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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Matérias do Pr Adaylton de Almeida Conceição. Vale a pena ler

  AS RESSURREIÇÕES SEGUNDO A BIBLIA

AS RESSURREIÇÕES
            As Escrituras ensinam claramente  que todos serão ressuscitados em seu devido tempo e no seu devido lugar, e que a existência humana continua para sempre independente da condição espiritual do ser humano. A única coisa que muda é o destino final, pois existe dois  lugares totalmente opostos entre sí.
            A doutrina da ressurreição não é algo do Novo Testamento, pois os Patriarcas criam na ressurreição dentre os morto. Jó, que viveu aproximadamente 2000 anos antes de Cristo, já cria na ressurreição. “ Eu sei que meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida esta minha pelo, então fora de minha carne verei a Deus; ve-lo-ei ao meu lado, e os meus olhos o contemplarão, ...”(Jó 19.25-27). Esse fato é confirmado pelos profetas (Isaías 26.19; Oseas 13.14; Ezequiel 37.12-14).
            A Bíblia nos diz que existe duas ressurreições: a dos justos e a dos injustos, ou seja, a dos santos e a dos ímpios. Havendo um intervalo de mil anos entre elas (Ap. 20.5).
            A expressão “ ressurreição dentre  os mortos ” que encontramos em Lucas 20.35 e em Filipenses 3.11, implica numa ressurreição em que só os justos participarão.
 
            PRIMEIRA RESSURREIÇÃO.
 
            Na primeira ressurreição vamos encontrar três grupos de ressuscitados. Em I Coríntios 15.23 lemos “ cada um porém na sua ordem...” A palavra “ordem”, vem a significar “vez” ou “grupo”. Pois ainda que todos serão ressuscitados, nem todos serão salvos; cada um terá seu respectivo lugar. Por isso é que existem duas ressurreições  para destacar a diferença entre ambos.
            A seqüência ou ordem, ou vez da primeira ressurreição pode ser dividido da seguinte maneira:
 
            PRIMEIRO GRUPO = Cristo ( as primícias). “ ...Cristo as primícias...” (I cor. 15.23a).Ele é a cabeça do corpo, da igreja. É o principio, o primogênito dentro os mortos, para que em tudo tenha a preeminência”  (Col. 1.18)
 
            SEGUNDO GRUPO = Os fiéis que vão ressuscitar no arrebatamento ou rapto da igreja ( I Tes. 4.16;  I Cor. 15.52;  I Cor. 15.23).
 
            NOTA MUITO IMPORTANTE: Antes de comentar sobre o terceiro grupo da primeira ressurreição, quero dizer que depois da morte e ressurreição de Cristo, aconteceu uma ressurreição que foi como uma ‘prenda’, segundo lemos em Mateus 27.52,53.
 
            Sobre essa ressurreição, há muitas controvérsias . Cremos que eram santos do Antigo Testamento. Os sepulcros foram abertos no momento que o Redentor expirou na cruz, provavelmente pelo terremoto, no momento da morte de Jesus. Quando Jesus ressuscitou, o Espírito de vida entrou neles, e juntos saíram como troféu de sua vitória sobre a sepultura e “apareceram a muitos”, Isso para  que houvesse a evidencia inegável da ressurreição deles, e por meio desta, evidenciar a do  Senhor Jesus.
            O significado desta ressurreição, pode achar-se no cumprimento do que era tipificado numa oferta levítica. A terceira das festa de Jeová (Lev. 23.9-14) onde os israelitas deviam levar um punhado de grãos para oferecê-los diante de Jeová em sacrifício, em reconhecimento das esperanças na colheita vindoura. Os israelitas deviam levar um punhado de grão não trilhado para apresentá-lo diante do Senhor. Com isso, Cristo demonstrou que em sua ressurreição não estava só, mas que era o precursor da “ grande colheita vindoura”, da qual estes santos era uma pequena amostra.
            Muitos teólogos interpretam as referencias do texto mencionado como uma restauração à vida, como ocorreu no caso de Lázaro. Entretanto cremos que o fato de haver ocorrido no mesmo momento da ressurreição de Cristo indicaria que eles foram como Senhor. Não existe nenhuma menção sobre estes ressuscitados depois deste texto. Em qualquer dos casos, é outra ressurreição histórica que confirma o conceito de que todas as ressurreições não podem reunir-se em um único e grande acontecimento futuro.
           
TERCEIRO GRUPO = Os fiéis martirizados durante a Grande Tribulação. Existe muita polêmica sobre este fato. A discussão gira em volta de que se haverá ou não salvação durante o período da Grande Tribulação. Entretanto em Apocalipses 7.10-14, vemos que há fundamento quando se fala de salvos durante o período da Grande Tribulação.
            A Bíblia faz  uma menção especial sobre aqueles que morreram como mártires da tribulação, dizendo que serão ressuscitados em conexão com a Segunda vinda de Cristo para estabelecer o seu reino. Em Apocalipses 20.4, João escreve que viu “ as almas daqueles que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e pela palavra de Deus, os quais não haviam adorado a besta nem a sua imagem, e que não receberam a marca em sua testa nem em suas mãos. E viveram e reinaram com Cristo  por mil anos”.  Esta afirmação é bem explícita no sentido de que os mártires da tribulação serão ressuscitados quando Cristo venha a estabelecer o seu reino. Apocalipses 20.5 declara: “ Mas os outros mortos não reviveram até que os mil anos se completassem. Esta é a primeira ressurreição”. Então surge a pergunta: “Como esta é a primeira ressurreição se já houve outras ressurreições antes dela?  Não nos esqueçamos que neste período já houve a ressurreição de Cristo, y a da Igreja. Lewis Sperry Chafer, em seu livro Major Bible Themes, diz que a resposta é que, a expressão “primeira ressurreição”, se refere a todas as ressurreições dos justos mesmo quando se encontrem amplamente separadas pelo tempo. Todas elas são primeira, ou seja, precede a ressurreição dos ímpios. Assim que, a expressão ‘ primeira ressurreição ‘ se aplica a todas as ressurreições dos santos, sem consideração de quando ocorra, incluindo a  ressurreição de Cristo.   

AS CORTINAS DO TABERNACULO

Prof. Adaylton de Almeida Conceição
Segundo o texto de Êxodo 26.1-14, vemos que O Tabernáculo tinha quatro cortinas.
1. Peles de animais marinhos (Ex. 26.14).
Era a cortina exterior, e mais visível, sem forma ou medida específica. Era para proteger dos raios solares abrasadores e das tempestades do deserto. Não tinha parecer nem formosura, em nenhuma beleza exterior para atrair o olhar dos homens. Era de cor cinzenta. Um tipo de Jesus visto pelo mundo; sem forma, ou beleza e formosura. Is. 53.2,3. O Tabernáculo era todo glorioso por dentro, com tábuas revestidas de ouro e lindas cortinas, porém as mesmas só eram vistas pelo ungido sacerdote de Deus que estava dentro do Lugar Santo. Jesus também foi desprezado pelo povo, sendo para eles o “carpinteiro” e “nazareno”. Só quem o conheceu e o conhece pode desfrutar da beleza interior de Cristo.
2. Peles de carneiro tintos de vermelho. (Ex. 26.14)
Colocada por baixo da cortina de peles de animais marinhos. Esta é figura da consagração até a morte. O carneiro foi usado para o sacrifício, especialmente na consagração do sacerdócio (Lev.8). Simboliza substituição (Gen. 22.13, 23). Como o cordeiro representa a Jesus manso e humilde, submisso até a morte, assim o carneiro fala do vigor e a força do Senhor. O carneiro substituiu Isaque no altar do monte Moriah. Tipo de Jesus (I Pe. 3.18; I Cor. 15.3,4; Gl. 1.4; Rm. 5.8; Is. 53.6; Jo. 3.16). Substituto que morreu no lugar do pecador. A pele do carneiro nos lembra a separaço da igreja de Deus.
3. Pelos de cabras (Ex. 26.7-13).
Estavam relacionadas comas coisas comemorativas da expiação. A oferta diária para expiação do pecado era uma cabra (Nm 28.15); e para o dia das expiações, a cabra era a vitima escolhida (veja Lev. 9.15; Lev. 16). A cortina dupla colocada sobre a porte pode indicar que a única base para aproximarmos a Deus é o afastamento do pecado. Eram feitas de onze cortinas e colocadas por baixo das cortinas das peles de carneiro. Cobriu o Tabernáculo, descendo pelos lados até o chão. Cinco formavam uma peça para cobrir o Lugar Santíssimo. Ligados por colchetes (de cobre). Cinco formavam uma peça para cobrir o Lugar Santo e uma cobria a entrada com as cinco colunas..
A oferta pelo pecado opera duas coisas:
a-como oferta pelo pecado, satisfaz a exigência da lei divina. Seu governo e Sua pessoa.
b-Substituição – reconciliou o mundo com Deus, suspendeu a sentença condenatória. A graça reina! Os benefícios desta oferta pelo pecado reservam-se apenas para o indivíduo que requer pessoalmente a libertação da sentença da morte, reconhecendo Jesus como o seu substituto que tomou o seu lugar no castigo divino (Gálatas 2.20).
O Tabernáculo, tipo não só de Jesus, como também da Igreja, foi completamente coberto por esta cortina de pelos de cabras. Assim o sacrifício de Jesus cobre completamente os que são dEle. Mt. 23.21. O homem é perdoado! Os pecados esquecidos!
4. As cortinas de linho fino, retorcido.
Estas cortinas só eram visíveis ao sacerdote do Lugar Sato. Representam as glorias de Cristo na ressurreição e de seus santos. O linho fino retorcido fala de pureza e justiça. Eram cortinas interiores, colocadas debaixo dos pelos de cabras. Assim que as varias cortinas formaram “um Tabernáculo”.
a- Bordadas em azul, púrpura, escarlata,com figuras dos querubins (Ex. 26.1-6).
b- Eram dez , ligadas com colchetes de ouro, de 50 cúbitos de largura quando unidas. Uma largura de 20 cúbitos cobriu o Lugar Santo e formou o teto; a outra , de 20 cúbitos , cobriu o lugar Santíssimo. O que sobrou cobriu a parede dos fundos. Só a parte do teto apareceu a vista.
c- O linho é produto do reino vegetal e representa a humanidade de Jesus. Linho branco representa a perfeição de Cristo como Homem (Hb. 7.26).
d- Significado das cores:
1-AZUL – Cristo o celestial, de natureza divina;
2-PÚRPURA – Cristo o Rei,
3-ESCARLATA – Cristo o Sofredor. Sua morte. Esta cor foi obtida de um bichinho de cor escarlata. Foi esmagado para fornecer o corante.
4-BRANCO – Cristo o Puro, Imaculado.
e-Significado dos querubins: A palavra “querube” significa força ou poder. Os querubins são seres majestosos, domadores das forças da Natureza, engenheiros do Universo, executores da Vontade de Deus Ap 7 a 19; Mt. 13.41,42. São anjos. I Pe. 3.22. Assim representam a divindade de Jesus, o Filho do Homem. Na Palavra observamos os querubins de 4 faces: Ezequiel 1.5-10; 10.15; Ap. 4.7-8.
1-Face de leão – tipo de poder e gloria real.
2-Face de boi – Tipo de força para trabalhar e servir
3-Face de homem – Simboliza a simpatia e inteligência.
4-Face de águia – Voando as alturas; tipo do poder, sa suprema percepção nas coisas celestiais.
Todas representam Cristo como apresentado nos quatro Evangelhos:
a- Mateus apresenta Jesus como o Leão da tribo de Judá, o Rei de Israel.
b- Marcos apresenta-O paciente como o boi, servindo a humanidade.
c- Lucas apresenta Jesus como o Filho do Homem, amoroso e exemplo perfeito.
d- João apresenta-O como o Filho de Deus, voltando ao lugar de onde saiu, o seio do Pai.
  •    A GRANDE TRIBULAÇÃO

  •             Há muitos estudos sobre o tema da Grande Tribulação, e lamentavelmente, muitas vezes, em vez de esclarecer, confunde mais as pessoas. Lendo alguns escritos sobre o tema, vemos que muitos  não faz distinção entre "as tribulações e sofrimentos geral do povo de Deus", e o período específico da Grande Tribulação como está escrito no Antigo e no Novo  Testamentos.
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  •             O conceito de "tribulação" supõe um tempo de pressões, aflições, angustias de coração e perturbações em geral. Em conseqüência, uma situação de tribulação é uma experiência comum da raça humana que resulta do seu pecado e rebelião contra Deus e do conflito entre Deus e Satanás no mundo.
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  •             Durante a Grande Tribulação, veremos que o povo judeu (Israel) terá um papel preponderante. Também veremos que a besta fará um pacto com os judeus, ainda que as Escrituras não especifica muito bem as condições desse pacto, mas nos deixa ver que é algo como " promessa de proteção". Esse pacto será interrompido depois de três anos e meio      (Daniel 9.27), e ela ( a besta) começará a persegui-los. Tal fato dará inicio a Segunda parte do período dos sete anos da Grande tribulação. A Grande Tribulação tem como principal objetivo o povo judeu, porem o resto do mundo também sofrerá (Jeremias 25.29-32). Deus entrará em juízo com seu antigo povo para prová-lo. Lendo Ezequiel 20.33-38, vemos que Deus diz em duas oportunidades, que entrará em juízo com os judeus.
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  •             Em Deuteronômio 4.29,30, Israel é advertida a fim de que se voltasse ao Senhor, quando se encontrasse no período de tribulação dos últimos dias. Este tempo específico é objeto atenção especial pelo profeta Jeremias. Em Jeremias 30.1-10, prediz que o tempo de tribulação será precedido pelo regresso parcial dos filhos de Israel a sua terra: " Pois eis que vem os dias, diz o Senhor, em que farei voltar do cativeiro o meu povo Israel e Judá, diz o Senhor. Tornarei a trazê-los à terra que dei a seus pais, e a possuirão" (v. 3).
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  •             Logo depois, nos versículos 4 - 7, vemos a descrição do período de tribulação que virá sobre  eles depois de regressarem à terra prometida.
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  •             É importante ressaltar que em Isaías 10.5. 14.25. 30.31. 31.8. Miquéias 5.5,6 o Anticristo aparece sob o nome de " O Assírio", talvez porque na época das profecias mencionadas de Isaías e Miquéias, a cidade de Babilônia ficava no mundo assírio. Na época de Isaías e Miquéias, a Assíria era império mundial.
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  •             A Grande tribulação abarca um período de sete anos, dividido em duas fases de três anos e meio. A descrição mais detalhada da Grande Tribulação se encontra  em Apocalipses capítulos 6 ao 18.
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  •             A Grande Tribulação, também conhecida como " os quarenta e dois meses" ( Apoc. 11.2; 12.6; Dan. 7.25), será  o tempo da justiça divina (Apoc.  15.6). As forças da natureza que operam nos céus entrarão em convulsão (Mat. 24.29.Ageu 2.6).  Através da Bíblia vemos que muitas vezes os céus são mencionados como palco de tremendos acontecimentos.
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  • Considerações gerais
  • Ao longo da história, diversas correntes cristãs acusaram-se entre si ou atribuíram aos seus inimigos a designação de "anticristos", sendo exemplos de utilização de tais argumentos, a utilização pela apoiantes ou opositores da Reforma Protestante, durante o Cisma Papal, nas cruzadas (como referência ao profeta Maomé) e em diversos outros acontecimentos.
  • Atualmente, o termo é bastante popular sobretudo no meio cristão evangélico / protestante, onde existe uma interpretação de que o Anticristo será uma pessoa que se oporá aos mandamentos da Bíblia e organizará uma sociedade baseada em valores outrora atribuídos ao paganismo, onde todos os cidadãos poderão ser controlados através de uma marca na mão ou na testa à semelhança da marca que os romanos impunham sobre seus escravos, e que seria o número 666. Este Anticristo, por fim, sera derrotado por Cristo em sua segunda vinda, quando se estabelecer seu reinado milenar.
  • Visões através da história
  • Policarpo alertou aos filipinos que todos os que pregassem uma falsa doutrina seria um anticristo.
  • Irineu especulatou que seria "muito provável" que o anticristo poderia ser chamado Lateinos, que é o grego de "homem latino".
  • São João Crisóstomo alertou contra especulações e antigas histórias sobre o Anticristo, dizendo, "Não nos deixe saber sobre estas coisas". Ele pregou que conhecendo as descrições de Paulo do Anticristo em 2 Tessalonissences, os cristãos evitariam a decepção
  • Agostinho de Hipona escreveu: "é incerto em qual templo o Anticristo deve se estabelecer, e ainda se será na ruína do templo que foi construída por Salomão, ou na igreja."
  • Assim como Nero foi estigmatizado como anticristo pelos cristãos que perseguia, também Napoleão foi taxado como tal pelos seus inimigos ingleses, o que contribuiu como peça de propaganda pró-britânica.
  • Hitler também foi acusado de ser o anticristo, tanto pelos judeus que perseguia como pelos seus inimigos, os Aliados. A braçadeira, a saudação da mão direita e a marca recebida pelos presos nos campos de concentração foram identificadas como sinais da besta.
  • A Reforma Protestante e Reforma Católica
  • Na Reforma Protestante, Martinho Lutero, João Calvino, Thomas Cranmer, John Knox, Cotton Mather, e John Wesley[5], chamaram o Papa de Anticristo. Na Reforma Católica por sua vez Martinho Lutero e outros reformadores foram chamados de Anticristo por terem ocasionado a perda da unidade cristã[6], e "amputado e desmenbrado o Corpo de Cristo" (que na Bíblia é referido como a Igreja) atualmente a grande maioria dos protestantes e católicos retiraram estas afirmações para reatarem relações (ver ecumenismo). Algumas frases dos reformadores:
  • Lutero (por volta de 1522)
  • Oh! Quando não me custou, apesar de que me sustente a Santa Escritura, convencer-me de que é minha obrigação encarar sozinho com o Papa e apresentá-lo como o Anticristo!...(Martyn, págs. 372, 373). "O Papa, quer apagar a luz do Evangelho destinada a iluminar ao mundo. É, então, o Anticristo predito por Daniel, pelo Senhor Jesus Cristo, Pedro, Paulo e o Apocalipse". [7].
  • Thomas Cranmer (1489-1556):
  • (Por ocasião do seu martírio) "E quanto ao papa, Eu o abomino como inimigo de Cristo, e anticristo, com todas as suas falsas doutrinas".
  • Confissão de fé Irlandesa (1615)
  • "O Bispo de Roma é, longe de ser a cabeça da Igreja Universal de Cristo, o que sua doutrina e obras, de fato revelam, que ele é aquele "homem do pecado" predito nas santas Escrituras, a quem o Senhor há de consumir com o espírito de Sua boca, e abolir com o resplendor de sua vinda"
  • Confissão de Fé de Westminster (1647) (Igreja Presbiteriana)
  • "Não há outro cabeça da Igreja senão o Senhor Jesus Cristo: (Col. 1:18; Ef.1:22). Em sentido algum pode ser o papa de Roma o cabeça dela, senão que ele é aquele anticristo, aquele homem do pecado e filho da perdição que se exalta na Igreja contra Cristo e contra tudo o que se chama Deus." (Mat. 23:8-10; 2 Tess. 2:3,4,8,9; Apoc. 13:8).
  • Confissão de Fé Londrina (1689) (Igreja Batista)
  • "O Senhor Jesus Cristo é o cabeça da Igreja, aquele que, por designação do Pai, todo poder para o chamamento, instituição, ordem ou governo da igreja foi investido de maneira suprema e soberana; (Col. 1:18; Mat. 28: 18-20; Ef. 4:11,12) Nem pode o papa de forma alguma ser o cabeça dela, mas ele é o anticristo, aquele homem do pecado, e filho da perdição, que se exalta a si mesmo, na igreja, contra Cristo e a tudo que se chama Deus; a quem o Senhor destruirá com o resplendor da sua vinda" (O leitor é dirigido à 2 Tess. 2:2-9).
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  •                                     Prof. Adaylton de Almeida Conceição

ARREPENDIMENTO, A BASE PARA O CONCERTO

  1.   ARREPENDIMENTO, A BASE PARA O CONCERTO
  2. Pr. Adaylton de Almeida Conceição.
Texto:  Neemias cap. 9

Este capítulo do livro de Neemias é marcado pela oração de arrependimento, renúncia, confissão dos pecados e separação dos pecadores. Esta é, por completo, a essência deste capítulo.

Neste estudo, vemos que o trabalho de Neemias foi muito mais além da construção do muro. O povo estava desguarnecido fisicamente e espiritualmente. Neemias e Esdras viram que um concerto era fundamental para que o povo voltasse a ter vida espiritual e um reencontro com Deus. No capitulo 9, a palavra chave é “Arrependimento” que foi  a condição fundamental para que um verdadeiro concerto e avivamento se tornasse realidade.


NÃO EXISTE AVIVAMENTO SEM APLICAÇÃO DA PALAVRA

A Palavra de Deus quando é lida, interpretada e aplicada, leva a uma ação espiritual. Em Neemias 9.1-3 o povo de Israel responde mediante uma santa convocação aos ditos de Deus.


Ne.9: 1a4- O povo de Deus se ajunta para jejuar, orar e demonstrar sua

compreensão acerca do pecado. Desta forma em atitude de obediência e respeito a Deus e Sua Lei eles “apartam-se de todos os estrangeiros”. A Lei do Senhor determinara completa separação e santidade para Seu povo. Como vemos na Lei: Deuteronômios 7: 3- Quanto às nações vizinhas “Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos”.

 

Isto era a Santidade de Israel que, com o passar dos anos começou a cair no esquecimento, passaram a imaginar que não fosse tão importante assim, que Deus não se importaria que agora, depois de tantos anos, de tantos acontecimentos, de tantas mudanças na moda e costumes, Deus ainda se importasse com um detalhe que fora ensinado por Moisés cerca de mil anos atrás.


“Ora, no dia vinte e quatro desse mês, se ajuntaram os filhos de Israel em jejum, vestidos de sacos e com terra sobre as cabeças” (Ne. 9.1). Nesta convocação de humilhação, participaram todos “os filhos de Israel”. Não era para os estranhos era responsabilidade da comunidade da fé para aqueles identificados pelo pacto e pelas promessas patriarcais.

 

Esta reunião se realizou dois dias depois da conclusão da alegre festa dos Tabernáculos (ver 8.17,18). Agora predomina  o pesar pelo pecado, expresso pelo jejum, a cinza e a terra. A dor reprimida desde o primeiro dia do mês ( 8.9), havia sido alimentado pela leitura da lei durante os oito dias da festa (8.18). Assim como em 8.1,13, o verbo”se ajuntaram ou se reuniram” indica a ação do povo, não de um grande lider.

 
O jejum não era um penitencia ou um pagamento espiritual a Deus pela absolvição e perdão de pecados. O jejum não é um sacrificio humano. Observe que este jejum israelita se associa “com sacos e com terra sobre as cabeças”, era uma representação da humilhação interna, que se exteriorizava por fora.
UMA CONVOCAÇÃO DE SEPARAÇÃO

“E os da linhagem de Israel se apartaram de todos os estrangeiros, puseram-se em pé e confessaram os seus pecados e as iniquidades de seus pais.” (Ne. 9.2). Os israelitas se tinhas degenerado como povo separado para Deus, e etnicamente se haviam unido em casamentos interraciais e em relações integradas com povos não israelitas ou gentios.

No caso de Israel problema não era tanto a integração etnica, mas a perda de valores e principios reoligiosos  aos quais os israelitas se haviam expostos.. Seu problema não era sociologico, psicológico, era teológico.

Hoje, a Igreja está perto de completar dois mil anos de sua inauguração na Cruz do calvário e, talvez, tenhamos uma forte tendência a achar que muitos dos antigos ensinos devem ser


relevados, e que a antiga separação da cultura pagã e dos costumes dos povos ímpios não precisa ser levada a sério, de forma que, pode, tranquilamente, fazer parte da liturgia da Igreja contemporânea sem nenhum prejuízo espiritual para a mesma.


UMA CONVOCAÇÃO DE ARREPENDIMENTO

“E, levantando-se no seu lugar, leram no livro da lei do Senhor seu Deus, uma quarta parte do dia; e outra quarta parte fizeram confissão, e adoraram ao Senhor seu Deus.” (Ne. 9.3).  O arrependimento exposto aqui neste texto é público. É um arrependimento de pecados geracionais.l Cada qual se fazia responsavel deseus pecdos e dos da geração que lhe tinha precedido.

Os judeus confessaram não só os seus pecados, mas também o de seus pais, como, aliás, já havia feito Neemias durante os quatro meses em que se preparou para fazer o pedido ao rei Artaxerxes para ir até Jerusalém (Ne.1:6).


Tal confissão nada tem que ver com “quebra de maldições” ou a denominada “maldição hereditária”. Tratava-se do reconhecimento da violação da lei por parte de Israel desde o pacto do monte Sinai (Ex.19:5,6). Na Igreja, não estamos debaixo da lei e a responsabilidade é pessoal (Ef.2:11-22). Quando cremos em Cristo, somos novas criaturas e tudo que era velho, passou, de forma que não há porque termos de pedir perdão pelos pecados cometidos por nossos antepassados (II Co.5:15-21).


Os judeus, após a leitura das Escrituras, entraram em contrição e despertaram espiritualmente, inclusive celebrando a Festa dos Tabernáculos, algo que nunca fora feito desde os dias da conquista da Terra Prometida (Ne.8:17).

Este estado espiritual de despertamento, proporcionado pela Palavra de Deus, não se limitou a um estado de tristeza, seguido por uma alegria espiritual, nem tampouco pela celebração da Festa dos Tabernáculos. Um verdadeiro avivamento não se apresenta apenas num estado emocional, mas vai muito além das emoções.

 
De nada adiantaria apenas a demonstração de tristeza, humildade e reconhecimento da soberania divina, se não houvesse, também, a retirada do pecado de suas vidas, a mudança de atitude. “Arrependimento” é “mudança de mente”. Somente há arrependimento quando, a partir de um estado interno, passamos a tomar ações externas diferentes e diversas das anteriormente tomadas.

UMA CONVOCAÇÃO DEADORAÇÃO                                                                                                   
“...e adoraram ao Senhor seu Deus.” (Ne. 9.3).   Se  diz que uma quarta parte confessou seus pecados e adoraram a Deus. Um minoria pode por a Deus a favor da maioria, e ainda que outros não orem e não se arrependam, façamos a nossa parte.
Esta linda oração, feita pelos levitas, dirige-se a Deus com o objetivo de ensinar o povo, de mostrar que uma oração feita no culto público deve exaltar a Deus, deve lembrar os grandes feitos de Deus registrados na Bíblia. Vemos que ao mesmo tempo que exaltava a bondade e benevolência de Deus para com Seu povo, esta oração também fazia confissão de todos os pecados e da grande rebeldia que por tantos anos havia caracterizado o povo de Deus prendendo-os debaixo do jugo do pecado. “Nossos pais se houveram soberbamente, e endureceram a sua cerviz, e não deram ouvidos aos teu mandamentos”. Ne.9: 16

Todo exercício religioso, todo ministério realizado, deve ter como alvo a adoração a Deus. Essa adoração expressa diante de Deus tem que ser espiritual e verdadeira (Jo. 4.24). adorar implica num devoção  tributada a Deus. A ele se adora pelo que ele é e se louva pelo que faz. Se  lhe adora por sua natureza e se lhe louva por suas ações. Se lhe adora por suas promessas e se lhe louva por suas bênçãos.

ORAÇÃO, CONFISSÃO, ADORAÇÃO E CLAMOR.
Oito levitas iniciaram a oração clamando a Jeová (9.4). Certamente o clamor dos levitas foi por liberação da opressão persa (vv. 36, 37). Em vez de um só líder como Esdras, todo um grupo dirige a oração.
Logo depois outro grupo de oito levitas dirigiu o povo em uma oração que repassou a história para louvar a Deus, confessar os pecados de Israel e pedir libertação (9.5...).
PALAVRA,  ORAÇÃO E ADORAÇÃO LEVA A ARREPENDIMENTO
Que é arrependimento?
O arrependimento autentico envolve mudanças em três áreas: intelectual, emocional e da vontade.

Os escribas e fariseus pensavam (acreditavam) que bastava ser descendente de Abraão para o homem ter acesso livre ao reino dos céus. Pensavam que eram salvos por executarem as obras da lei; sentia-se em uma posição privilegiada, se comparado aos gentios, por terem recebido a circuncisão da lei. Eles sentiam que não necessitavam de arrependimento (mudança de concepção) de como alcançar a salvação.

 

“Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores, ao arrependimento” ( Lc 5:

O homem se arrepende de atos já realizados ou daqueles que não conseguiu realizar. A consciência diante dos erros tem uma variação de pesos. Se tomarmos uma decisão errada na vida, a consciência nos acusa de certa maneira. Se cometermos um crime perante a sociedade, a consciência nos acusará com um peso muito maior.

Que acompanha o arrependimento? A Bíblia diz em Lucas 24:47 “E que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém.”



ARREPENDIMENTO, ATALHO PARA O VERDADEIRO AVIVAMENTO

"Como será que podemos fazer com que este avivamento venha rápido? Como atrair a Glória de Deus para que Ele faça chover sobre nós de uma forma tremenda nestes dias?

O arrependimento é um dom de Deus. A Bíblia diz em Romanos 2:4 “Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te conduz ao arrependimento?”

Temos pregado sobre avivamento, mover de Deus vinho novo e etc..., as pessoas começam a pensar que avivamento é cantar ou gravar cds ou fazer conferências ou ter a igreja cheia, nós só vamos experimentar verdadeiro avivamento quando uma onda de arrependimento vier sobre nós um clamor por santidade invadir as nossas reuniões; em Ez.9 : 4 Deus manda marcar aqueles que tem um peso por santidade que não suportam a impureza na casa do Senhor .

Jesus diz que: "- O zelo pela tua casa me consumiu", Deus esta procurando homens e mulheres estes dias aos quais o zelo pela a santidade os consumam, eu não quero que Deus passe por nossa geração e espere por outra que esteja disposta a gemer e pagar um preço por Santidade . Se, queremos avivamento, precisamos mudar nossa temática, a mensagem do ARREPENDIMENTO precisa voltar para as nossas pregações.

EFEITOS DO ARREPENDIMENTO
Efeitos de um arrependimento genuíno: Em 2 Crônicas 7:14 diz "Se o meu povo que se chama pelo o meu nome ..." é interessante olhar este texto de uma perspectiva diferente; O Senhor aqui esta dizendo não importa a situação se houver retorno para mim se voltar para mim, em outras palavras se houver arrependimento a situação pode ser revertida. A mais ou menos uns dois anos atrás, ouvia-se uma palavra de que viria uma onda de arrependimento sobre a Igreja, mas ao mesmo tempo se falava de avivamento parecia um paradoxo mas agora, dois anos depois estamos começando a entender que o arrependimento abre ou rompe uma grande porta para avivamento.
  Pr. Adaylton de Almeida Conceição (Th.B.Th.D. Phy.)
www.adayltonalm.spaceblog.com.br

 O COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS

  • O COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS
  • Pr. Adaylton de Almeida Conceição
  • Texto: Neemias 10.28-33 “28 E o resto do povo, os sacerdotes, os porteiros, os cantores, os netinins, e todos os que se tinham separado dos povos de outras terras para seguir a lei de Deus, suas mulheres, seus filhos e suas filhas, todos os que tinham conhecimento e entendimento,
  • 29 aderiram a seus irmãos, os seus nobres, e convieram num juramento sob pena de maldição de que andariam na lei de Deus, a qual foi dada por intermédio de Moisés, servo de Deus, e de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Senhor, e os seus juízos e os seus estatutos;
  • 30 de que não daríamos as nossas filhas aos povos da terra, nem tomaríamos as filhas deles para os nossos filhos;
  • 31 de que, se os povos da terra trouxessem no dia de sábado qualquer mercadoria ou quaisquer cereais para venderem, nada lhes compraríamos no sábado, nem em dia santificado; e de que abriríamos mão do produto do sétimo ano e da cobrança nele de todas as dívidas”.
  • Introdução
  • O que a Bíblia é para mim? É uma carta que Deus escreveu do céu para nós, que tem poder de nos transformar em pessoas semelhantes a Jesus. Satanás não quer que sejamos semelhantes a Cristo, por isso ele tenta destruir o efeito da palavra em nossa vida.
  • Observemos o texto do  Salmo 119:169-174:
  • 169 Chegue à tua presença o meu clamor (choro), SENHOR! Dá-me entendimento conforme a tua palavra.  170 Chegue a ti a minha súplica. Livra-me, conforme a tua promessa.  171 Meus lábios transbordarão de louvor, pois me ensinas os teus decretos.  172 A minha língua cantará a tua palavra, pois todos os teus mandamentos são justos. 173 Com tua mão vem ajudar-me, pois escolhi os teus preceitos. 174 Anseio pela tua salvação, SENHOR, e a tua lei é o meu prazer.
  •  Esta é última seção do Salmo 119 que é uma conclusão/resumo de todo esse Salmo. Aqui nós vemos qual efeito que a Palavra de Deus teve na vida desse homem.
  • A frase "conforme a tua palavra" ocorre 12 vezes nesse Salmo (vs. 9, 25, 41, 58, 76, 91, 149, 154, 156, 159, 169, 170). Devemos viver nossas vidas "conforme a palavra".
  • A Palavra de Deus produz efeito. ELA FUNCIONA! Em 1 Tessalonicenses 2:13 diz: “Também agradecemos a Deus sem cessar o fato de que, ao receberem de nossa parte a palavra de Deus, vocês a aceitaram, não como palavra de homens, mas conforme ela verdadeiramente é, como palavra de Deus, que atua com eficácia em vocês, os que crêem”.
  • RESPONDENDO À PALAVRA DE DEUS
  • Á Palavra de Deus se deve responder com sério compromisso. E isso é exatamente acontece neste capítulo 10 de Neemias onde o povo que ouviu o que Deus disse, se movimenta para renovar seu pacto com Deus.
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  • NÃO EXISTE AVIVAMENTO SEM APLICAÇÃO DA PALAVRA
  • A Palavra de Deus quando é lida, interpretada e aplicada, leva a uma ação espiritual. Em Neemias 9.1-3 o povo de Israel responde mediante uma santa convocação aos ditos de Deus.
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  • Ne.9: 1a4- O povo de Deus se ajunta para jejuar, orar e demonstrar sua
  • compreensão acerca do pecado. Desta forma em atitude de obediência e respeito a Deus e Sua Lei eles “apartam-se de todos os estrangeiros”. A Lei do Senhor determinara completa separação e santidade para Seu povo. Como vemos na Lei: Deuteronômios 7: 3- Quanto às nações vizinhas “Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos”.
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  • O último versículo do capitulo anterior menciona um pacto.(9.38).  “Contudo, por causa de tudo isso firmamos um pacto e o escrevemos; e selam-no os nossos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes’. Neste capítulo encontramos os nomes dos cabeças principais das diferentes casas que selaram o pacto, eu significa que eles colocaram suas assinaturas. Conforme a tradição talmúdica estes que assinaram constituíram “A Grande Sinagoga”.
  • Originalmente esta consistia de 120 membros, mas apenas 70 pertenciam a ela. Seu pacto é como se descreve:
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  • 1-      Não contrair matrimonio com mulheres pagãs;
  • 2-      Guardar o sábado;
  • 3-      Guardar o ano sabático;
  • 4-      Pagar cada ano certa quantidade de dinheiro para o templo;
  • 5-      Suprir madeira para o altar;
  • 6-      Pagar o devido para os sacerdotes;
  • 7-      Colecionar e preservar as Sagradas Escrituras.
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  • A lista é encabeçada por Neemias com o título oficial como governador (Tirshata)
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  • OS QUE ENTRAM NO PACTO
  • “E o resto do povo, os sacerdotes, os porteiros, os cantores, os netinins, e todos os que se tinham separado dos povos de outras terras para seguir a lei de Deus, suas mulheres, seus filhos e suas filhas, todos os que tinham conhecimento e entendimento,”.
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  • Aqui notamos que não só o povo que era ministrado, mas também os que ministravam ao povo (sacerdotes e levitas).
  • Quando os líderes se comprometem com Deus e são exemplo a um povo. Este também emulará aos lideres. O povo quer imitar a lideres que digam e atuam de acordo com s vontade de Deus.
  • Notamos algo importante no texto: “todos os que tinham capacidade para entender” ou ““que tinham conhecimento e entendimento”. Duas coisas importantes são compreender e discernir. Isso fala de ter conhecimento e perceber as coisas. A falta de entendimento e a capacidade para discernir tem afetado a boa marcha de ministérios e congregações.
  • v.29 “aderiram a seus irmãos, os seus nobres, e convieram num juramento sob pena de maldição de que andariam na lei de Deus, a qual foi dada por intermédio de Moisés, servo de Deus, e de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Senhor, e os seus juízos e os seus estatutos;”
  • Ao comprometer-se, o povo seguiu os seus líderes (10.29ª).
  • Esta era uma proposta positiva e espiritual. É uma demonstração a favor de Deus. É um chamado a responder a Deus e a sua Palavra
  • O avivamento que começou com a leitura da lei (8.1-8), os conduziu a um juramento de obedecer a lei (10.30-39).
  • EM QUE CONSISTIA O PACTO?
  • V.30 “de que não daríamos as nossas filhas aos povos da terra, nem tomaríamos as filhas deles para os nossos filhos;
  • Aqui se apresenta o processo cultural de casamentos. Naqueles dias, o pai era o que dava a filha em matrimonio.
  • Primeiro juraram não casar-se com os povos vizinhos (v.30) –
  • Este problema foi tratado treze vezes (v. Esd. 9-10) persistia. Ex. 31.11-16 e Dt. 7.1-4 proibiam casamentos com os cananeus para evitar que Israel se contaminasse com a adoração a outros deuses.
  • No tempo de Neemias, os cananeus já não existiam porem tinha outros povos que repre-sentavam o mesmo perigo para Israel.
  • Preceitos Essenciais que já vinham desde o Pentateuco.
  • “Para que não vos mistureis com estas nações que restaram entre vós, Não façais menção dos nomes de seus deuses, nem por eles façais jurar, nem os sirvais nem os adoreis” (Js 23.7).
  • Ao observar o decálogo logo em suas primeiras linhas encontramos as seguintes advertências: “Eu sou o Senhor teu Deus, que tirei da terra do Egito, da casa da servidão, não terás outros deuses diante de Mim.” (Ex 20.2,3).
  • Israel não podia se misturar com as nações pagãs nem adorar os seus deuses nem aderir os seus costumes.
  • O QUE REPRESENTA O PACTO
  • V. 31 “de que, se os povos da terra trouxessem no dia de sábado qualquer mercadoria ou quaisquer cereais para venderem, nada lhes compraríamos no sábado, nem em dia santificado; e de que abriríamos mão do produto do sétimo ano e da cobrança nele de todas as dívidas.”
  • Grande parte do pacto se dedica a compromisso de ofertar para manter o culto a Jeová (v.32-39).
  • Durante a monarquia, os reis haviam subvencionado o culto no templo.
  • Depois do retorno de Babilônia, os reis persas faziam o mesmo (11.23; Ed. 6.4, 8-10; 7.15.24).
  • A geração do retorno, havia ofertado livremente para o culto no templo (720-72; Ed. 1.6. 2.68,69).
  • O novo imposto para o culto (10.32,33) se baseava  em Êxodo 30.11-16.
  • A lista de oito destinos para o imposto (10.33).
  • Se bem que o imposto de Ex. 30.11-16  era para o tabernáculo e se exigia somente quando houvesse censo, o rei Joaz o tornou como um imposto anual para o templo (v. 2 Cr. 24.4-14)
  • para os pães da proposição, para a contínua oferta de cereais, para o contínuo holocausto dos sábados e das luas novas, para as festas fixas, para as coisas sagradas, para as ofertas pelo pecado a fim de fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus. (10.33)
  • O pão da proposição, (Lev. 24.5-8)
  • A oferta de cereais ou vegetal contínua,  de farinha amassada com azeite de olivas, se oferecia duas vezes ao dia (Nm. 28.5,8), acompanhando o holocausto de um cordeiro pela manhã e outro ao entardecer (Nm. 28.2-8, Ex. 29.38-42)
  • Contínuo holocausto dos sábados e a oferta eram duas vezes maiores  (Nm. 28.9,10)
  • Para luas novas, ver Números 28.11-15.
  • As festa fixas ou solenes eram aquelas que se celebravam anualmente.(Nm. 28.16-29.39)
  • Os sacrifícios para elas: Páscoa, Pães sem lavadura, Pentecostes, Trombetas, dia da Expiação e Tabernáculos.
  • Ofertas para as coisas sagradas, eram outros sacrifícios públicos como em 2 Cr. 29.33.
  • Ofertas pelo pecado a fim de fazer expiação por Israel, ver Lev. 4.13-21.
  • Obras da casa de Deus. Manutenção contínua.
  • Os judeus também juraram ofertar suas primícias e primogênitos aos sacerdotes no templo (10.35, 36).
  • Também se comprometeram ofertar o melhor de seu produto agrícola aos sacerdotes no templo (10.37a).
  • Os judeus se comprometeram entregar seus dízimos (10.37b).
  • Guardando a palavra
  • Uma das mudanças mais profundas que ocorrem durante um avivamento bíblico é uma paixão revivida pelas Escrituras. Este não é apenas um desejo de conhecer a Bíblia, mas a paixão de viver a Bíblia. O maior problema hoje não é tanto a falta de conhecimento da Bíblia (embora isto esteja se tornando uma triste realidade hoje!), Mas o fato é que muitas pessoas conhecem a Bíblia, mas não praticam o que conhecem.
  • A Bíblia nos ensina que o avivamento inclui uma grande paixão pela Palavra de Deus em nossas vidas, e que o caminho do avivamento é pavimentado com a Palavra de Deus e nosso compromisso com ela!
  • Quando Deus chamou a Josué para conduzir o povo que saia do Egito, foi muito claro nas suas determinações: “Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo, cuidando de fazer conforme toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; não te desvies dela, nem para a direita nem para a esquerda, a fim de que sejas bem sucedido por onde quer que andares. Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido”.
  • Hoje, a Igreja cristã evangélica, está necessitando de um verdadeiro reavivamento, mas esse desejado reavivamento só será possível, com um retorno à Palavra de Deus.
  • . O avivamento que Deus quer nos enviar nos trará de volta à sua Palavra. 2 Reis 22.8,11-13. “Então disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã: Achei o livro da lei na casa do Senhor. E Hilquias entregou o livro a Safã, e ele o leu…
  • 11 E sucedeu que, tendo o rei ouvido as palavras do livro da lei, rasgou as suas vestes. Então o rei deu ordem a Hilquias, o sacerdote, a Aicão, filho de Safã, a Acbor, filho de Micaías, a Safã, o escrivão, e Asaías, servo do rei, dizendo:
  •  Ide, consultai ao Senhor por mim, e pelo povo, e por todo o Judá, acerca das palavras deste livro que se achou; porque grande é o furor do Senhor, que se acendeu contra nós, porquanto nossos pais não deram ouvidos às palavras deste livro, para fazerem conforme tudo quanto acerca de nós está escrito”.
  • O AVIVAMENTO COMEÇA COM O TEMOR PELA PALAVRA DE DEUS.
  • Será que sentimos temor pela Palavra de Deus? No livro de Jeremias Deus pergunta:
  • “Não é a minha Palavra como o fogo, como um martelo que esmiúça a penha”? (Jer. 23:29).  Se a Palavra de Deus é como um fogo é preciso que o incêndio comece a partir dos púlpitos das nossas igrejas.
  • - Se a Palavra de Deus é como um martelo, então precisamos continuar a martelar, porque ainda não martelamos o suficiente, para que a Palavra de Deus possa causar impacto na vida do nosso povo
  • - Uma vez que ouvimos e demos crédito a palavra do Senhor, flui em nós a operação soberana, irresistível e sobrenatural do Espírito Santo na vida da igreja para fazê-la de volta ao real cristianismo bíblico como retratado no livro de “Atos dos Apóstolos”.
  •  
  • Que Deus abra nosso entendimento e que busquemos de todo coração um    “ AUTENTICO COMPROMISSO COM AS PALAVRA DE DEUS”
  •  
  •       Pr. Adaylton de Almeida Conceição  (Th.B.Th.D. Phy.)

  • A TERRA DEPOIS DO ARREBATAMENTO DA IGREJA.
  • Prof.  Adaylton de Almeida Conceição
  • A CHEGADO DO ANTICRISTO
  • Textos: I João 2.18-26; 2 João 1.7.
  • INTRODUÇÃO:  Deus diz que o ser humano (ou humanidade) está vivendo no tempo final, na última era, na última dispensarão, no último período da história da Terra. Quem ou que é o Anticristo? A Bíblia diz em 1 João 2:18 "Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora."
  • Anticristo (do grego αντιχριστός i.e. "opositor a Cristo") é uma denominação comum no Novo Testamento para designar aqueles que se oponham a Jesus Cristo.
  • O termo anticristo ocorre apenas quatro vezes na Bíblia, todas elas nas cartas do apóstolo João. As passagens são 1 João 2:18 , 2:22 , 4:3 e 2 João 1:7, onde o termo anticristo é definido como um "espírito de oposição" aos ensinamentos de Cristo.

  • A palavra original em grego para "anticristo" pode ter dois significados. Pode significar "contra Cristo", no sentido de uma pessoa ou um certo poder estar em oposição ao trabalho de Cristo. Ou a palavra pode significar "em vez de Cristo", no sentido de uma pessoa ou um certo poder ‘tomar o lugar de Cristo' , ou é uma ‘imitação de Cristo'.  Deus diz que além da vinda de um Anticristo especial, haviam muitos outros anticristos em existência durante a era da Igreja primitiva. A Bíblia diz em 1 João 2:19 & 26  "Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco... Estas coisas vos escrevo a respeito daqueles que vos querem enganar."
  • De acordo com a Palavra de Deus, anticristos eram falsos Cristãos que se haviam separado do grupo dos verdadeiros crentes. Eram mentirosos que afirmavam que Jesus não era o Messias. A Bíblia diz em 1 João 2:22 "Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse mesmo é o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho." 2 João 1:7 "Porque já muitos enganadores saíram pelo mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Tal é o enganador é o anticristo."

  • Os anticristos não são ateus. Não são pagãos que estão lutando contra Jesus. São indivíduos que estão pregando um evangelho, mas que não é o verdadeiro. É um ‘evangelho diferente'. A Bíblia diz em 2 Coríntios 11:4, 13-15 "Porque, se alguém vem e vos prega outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, de boa mente o suportais! Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras."
  • Jesus preveniu a Igreja sobre o trabalho enganador destes falsos profetas. A Bíblia diz em Mateus 7:15, 21-23 "Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade."

  • A Bíblia diz em Mateus 24:4-5, 24-26 "Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão. Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis."
  • A TERRA DEPOIS DO ARREBATAMENTO.
  • O arrebatamento, ao tirar toda pessoa salva da terra, será uma intervenção dramática na história humana. Indicará o começo de uma serie de acontecimentos que imediatamente acelerará os acontecimentos para a Segunda vinda de Cristo. Certamente que a saída de todos os cristãos da terra terá um efeito sobre a historia do mundo em sua totalidade, e permitirá a atuação do mal no mundo e o cumprimento do propósito satânico como nunca .
  •             A primeira fase depois do arrebatamento será um período de preparação para os grandes acontecimentos que virão. Estes sucessos estarão relacionados com as três grandes áreas da profecia, que concernem à  Igreja , Israel e aos Gentios.
  •             A igreja nominal ficará na terra depois do arrebatamento. Essa igreja é composta por aqueles que são chamados "crentes", mas que nunca foram "cristãos". Talvez este seja o motivo de que alguns creiam que a Igreja verdadeira passa pela Grande Tribulação. Mas sabemos que a Igreja de Cristo será levada pelo Senhor.
  •               A MANIFESTAÇÃO DO ANTICRISTO
  •             Em Apocalipses 13.1, João escreve:" vi subir do mar uma besta...".  A palavra  " mar ", conforme é usada neste versículo, significa " massas humanas desordenadas ", e mais especificamente, as nações gentílicas. Assim vemos  nos versículos seguintes, a totalidade da visão desta besta que é equivalente ao quarto império predito por Daniel, em sua forma restaurada ( Daniel 7.1-7). João continua dizendo que a besta era semelhante a um leopardo, a um urso e a um leão. Comparando com a visão de Daniel, vemos que o leopardo representava a Grécia, o urso a Média-Persia, e o leão a Babilônia. Vemos também que a besta contemplada por João tinha as características das outras três feras.
  •             Esta besta do capitulo 13.1, é o Anticristo, que terá autoridade total depois do arrebatamento da Igreja.
  • Exegese de Apocalipse 13.
  • O anticristo será um homem personificando o diabo, mas apresentando-se como um deus ( 2 Tessalonicenses 2.3-4). "Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus".
  • - Gr. Anomos = o homem do pecado, sem lei, da perdição.
  • - A Bíblia diz que toda a terra se maravilhará após a ele (Ap. 13.3)
  • - Ap. 13.1 = subiu do "mar". Povo, nação ( Ap. 17.15). "Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas".
  • - Ap. 13.1-2 = Aqui vemos os mesmos animais que contemplamos em Daniel 7.2-7. Porém a ordem está invertida. João que viveu no quarto império ou reino, viu o passado, enquanto que Daniel viu o futuro. (Leopardo(império grego), - Urso (Medo-Persa) e Leão (Babilônia).
  • Ap. 13.2 = Recebe vigor  e poder de Satanás.
  • Ap. 13.1 = SETE CABEÇAS. O termo também pode estar relacionada com a cidade de Roma, conhecida como a cidade das 7 colinas (Ap. 17.9) "Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada", e as sete formas de governos ou poderes que existiram sucessivamente (Ap. 17.10) "são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo".
  • - Ap. 13.1 = DEZ CHIFRES. Uma referencia aos dez reis que governarão juntos com a Besta (Ap. 17.12-13) "Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta. Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta".
  • -Ap. 13.1 = DEZ DIADEMAS. Emblema de dignidade real. Aqui se trata do Império Romano Restaurado.
  • -Ap. 13.3 = CABEÇA FERIDA DE MORTE (Império) e foi curada (Império romano Restaurado) (Ap.17.l0) = "são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo".
  • -Ap. 13.4 = Possui um poder mundial (OIKUMENE). Toda a terra habitada.
  • - Seu tempo de perseguição é de quarenta e dois meses (3 anos e meio). Apocalipses 13.5; 12.6 e 11.2.3).

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