CASAMENTO BÍBLICO
O princípio fundamental do casamento bíblico é o de que Deus, e não os homens, o ordenou, portanto o casamento não é uma opção, mas uma orientação divina. A primeira cerimônia de casamento foi realizada pelo próprio Deus no Jardim do Éden (Gn. 1.28), tornado homem e mulher, uma só carne (Gn. 2.24). A união do primeiro homem e mulher no Éden reafirma o modelo bíblico para o casamento: monogâmico, heterossexual e indissolúvel.

Jesus ratificou o casamento bíblico, entre um homem e uma mulher, como criação divina quando disse: "desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher. E serão os dois uma só carne: e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mc 10:6-9). Casamento este, aliás, que mandou que a Igreja, como Corpo de Cristo, venerasse, isto é, respeitasse, bem como cuidasse para que se estabelecesse dentro de uma pureza sexual (Hb 13:4).

JUGO DESIGUAL
Que instrucções dá a Bíblia sobre com quem nos devemos casar? A Bíblia diz em 2 Coríntios 6:14 “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas? “
A heterossexualidade é outro aspecto do casamento cristão, já que Deus criou “macho e fêmea” (Gn. 1.26; 2.24). Na religião judaica, o homossexualismo deveria ser punido com a morte, sendo este considerado uma abominação aos olhos de Deus (Lv. 18.22). Não há brecha para a prática homossexual no contexto cristão, sendo essa reprovada pelo apóstolo Paulo (Rm. 1.26). Mas isso não deve ser motivo para homofobia, não podemos esquecer que Jesus ama a todos, inclusive aos homossexuais, por isso, devemos orar por eles, e conduzi-los à verdade, que é Cristo.

O PRINCÍPIO DA MONOGAMIA
1. Monogamia é o ideal divino. O Criador instituiu o matrimônio com a união de um homem e uma mulher (Gn 2.18-24; Mt 19.5; Mc 19:7) - “Por isso, deixará o homem a seu pai e a sua mãe e unir-se-á a sua mulher”. Aqui, não é dito que o homem deve unir-se às suas mulheres. Deus não criou mais de uma mulher para Adão nem mais de um homem para Eva. Tanto a poligamia quanto a poliandria estão em desacordo com os princípios de Deus para o casamento (Dt 28:54,56; Sl 128:3; Pv 5:15-21; Ml 2:14).

Esta norma não foi apenas estabelecida na criação, mas também foi reafirmada na entrega da lei moral. A lei de Deus ordena: “Não cobiçarás a mulher do teu próximo...”(Ex 20:17). O uso do singular é enfático. Moisés não deu provisão à questão da poligamia.

O Rev. Hernandes Dias Lopes, em seu comentário sobre o Evangelho de Marcos, citando Norman Geisler, enumera alguns argumentos que reforçam o ensino da monogamia:

A monogamia foi ensinada por precedência (Gn 2:24);
A monogamia foi ensinada por preceito (Ex 20:17);
A monogamia foi ensinada por intermédio das severas consequências decorrentes da poligamia (1Rs 11:4).

2. Poligamia é criação humana desviada dos preceitos de Deus. Deus não instituiu nem aprovou a poligamia pois criou uma só mulher para o homem. Se aprovasse a poligamia, teria criado duas ou mais mulheres para Adão, o que não fez.

Deus permitiu mas não aprovou certas coisas nos dias em que a Bíblia não era completa. Em Atos 17:30 está escrito que Deus não teve em conta os tempos da ignorância. Passou por cima de certas coisas erradas até os dias de Cristo.

A Bíblia relata que foi na civilização caimitas que se iniciou a poligamia. Lameque, o primeiro polígamo, foi quem deu a cartada inicial da quebra do princípio da monogamia (ler Gn 4:19), abandonando-se o modelo divino de família; houve aumento da violência, com novo homicídio, que gerou a vingança humana como modelo de justiça como demonstra o "cântico da espada" de Lameque (Gn 4:23,24); o desvalor do ser humano se patenteia, pois uma vida foi ceifada apenas por causa de um pisão (Gn 4:23); inicia-se a prostituição, pois a irmã de Tubalcaim, Naamá, é tida como a primeira prostituta da história (seu nome quer dizer "agradável", "desejável").

3. Em o Novo Testamento a poligamia é condenada por Jesus e pelo apóstolo Paulo. Jesus, em Sua resposta aos fariseus, quando estes lhe interrogaram acerca do divórcio, foi clarividente que Deus criou o casamento monogâmico. Ele disse: “Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher...”(Mt 19:5). Ele não disse: “suas mulheres”, e sim, “sua mulher”. A resposta do Senhor remonta às origens do casamento e da própria criação (cf. Gn 2:24).

O apóstolo Paulo, também, proíbe a poligamia no casamento (1Co 7:2). Diz o apóstolo: "[...] mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido". Paulo coloca o aspecto singular de que a poligamia não é o padrão moral de Deus para o seu povo. Cada um deve ter a sua esposa, e cada uma o seu marido. Tanto a poligamia, um homem ter mais de uma mulher, quanto a poliandria, uma mulher ter mais de um marido, estão em desacordo com o ensino das Escrituras.

Ao mencionar as qualificações do presbítero, Paulo adverte: “É necessário, portanto, que o bispo seja (...) esposo de uma só mulher...” (1Tm 3:2). O diácono também deve ser “marido de uma só mulher” (1Tm 3:12). Portanto, a liderança eclesiástica deve ser o exemplo dos fiéis em tudo, e esse exemplo inclui o casamento bíblico (1Tm 4:12).

O PRINCÍPIO DA HETEROSSEXUALIDADE
1. “Macho e fêmea os criou”. “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gn 1:26). O modelo divino para o ser humano é a heterossexualidade – Gn 1:27; 5:1-3; 2:22-24; Mt 19:4; Rm 1:26,27. O “macho” a Bíblia chama de “homem”; a“fêmea” a Bíblia chama de “mulher”. O macho, o homem, é chamado de um ser do sexo masculino; a fêmea, a mulher, é chamada de um ser do sexo feminino. Para a Bíblia existem, apenas, dois tipos de sexo: ou a criatura é Homem, ou, então, é Mulher. Não existe a “coluna do meio”. Um Homem e uma Mulher, biblicamente, formam um casal. A Bíblia sempre condenou o homossexualismo voluntário, atitude que é típica dos rebeldes e pecadores, como demonstra a Palavra de Deus, inequivocamente, em diversas passagens – Lv 20:13; 18:22; Dt 23:17; 1Rs 14:24; 15:12; 22:47; Rm 1:24,27; 1Co 6:10; Gl 5:19; 1Tm 1:10; Ap 21:8.

Paulo proíbe a união homossexual (1Co 7:2). Quando Paulo diz que cada um tenha a sua esposa e cada uma tenha o seu marido, fica clara a ideia de uma relação heterossexual. Embora a união homossexual fosse algo comum no tempo de Paulo, ele define essa prática como uma paixão infame, um erro, uma disposição mental reprovável, uma abominação para Deus. A relação homossexual pode chegar a ser aprovada pelas leis dos homens, por causa da corrupção dos costumes, mas jamais será chancelada pelas leis de Deus. Uma decisão não é ética, apenas por ser legal. Ainda que a relação homossexual se torne legal pelas leis dos homens, jamais será aprovada por Deus, pois fere frontalmente a Sua Lei.

2. “E se unirá à sua mulher”. Após realizar o primeiro matrimônio, o Criador disse: “deixará o homem [macho] o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher [fêmea], e serão ambos uma carne”(Gn 2:24). Uma família somente pode ser construída, segundo os parâmetros divinos, mediante uma união entre um homem e uma mulher com compromisso de constituir uma vida em comum. Desta forma, jamais estará obedecendo aos princípios divinos quem defender ou constituir uma união homossexual, algo que, lamentavelmente, vem se alastrando nos países de todo o mundo. A união de pessoas do mesmo sexo é a própria negação do conceito bíblico de família, que é, como se vê claramente em Gn 2:24, que diz que uma família se constitui quando um varão deixa seu pai e sua mãe e se une à sua mulher e se constituem em uma só carne.

Como devem os maridos tratar as suas esposas? A Bíblia diz em Efésios 5:25-28 “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.”

Os maridos devem tratar as suas esposas com respeito e honra. A Bíblia diz em 1 Pedro 3:7 “Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”

Como devem as mulheres tratar os seus maridos? A Bíblia diz em Efésios 5:22-24 “Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.”

Significa isto que a mulher deve ser a única a submeter-se? Não! Num casamento ambos se submetem. A Bíblia diz em Efésios 5:21 “Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.”

Que conselho Bíblico proíbe o abuso físico e verbal? A Bíblia diz em Colossenses 3:19 “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.”
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Estudo ministrado pelo Pastor ADAYLTON DE ALMEIDA CONCEIÇÃO (Th.B.Th.D)

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NOTAS BIBLIOGRAFICAS
A Familia Cristã - Adaylton de Almeida Conceição
O Casamento Bíbico - Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
O Casamento Bíbico - Eliseu Antonio Gomes
O Casamento Bíbico - Eliseu Antonio Gomes